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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Turismo</title>
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	<description>A mineiridade em essência</description>
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		<title>Para qual MG você vai em 07 de setembro? Secretaria estadual de Turismo sugere passeios para o feriado</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 18:48:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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Lago Guanabara e ao fundo o Cassino do Lago, em Lambari









<p>Com a proximidade do dia 7 de setembro, as cidades históricas mineiras como Ouro Preto, Diamantina, Tiradentes e São João del-Rei já se preparam para receber número maior de visitantes durante o feriadão. O mesmo acontece nos destinos de hidrotermais e minerais de Araxá, Poços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="margin-right: 20px; margin-bottom: 10px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="208" align="left">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.agenciaminas.mg.gov.br/admin/fotos/24082009030819_ag-.jpg" alt="Lago Guanabara e ao fundo o Cassino do Lago, em Lambari" width="208&quot;" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Lago Guanabara e ao fundo o Cassino do Lago, em Lambari</td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com a proximidade do dia 7 de setembro, as cidades históricas mineiras como Ouro Preto, Diamantina, Tiradentes e São João del-Rei já se preparam para receber número maior de visitantes durante o feriadão. O mesmo acontece nos destinos de hidrotermais e minerais de Araxá, Poços de Caldas e Circuito das Águas (Caxambu, Lambari, São Lourenço, Cambuquira). No Sul de Minas, mais uma vez, os turistas devem lotar Monte Verde, distrito de Camanducaia, que acaba distribuindo muitos visitantes para as cidades vizinhas, como Extrema, bastante procurada por quem gosta de turismo de aventura como o rafting.</p>
<p>Os parques estaduais, como o Parque do Itacolomi, e os parques nacionais, como os da Serra do Cipó e do Caparaó (Pico da Bandeira), também são indicados para quem quer curtir o feriado. Para facilitar a escolha daqueles que quiserem botar o pé na estrada, mas ainda não sabe em qual direção, a <a href="http://www.turismo.mg.gov.br/" target="_blank">Secretaria de Estado de Turismo (Setur)</a> dá as dicas sobre os principais atrativos turísticos do Estado.</p>
<p><strong>Minas das Águas</strong></p>
<p>Poços de Caldas se destaca com as fontes minerais e suas termas, além da produção artesanal de cristal, típica da cidade. As Thermas Antônio Carlos possuem instalações para banhos sulfurosos, duchas e saunas que propiciam tratamentos estéticos e de saúde para o corpo e para a alma.</p>
<p>Terra de Dona Beja, Araxá nasceu na cratera de um vulcão extinto, por isso tem terreno mineralizado – o que intensificou o surgimento de fontes minerais. A Estância Hidromineral do Barreiro, onde está o Grande Hotel, é a maior atração da cidade. O turista poderá relaxar nas águas terapêuticas e experimentar variados tipos de banho, inclusive de lama. A 27 km de Araxá, na Serra da Bocaina, os amantes do voo livre encontram uma pista para a prática do paraglider e asa delta.</p>
<p>Também na região fica localizado o Parque Nacional da Canastra, onde está a nascente do Rio São Francisco. Com o relevo acidentado, a região é repleta de cachoeiras com mais de 100 metros de altura, como a de Casca D’Anta.</p>
<p>Na região turística da Águas, São Lourenço possui nove fontes minerais e um centro hidroterápico. O Parque das Águas é a principal atração da cidade, com seis fontes com propriedades terapêuticas, balneário para banhos relaxantes e desintoxicantes. Há ainda a opção de passeio de Maria Fumaça até a estação de Soledade de Minas.</p>
<p>No município de Lambari o destaque é o Parque das Águas onde estão localizadas as fontes, piscina de água mineral e áreas de lazer. Já o Parque Municipal Wenceslau Braz, localizado à beira do Lago Guanabara, possui piscinas naturais, duchas, quadras de esporte, alamedas de pinheiros e lago. Da Serra das Águas, é possível ter uma vista panorâmica da cidade e também existe uma rampa para quem quiser se aventurar a saltar de asa-delta.</p>
<p>Em Caxambu, o turista poderá contar com 12 fontes de água mineral de alto poder diurético e desintoxicante, cada uma com propriedades químicas diferentes da outra. O parque da cidade oferece deliciosas casas de banhos, gêiseres de água fria, lago, teleférico, jardins e alamedas. Na cidade de Cambuquira destaca-se o Parque das Águas, onde o <a href="http://www.mg.gov.br/" target="_blank">Governo de Minas</a>, por meio da <a href="http://www.codemig.com.br/" target="_blank">Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig)</a>, faz obras de reforma e modernização. A previsão é que o atrativo turístico volte a funcionar em dezembro deste ano.</p>
<p><strong>Minas do Aconchego</strong></p>
<p>Monte Verde, distrito do município Camanducaia, localizado na Serra da Mantiqueira, no Sul de Minas, possui temperatura muito baixa (característica da região) que, aliada ao casario em estilo europeu, encanta pelas paisagens incríveis. A localidade oferece muitas opções de pousadas, hotéis, restaurantes e bares com influência européia. Monte Verde foi eleito, em 2008, o melhor destino de inverno do país em votação do site Viagem Bem, do Guia Quatro Rodas.</p>
<p>Em Extrema, também no Sul do Estado, há nascentes e riachos nas encostas da Serra da Mantiqueira, além de inscrições rupestres nas pedras da região. A cidade é muito procurada para ecoturismo e turismo de aventura, especialmente para a prática do rafting. Vale conhecer a Pedra do Cume, uma das mais famosas atrações do município, localizada a mais de 1.780 metros de altura.</p>
<p><strong>Minas Naturais</strong></p>
<p>A Serra do Cipó forma um dos mais belos cenários naturais de Minas Gerais. O principal atrativo é o Parque Nacional da Serra do Cipó, com seus 33.800 hectares. A região reúne uma das maiores áreas de biodiversidade do planeta &#8211; são mais de 1.600 espécies da flora e da fauna que só podem ser encontrados nesta por lá. São típicos na região os cânions, gargantas sinuosas e profundas que abrigam cachoeiras e poções. Sítios arqueológicos também revelam vestígios de comunidades primitivas que deixaram registros nas paredes de diversas cavernas.</p>
<p>O Parque Nacional do Caparaó fica entre os Estados de Minas Gerais e o Espírito Santo. Em sua área, encontra-se a terceira montanha mais alta do país, o Pico da Bandeira, com 2.891 metros. É um dos preferidos dos amantes do trekking e montanhismo, onde o nascer e o pôr-do-sol podem ser vistos como espetáculo único na Terra. Ainda há mais dois cumes para os amantes de aventura, o Cristal e o Calçado, que também satisfazem os fãs das alturas e adrenalina.</p>
<p><strong>Minas Histórica</strong></p>
<p>Ouro Preto, na região Central, foi a primeira cidade brasileira e uma das primeiras do mundo a ser declarada Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco. A terra de Aleijadinho, um dos mais expressivos artistas brasileiros do período colonial, guarda várias obras do mestre. Caminhar por suas ruas centenárias é como viajar no tempo pela história de Minas Gerais. Dentre os inúmeros atrativos: o Museu da Inconfidência, a Praça Tiradentes, a Casa dos Contas, as Igrejas de rara beleza, como a Igreja de São Francisco de Assis, que venceu recentemente concurso sendo eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no mundo.O visitante pode ainda aproveitar para conhecer o Parque Estadual do Itacolomi, um dos mais bem estruturados de Minas.</p>
<p>Já a cidade histórica de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, se destaca pelo conjunto seu patrimônio histórico, também reconhecida como Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, e por sua musicalidade. De março a outubro acontece na cidade a Vesperata – várias bandas se apresentam nas sacadas dos casarões da Rua da Quitanda sob a regência de dois maestros. Um espetáculo único que encanta os visitantes e moradores.</p>
<p>A terra de Chica da Silva e Juscelino Kubitschek tem construções que impressionam como igrejas e sobrados. Também é imperdível o Mercado Velho, que na sexta à noite e no sábado atrai milhares de pessoas a procura de produtos da região e diversão, já que no local também há atrações musicais. Quem quiser pode fazer uma visita guiada a Garimpo Real, único garimpo artesanal de diamantes em funcionamento no país. Outro atrativo é o Parque Estadual do Biribiri, que além das paisagens únicas da Serra do Espinhaço, tem uma vila bucólica onde funciona um pequeno restaurante.</p>
<p>Tiradentes, no Campo das Vertentes, é o destino mais recomendado para quem gosta de conciliar história, cultura e gastronomia. O turista pode pegar a antiga Maria-Fumaça e seguir até São João del-Rei, outra importante cidade histórica, ou conhecer os atrativos, como a Igreja Matriz de Santo Antônio com seus belos altares e Igreja Nossa Senhora do Carmo, andando de charrete. Tiradentes que realiza, anualmente, um dos mais importantes festivais de gastronomia do país, tem inúmeras opções de restaurantes que oferecem as delícias preparadas por renomados chefs de cozinha.</p>
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		<title>Turismo Solidário no Vale do Jequitinhonha</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 13:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Programa permite que o turista conheça as riquezas naturais e humanas da região hospendando-se na casa de moradores e compartilhando com eles o dia-a-dia</p>
<p></p>
<p>Pode soar estranho falar em turismo logo após o fim das férias de julho. Mas se há uma característica que define o turismo solidário é fugir do convencional. Em vez de hoteis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Programa permite que o turista conheça as riquezas naturais e humanas da região hospendando-se na casa de moradores e compartilhando com eles o dia-a-dia</em></p>
<p><em><span style="font-style: normal;"><img title="turismo-solidário1" src="http://blog.mg.gov.br/wp-content/uploads/2009/08/turismo-solid%C3%A1rio1.jpg" alt="turismo-solidário1" width="500" height="500" /></span></em></p>
<p>Pode soar estranho falar em turismo logo após o fim das férias de julho. Mas se há uma característica que define o turismo solidário é fugir do convencional. Em vez de hoteis ou pousadas, o viajante se hospeda na casa de moradores e compartilha a mesa e as receitas do dia-a-dia dos nativos. “Faz parte dos preceitos do turismo solidário que a família receptora não mude em nada sua rotina. Se ela come arroz, feijão, uma carne e uma folha no almoço é isso que deve ser servido”, diz Maiara Gomes, da equipe técnica do projeto Turismo Solidário, uma parceria entre os governos federal e do estado de Minas Gerais, via Secretaria Extraordinária para o Desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas.</p>
<p>Surgido há seis anos, somente no fim do ano passado o programa passou a receber turistas. Durante o período anterior, famílias de 20 localidades pertencentes a oito municípios do Alto Jequitinhonha, onde se localizam cidades como Serro e Diamantina, foram treinadas para receber visitantes. “Quem chega não vai encontrar luxo, vai se hospedar em casas de família e invadir o território delas, no bom sentido”, diz Maiara. Os destinos são, em sua maioria diminutas comunidades rurais cheias de riquezas naturais e folclóricas, a exemplo de São João da Chapada, povoado remanescentes de quilombolas, na entrada do parque Sempre Viva, onde se pode ver o canto das pastourinhas e o soar dos tambores ancestrais.</p>
<p><strong>Toma lá dá cá</strong></p>
<p>Conhecer de perto a cultura de raiz local é o grande diferencial desse tipo de viagem. Por isso, além da hospedagem e de guias, o programa oferece os chamados produtos solidários, vivências de afazeres cotidianos do povo da região. Quem visita São Gonçalo do Rio das Pedras, no Distrito do Serro, por exemplo, pode aprender a fazer marmelada e goiabada com doceiras. Nas comunidades rurais na região de Turmalina é possível aprender a fazer as afamadas bonecas de barro do Vale do Jequitinhonha. Em São Gonçalo do Rio Preto, o Seu Rufino mostra como funciona o plantio e a colheita do café, o visitante ajuda nas atividades do dia e depois degusta o cafezinho preto acompanhado de quitandas.</p>
<p><img title="turismo-solidário" src="http://blog.mg.gov.br/wp-content/uploads/2009/08/turismo-solid%C3%A1rio.png" alt="turismo-solidário" width="727" height="500" /></p>
<p>A contrapartida para tantas experiências deliciosas é que o turista deixe algo de bom para a comunidade. Assim, quem é médico pode fazer uma palestra sobre verminose, por exemplo. Um dentista pode aproveitar o consultório odontológico para fazer alguns atendimentos. “No feriado de 12 de outubro, 35 visitantes de uma universidade no Espírito Santo vão levar para as comunidades quatro oficinas, como de papel reciclado e pães integrais”, diz Maiara. Outro exemplo é o de turistas franceses que deram deram aulas de língua para habitantes de Mendanha. “Há crianças que já arranham o francês”, diz Maiara. Ela também conta que outra turista ensinou às doceiras a fazer geleias francesas com frutas locais e, em troca, aprendeu a fazer doces com frutas do Cerrado.</p>
<p><img title="turismo-solidário3" src="http://blog.mg.gov.br/wp-content/uploads/2009/08/turismo-solid%C3%A1rio3.jpg" alt="turismo-solidário3" width="500" height="250" /></p>
<p>Uma aula de língua aqui, o feitio de um doce acolá. No fim, o que o turista solidário leva da viagem é a oportunidade de viver em uma nova cultura, experimentar, mesmo que por alguns dias, uma vida diferente. “Muita gente acha que o Vale do Jequitinhonha só  tem pobreza e miséria. Ao chegar, encontram uma realidade difícil, mas pessoas íntegras, inteligentes e que conhecem a fundo a comunidade”, conta Maiara. Os moradores se sentem valorizados quando o turista chega e quer saber a história do lugar, quer aprender como se mata a galinha, se prepara o café, se torna o barro. Interessa-se por aquilo que o habitante local achava que era pouco.  Quando o turista vai embora, muitos anfitriões ficam tristes. Mas eles podem se acalmar, que se tudo der certo com o projeto cada vez será mais e mais gente a querer visitá-los.</p>
<p><strong>Agende sua viagem:</strong><br />
No site do programa <a href="http://www.turismosolidario.com.br/" target="_blank">Turismo Solidário</a>, você encontra sugestões de roteiros com fotos dos anfitriões e de suas casas e informações sobre as localidades. Envie um email e os atendentes da Central de Reservas irão contactá-lo para elaborar o melhor roteiro. As diárias variam de 25 a 35 reais com café da manhã.</p>
<p>Fonte: http://blog.mg.gov.br</p>
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		<title>São João Del Rei  CIRCUITO TRILHA DOS INCONFIDENTES</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/05/sao-joao-del-rei-circuito-trilha-dos-inconfidentes/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 17:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo em Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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<p class="subtitulo">BREVE HISTÓRICO:</p>
<p align="justify">O povoamento começou no final do século XVII com o bandeirante Tomé Portes del Rei, que, com permissão real, deu inicio à atividade de travessia do Rio das Mortes. O local ficou conhecido com o nome de Porto Real da Passagem. Esse rio era uma das inúmeras dificuldades enfrentadas pelos bandeirantes nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><img src="http://www.turismo.mg.gov.br/images/stories/banners/img_onde_ir/sao_joao_del_rei/sao_joao_del_rei1.jpg" alt="Trem Maria Fumaça em São João del-Rei" hspace="6" /></div>
<p class="subtitulo">BREVE HISTÓRICO:</p>
<p align="justify">O povoamento começou no final do século XVII com o bandeirante Tomé Portes del Rei, que, com permissão real, deu inicio à atividade de travessia do Rio das Mortes. O local ficou conhecido com o nome de Porto Real da Passagem. Esse rio era uma das inúmeras dificuldades enfrentadas pelos bandeirantes nas árduas viagens. Foram vários os que se afogaram ao tentar sua travessia.</p>
<p>Para o historiador Diogo de Vasconcelos, o responsável pela primeira descoberta de ouro no local foi o bandeirante João de Siqueira Afonso, por volta do ano de 1702, mudando, então, os rumos do lugar. De ponto de apoio passa a ser um promissor  local de mineração.</p>
<p><img style="margin: 5px 6px; float: right; width: 300px; height: 256px;" title="sao_joao_del_rei3.jpg" src="http://www.turismo.mg.gov.br/images/stories/banners/img_onde_ir/sao_joao_del_rei/sao_joao_del_rei3.jpg" alt="Iluminação natalina da Igreja de São Francisco de Assis, São João del-Rei" hspace="6" width="300" height="256" /> Em 1708, aconteceu o primeiro conflito armado na região das minas e que ficou conhecido como Guerra dos Emboabas. A cobiça pelo ouro começava a fazer suas primeiras vítimas. A guerra, que começou em Sabará, foi se alastrando até chegar em São João, onde aconteceu um dos mais famosos episódios dessa guerra – o Capão da Traição -, onde os paulistas foram traiçoeiramente dizimados pelos Emboabas.</p>
<p>Em 1713, o governador, Dom Brás Baltazar da Silveira, elevou o arraial à categoria de Vila com título de São João del Rei em homenagem a D.João V, rei de Portugal. O ouro era farto e a vila prosperou, tornando-se uma das principais da Capitania das Minas.</p>
<p>Por estar localizada em uma região muito fértil, o Campo das Vertentes, São João del Rei, após a decadência da exploração aurífera, teve sua economia refeita com a atividade agrícola, tornando-se o celeiro de Minas.<br />
No ano de 1838, foi elevada à categoria de cidade. Ainda durante o século XIX, a cidade participou dos movimentos Sedição Militar de Ouro Preto e Revolução Liberal de 1842 . Quase ao final do século, o grande acontecimento foi a visita de D. Pedro II à cidade, quando inaugurou, em 1881, uma estação da Estrada de Ferro Oeste de Minas.</p>
<p>Hoje, São João del Rei orgulha-se da sua tradição musical, seja pela linguagem dos sinos, seja pela música erudita tocada pelas duas orquestras setecentistas: a Ribeiro Bastos ou a Lira Sanjoanense. A cidade também possui a Sociedade de Concertos Sinfônicos e o Conservatório Estadual de Música. Desse amor pela música, talvez, é que São João possua um dos melhores e mais tradicionais carnavais das terras mineiras. Nos últimos anos, o Festival de Inverno de São João também dá peso ao seu calendário de eventos. Nele, torna-se visível a sensibilidade artística de seu povo e de muitos outros artistas regionais e nacionais que dele participam.</p>
<p>Além de sua importância econômica e artística, a cidade teve filhos de grande destaque na história de Minas: Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes , D. Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira e Dr. Tancredo de Almeida Neves.</p>
<p class="texto_claro">Fonte: Portal descubraminas</p>
<p class="subtitulo">ATRATIVOS NATURAIS:</p>
<p><strong>Serra de São José</strong><br />
<strong>Gruta Casa de Pedra:</strong> Rodovia São João Del Rei / Tiradentes<br />
Distância ao Centro: 11 Km<br />
Como Chegar: Saindo da praça São Francisco, seguir rua Balbino da Cunha, praça dos Expedicionários, avenida Oito de Dezembro, trevo para Barbacena e BR-265. Possui placa indicativa da gruta. É asfaltado até o local.</p>
<p><strong>Minas de Ouro Presidente Tancredo neves:</strong> Rua Silvério Carazza<br />
Como Chegar: De carro: saindo da praça São Francisco, seguir rua Padre José Maria Xavier, ponte do Rosário, praça Embaixador Gastão da Cunha, rua Getúlio Vargas, rua Arthur Bernardes, rua Marechal Deodoro, rua Sebastião Sette, Seguir placa indicativa.</p>
<p><strong>Serra do Lenheiro:</strong> Geologicamente, a Serra do Lenheiro é a continuação da serra de São José e pode ser observada a oeste e a noroeste de São João del Rei. Com altitude máxima de 1.218 metros, ela é uma formação cuja origem remonta a 1,6 bilhões de anos. Esta serra forneceu ouro e era o local onde estavam as principais minas, lenha e pedras que serviram para construir igrejas e pontes da cidade.<br />
“A Serra do Lenheiro e a cidade de São João Del Rei formam uma especial unidade cultural, arquitetônica e ambiental” (Vertentes Ecoturismo).  “Atenção para um paredão de 8 m no decorrer do trajeto, com fendas e saliências propícias para subida. O local é indicado para observação geológica de ondas fósseis”. (Turismo Ecológico Minas Gerais) Mas são vários os pontos que fazem dessa serra um interessante atrativo.</p>
<p class="subtitulo">ATRATIVOS HISTÓRICOS / CULTURAIS:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maria Fumaça:</strong> 12 km em 35’ pela Serra de São José, margeando o Rio das Mortes. O passeio completo (ida e volta) custa aproximadamente R$16,00. Crianças de 06 a 10 anos pagam metade. Av. Hermílio Alves 366. Tel: 3371-8485. 6º a dom 10 e 15hs; retorno às 13 ou 17hs. Horários diferenciados durante o período de férias escolares.</p>
<p><strong>Biblioteca Municipal Batista Caetano D&#8217;Almeida:</strong> Área: Praça Frei Orlando n°90<br />
Como Chegar: Está localizada na praça principal.</p>
<p><strong>Catedral Basílica de N.S. do Pilar:</strong> é a única na cidade que tem altares com talhas douradas. Rua Getúlio Vargas – tel: 3371-2528. 2ª a 8h/10:30, 17h/20h. 3ª e 5ª 8h/10h30, 13h/20h. 6º 13h/20h. Sab. e dom 08h/10h30 e 17h/20h.</p>
<p><strong>Igreja N.Sra. do Carmo:</strong> Apresenta características de várias fases do barroco. Lg do Carmo – 3371-7996. 2ª a sab 7h/12h, 16h/19h, dom 07h/11h, 17h/19h.<br />
<img style="float: left;" src="http://www.turismo.mg.gov.br/images/stories/banners/img_onde_ir/sao_joao_del_rei/sao_joao_del_rei4.jpg" alt="Tapete Semana Santa,Igreja São Francisco de Assis, São João del-Rei" hspace="6" /> <strong>Igreja São Francisco de Assis:</strong> Em frente há um jardim com palmeiras imperiais. Portada esculpida em pedra sabão. O tumulo do ex presidente Tancredo Neves fica no cemitério nos fundos. Pç. Frei Orlando, 07 &#8211; tel: 3372-3110. 2ª à sab. 08h/17h30. dom 9h/16h.</p>
<p><strong>Igreja N.Sra. das Mercês:</strong> A primeira capela data de 1751.Pça. Barão de Itambé</p>
<p><strong>Igreja do Rosário:</strong> Largo do Rosário ou Praça Embaixador Gastão da Cunha &#8211; Centro<br />
Como Chegar: Saindo da praça São Francisco, seguir rua Padre José Maria Xavier, ponte do Rosário, praça Embaixador Bastão da Cunha ou largo do Rosário.</p>
<p><strong>Capela do Sr. do Bonfim:</strong> Morro da Forca</p>
<p><strong>Capela de Nossa Senhora da Piedade:</strong> Praça Embaixador Gastão da Cunha ou Largo do Rosário<br />
Bairro: Centro<br />
Como Chegar: Saindo da praça São Francisco, seguir rua Padre José Maria Xavier, Ponte do Rosário e praça Embaixador Gastão da Cunha ou Largo do Rosário.</p>
<p><strong>Capela de Nossa senhora das Dores:</strong> Centro<br />
Como Chegar: Saindo da Praça de São Francisco virar à direita, seguir até a praça dos Expedicionários.</p>
<p><strong>Capela de Santo Antônio de Pádua:</strong> R. Santo Antônio.</p>
<p><strong>Capelas de Passos:</strong> São João Del Rei possui cinco capelas de Passos. São elas:<br />
Passo da Entrada de Jerusalém &#8211; Praça Embaixador Gastão da Cunha ou Largo do Rosário.<br />
Passo &#8216;Simão Cirineu Ajuda a Carregar a Cruz&#8217; &#8211; Rua Getúlio Vargas, antiga Rua Duque de Caxias.<br />
Passo “Cristo com Cruz às Costas” – Rua Padre José Maria Xavier, ou Rua da Prata.<br />
Passo “do Encontro” &#8211; Praça Barão de Itambé.<br />
Passo “da Verônica” &#8211; Praça Paulo Teixeira.</p>
<p><strong>Museu Ferroviário:</strong> Av. Hermilio Alves, 366 – 3ª a domingo. Funcionamento: 9 as 11h e das 13h às 17h &#8211; Tel.3371.8485</p>
<p><strong>Museu de Arte Sacra:</strong> Pça. Embaixador Gastão da Cunha, 8 &#8211; Tel.  3371.4742 &#8211; Memorial Tancredo Neves &#8211; R. Padre José Maria Xavier, 7 &#8211; Tel. 3371.7836 , 6a de 13:00 às 18:00 , sab. Domingo e feriados de 9:00 às 17:00. 4/6º, 13 às 18hs (jul, jan, fev); fecha 2º feira.</p>
<p><strong>Museu de Arte Regional:</strong> Pça. Marechal Deodoro, 12 – Tel. 3371-7663 &#8211; 3a. a dom das 12h às 17h30m</p>
<p><strong>Museu do Estanho John Somers:</strong> Av. Leite de Castro n°1150 &#8211; Tel. 3371.8000 aberto de 3a. a domingo de 12h às 17h</p>
<p><strong>Casa de Bárbara Heliodora:</strong> Pça. Frei Orlando n°90</p>
<p><strong>Chafariz da Legalidade:</strong> Praça dos Expedicionários<br />
Como Chegar: Saindo da praça São Francisco, seguir rua Comendador Balbino da Cunha e praça dos Expedicionários.</p>
<p><strong>Museu dos Ex-Combatentes:</strong> Av. Hermílio Alves – 3a a Dom das 12h às 17h.</p>
<p><strong>Museu Regional:</strong> R. Marechal Deodoro, 12 Lg. Tamandaré. Tel: 3371.7663. R$1,00 3ª/6ª 12h/17h30, sab/dom 8h/13h.</p>
<p><strong>Memorial Tancredo Neves:</strong> R. Pe. José Maria Xavier, 07. tel: 3371.7836 R$2,00. 6ª 13h/18h, sab/dom 9h/17h; jan/fev/jul 4ª13h/18h, sab/dom 9h/17h.</p>
<p><strong>Memorial Cardeal Dom Lucas Moreira Neves:</strong> Rua Getúlio Vargas n°52 –                                              Site: <a href="http://www.memorialdomlucas.org.br/">www.memorialdomlucas.org.br</a><br />
Horário de funcionamento: terça a sexta: de 13h às 17h / sábados, domingos, feriados e dias santo: de 9 às 13h.</p>
<p><strong>Teatro Municipal:</strong> Av. Hermílio Alves, 170 – Tel: 3379.2955 / 3704 Visitas guiadas pela manhã.</p>
<p><strong>Solar da Baronesa de Itaverava:</strong> Pça Dr. Augusto de Chagas Viegas, 17. Tel: 3379.2500 8h/12h 14h/20h.<br />
Solar dos Neves: Residência do ex presidente Tancredo Neves entre 1957 e 1985. Visitação externa. Pç Bem. Gastão da Cunha, 98.</p>
<p><strong>Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Rua Santo Antônio:</strong> Prefeitura &#8211; Paço Municipal e Cadeia &#8211; R. Ministro Gabriel Passos.</p>
<p><strong>Instituto Histórico e Geográfico:</strong> Rua Santa Teresa n°12 – Centro                  <a href="http://www.pdturismo.ufsj.edu.br/cadastro/ihg.shtml">http://www.pdturismo.ufsj.edu.br/cadastro/ihg.shtml</a></p>
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		<title>Parque Natural da Serra do Caraça</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 17:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo em Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;"></p>
<p style="text-align: justify;">Situado na Serra do Espinhaço, entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, o Parque Natural da Serra do Caraça abrange uma área de 11.233 hectares e se encontra em uma zona de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado.</p>
<p>Além da &#8220;caraça&#8221;, a fabulosa formação rochosa que [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600; font-size: small;"><a href="http://www.andaminas.com.br/?load=fale&amp;idm=2"></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.andaminas.com.br/imgs/upload/up_3006.jpg" alt="" width="425" height="256" /></p>
<p style="text-align: justify;">Situado na Serra do Espinhaço, entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, o Parque Natural da Serra do Caraça abrange uma área de 11.233 hectares e se encontra em uma zona de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado.</p>
<p>Além da &#8220;caraça&#8221;, a fabulosa formação rochosa que dá nome ao local, os picos são as grandes referências no cenário do Parque, com altitudes que variam de 1.200 a 2.080 metros.</p>
<p>O Parque abriga belas cachoeiras, cascatas, picos, cavernas e uma rica fauna e flora, inclusive com espécies endêmicas.</p>
<p>Por estar em uma área de transição, o parque possui uma vegetação rica, com grande variedade de flores. Estas atraem várias espécies de beija-flor, dentre eles o beija-flor-de-gravatinha, um dos menores do mundo. É um local reconhecido internacionalmente como um dos melhores no Brasil para a observação de pássaros.</p>
<p>O Parque também abriga espécies animais raras como o sauá, a onça parda, o quati, esquilos e o habitante mais famoso, o lobo-guará, símbolo do Parque. Para aqueles que passam a noite no Caraça, uma das principais atrações é aguardar a chegada dos lobos-guarás que se aproximam do Santuário e comem nas mãos de um dos padres da Província.</p>
<p>As matas abrigam lindas bromélias e mais de 200 espécies de orquídeas. Existem excelentes opções de passeios para aqueles que apreciam a natureza.  Há trilhas mais fáceis para os que não estão acostumados a caminhadas e trilhas mais radicais para os que não dispensam uma boa aventura. Para alcançar as cachoeiras, cascatas, piscinas naturais e grutas, há trilhas sinalizadas. A mais difícil leva ao Pico do Inficionado (2032m) e a gruta do Centenário, uma das maiores grutas de quartzito do mundo, com 400 m de profundidade e curso d’água com 80 m de desnível.</p>
<p>O Santuário pertence à Província Brasileira da Congregação da Missão e passou a ser uma Reserva Particular do Patrimônio Natural em 1994, consolidando sua vocação religiosa e ecológica.</p>
<p>O Colégio do Caraça formou, durante seus 150 anos de existência, grandes nomes da elite mineira, inclusive homens que vieram a ser presidentes da república e governadores, entre eles, Afonso Pena e Artur Bernardes.</p>
<p>Em 1968, um in <script src="http://www.andaminas.com.br/js/tiny_mce/themes/advanced/langs/en.js" type="text/javascript"></script> cêndio queimou cerca de 10 mil dos 25 mil volumes da biblioteca do colégio. Com o incêndio, o colégio foi fechado. Mais tarde, o prédio foi restaurado e a melhor alternativa encontrada, foi aproveitar o patrimônio natural, histórico e cultural, abrindo a área para visitação pública.</p>
<p>O complexo do Caraça, cuja construção data do século XVII, possui a primeira igreja do Brasil em estilo neo-gótico. Importantes peças históricas podem ser apreciadas, tais como os vitrais franceses doados por D. Pedro II, a relíquia do mártir São Pio, intacta há 200 anos, guardada no Santuário Nossa Senhora Mãe dos Homens (padroeira do Caraça) e o quadro da Santa Ceia, pintado por Manuel da Costa Athaíde. Detalhes de mármore e pedra sabão compõem sua arquitetura e um órgão com 700 tubos, completa sua riqueza.</p>
<p>O Parque possui restaurante, lanchonete, hotel, centro de informações turísticas e lojinha.</p>
<p>Fonte: Prefeitura de Catas Altas, Descubraminas e Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais.</p></div>
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		<title>Turismo de Minas é destaque no Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 23:50:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Turismo em Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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Iniciado em Araxá em 2008, o projeto “Minas de Ouro” apresenta roteiros turísticos formatados para os mercados nacional e internacional</p>



Rodrigo Borges Pereira


  






 










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A Secretaria de Estado de Turismo (Setur/MG) participou do 2º Encontro Comercial da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), realizado na quarta-feira, 15, no Centro de Convenções Sul América, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.diariodoaco.com.br/separador.png" alt="" /><br />
<span class="bigode">Iniciado em Araxá em 2008, o projeto “Minas de Ouro” apresenta roteiros turísticos formatados para os mercados nacional e internacional</span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="330" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="320" align="left"><span class="credito_foto">Rodrigo Borges Pereira</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="left"><a class="ampliar" onclick="amplia_foto('noticias/20535/xJLO6g09.jpg','','Rodrigo Borges Pereira','640','480','#ffffff')" href="http://www.diariodoaco.com.br/noticia.php?cdnoticia=20535#topo"> <img src="http://www.diariodoaco.com.br/noticias/20535/d2_xJLO6g09.jpg" border="0" alt="" /> </a></td>
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<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="320">
<tbody>
<tr bgcolor="#e1eef4">
<td align="right"><a class="ampliar" onclick="amplia_foto('noticias/20535/xJLO6g09.jpg','','Rodrigo Borges Pereira','640','480','#ffffff')" href="http://www.diariodoaco.com.br/noticia.php?cdnoticia=20535#topo"> </a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="320" align="left"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span class="txtnoticia"><br />
A Secretaria de Estado de Turismo (Setur/MG) participou do 2º Encontro Comercial da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa), realizado na quarta-feira, 15, no Centro de Convenções Sul América, no Rio de Janeiro. O evento discutiu a comercialização de roteiros turísticos, a partir de informações fornecidas pelas operadoras filiadas à Braztoa.</span></p>
<p>Além da participação na Feira, a Setur promoveu um Workshop de Capacitação para 100 agentes de viagens, com palestras e apresentação dos principais destinos turísticos de Minas Gerais. “Os roteiros mineiros estão formatados para atender tanto o mercado turístico nacional quanto o internacional. A Setur tem intensificado as ações de promoção e divulgação, com parcerias estratégicas visando o incentivo à comercialização do produto Minas Gerais pelas operadoras e agentes de viagens”, afirma a titular da Setur, Érica Drumond.</p>
<p>A Setur usou um espaço de 10m2, decorado com imagens dos roteiros mineiros mais comercializados pelos operadores filiados à Braztoa. Houve ainda degustação de produtos da culinária de Minas, como doce de leite na palha e gelatina de cachaça. A Setur contou coma as parcerias do Instituto Estrada Real e Belotur e as agências Safari Viagens, Master Turismo, Pampulha Turismo e Trilhas de Minas.</p>
<p><span class="txtnoticia" style="font-weight: bold; color: #cc0000;">Novidades e tendências</span></p>
<p>Com o objetivo de promover negócios e o fortalecimento do relacionamento entre associados Braztoa e os agentes de viagens, a entidade iniciou em 1990 a prática da realização de Encontros Comerciais. Os eventos, que acontecem duas vezes por ano em São Paulo-SP, reúnem os principais profissionais do setor, buscando antecipar tendências e novidades.<br />
Os resultados ao longo desses 15 anos têm sido muito positivos, e os Encontros já se consolidaram como um dos principais eventos brasileiros no setor de turismo. Agora, essa iniciativa recebe formatação para se tornar também uma referência no turismo internacional.</p>
<p>Seguindo o formato do Encontro Comercial Braztoa de São Paulo, o último realizado em março de 2009, o 2º Encontro Comercial no Rio de Janeiro ocorre uma vez por ano, reunindo os principais profissionais do setor como uma forma de antecipar novidades e focalizar tendências do segmento turístico, mantendo-se fiel ao formato original: o acesso é restrito ao agente de viagem e a proposta é a realização de negócios.</p>
<p><span class="txtnoticia" style="font-weight: bold; color: #cc0000;">Projeto “Minas de Ouro”</span></p>
<p>Iniciado em fevereiro de 2008, por meio de uma parceria do Governo de Minas, Braztoa, Instituto Estrada Real e Sebrae-MG, o projeto concentrou-se na cidade de Araxá e roteiros turísticos na Estrada Real. Atualmente, é focado na diversificação e promoção dos produtos turísticos mineiros.</p>
<p>O projeto já coleciona bons resultados, tanto na inserção de produtos turísticos mineiros nos catálogos das grandes operadoras de turismo de forma permanente quanto na realização de viagens de familiarização. Já foram executadas seis capacitações, e estão previstas outras dez, o que representa cerca de 150 agentes de viagens nacionais envolvidos. Em outubro de 2008, Minas recebeu um grupo de oito operadores e jornalistas de todos o país para uma viagem por alguns dos principais destinos ofertados por meio do projeto – Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, São João del-Rei.</p>
<p>O “Minas de Ouro” tem previsão de realização até julho de 2010, fortalecendo o crescimento econômico sustentável através do turismo – viável a partir do aumento no fluxo de turistas no Estado.</p>
<p><span class="txtnoticia">Fonte: www.diariodoaco.com.br<br />
</span></p>
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		<title>O Velho Chico e o mar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 21:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Paulo Leonardo
Editor-adjunto/Enviado especial</p>
<p>A escuna abre seu caminho, lentamente, seguindo o curso do rio. De um lado, o Estado de Alagoas. Do outro, o vizinho Sergipe. E lá adiante, a foz do São Francisco, onde as águas &#8211; aqui mais limpas &#8211; do Velho Chico encontram as ondas esverdeadas do Atlântico. O sol castiga, inclemente, desafiando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Leonardo<br />
Editor-adjunto/Enviado especial</p>
<p>A escuna abre seu caminho, lentamente, seguindo o curso do rio. De um lado, o Estado de Alagoas. Do outro, o vizinho Sergipe. E lá adiante, a foz do São Francisco, onde as águas &#8211; aqui mais limpas &#8211; do Velho Chico encontram as ondas esverdeadas do Atlântico. O sol castiga, inclemente, desafiando protetores, loções, camisetas, bonés, óculos escuros &#8211; enfim, todos os apetrechos que branquelos como eu levam quando vão a lugares tão quentes assim. Mesmo sem ter um termômetro à mão, nosso guia garantiu: fazia 36 graus, mas a “sensação térmica” (teoria dele) era de uns 40 graus centígrados. Mas o sacrifício de estar torrando sob o sol de fim de verão no interior de Alagoas valeria a pena quando chegássemos ao final do trajeto.<br />
Piaçabuçu, que está a poucos quilômetros da histórica Penedo, é o último vestígio de civilização no curso do Velho Chico, a mais de 3 mil quilômetros de distância da sua nascente, no alto da Serra da Canastra, no Centro Oeste mineiro.<br />
A visita à foz do São Francisco é um dos passeios mais solicitados pelos turistas que visitam Maceió, tanto brasileiros quanto estrangeiros. A partir da capital alagoana, são 135 quilômetros de estrada até Piaçabuçu, seguidos por mais 17 quilômetros de navegação rio abaixo (cerca de 40 minutos de percurso), até o encontro com o Oceano Atlântico. Dá para fazê-lo em um único dia. Na volta, de quebra, poderá dar uma parada na praia do Gunga ou do Francês (esta, na cidade histórica de Marechal Deodoro, também assunto desta edição do nosso Caderno).<br />
Mas você pode fazer outro programa, menos “popular” entre os turistas &#8211; afinal, estamos falando de uma região de belas praias -, que é visitar Marechal Deodoro e seu patrimônio histórico, artístico e religioso. Vá de manhã, conheça as relíquias e monumentos da cidade, almoce por lá e, à tarde, se quiser, estique até a Praia do Francês, uma das mais famosas do litoral brasileiro.<br />
E na volta, explore Maceió à vontade. Nos últimos anos, a cena gastronômica na capital alagoana evoluiu a olhos &#8211; e paladares &#8211; vistos. Experimente os novos restaurantes. No mais, curta a praia e o mar de cor sem igual.</p>
<p>Fonte: www.hojeemdia.com</p>
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