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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Política</title>
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	<description>A mineiridade em essência</description>
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		<title>MP pede sequestro de fazenda de Alberto Bejani</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 14:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>

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Maria Tereza Correia/EM/D.A Press






 queria transferir a propriedade em Ewbank da Câmara para os filhos



<p>A tentativa do ex-prefeito de Juiz de Fora Alberto Bejani (sem partido) de transferir a Fazenda Liberdade para o nome dos filhos ligou o alerta no Ministério Público Estadual, que na quinta-feira ajuizou ação cautelar de sequestro da propriedade, na Zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="margin-right: 10px; width: 1px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td align="left">
<div>Maria Tereza Correia/EM/D.A Press</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.uai.com.br/UAI/noticias/fotos/20090828084112899.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td style="border-bottom: 1px solid #fba31d; padding: 4px 8px; background-color: #e1e6ea;" align="left"><img src="http://www.uai.com.br/UAI/imgs/ico_foto.gif" border="0" alt="" hspace="3" width="14" height="11" /> queria transferir a propriedade em Ewbank da Câmara para os filhos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!--inicio do corpo-->A tentativa do ex-prefeito de Juiz de Fora Alberto Bejani (sem partido) de transferir a Fazenda Liberdade para o nome dos filhos ligou o alerta no Ministério Público Estadual, que na quinta-feira ajuizou ação cautelar de sequestro da propriedade, na Zona Rural do município vizinho de Ewbank da Câmara. “Tentamos impedir que ele faça qualquer negócio envolvendo a fazenda, assim como os bens móveis e os animais que estejam em seu interior”, explicou o promotor Paulo Ramalho.</p>
<p>Segundo ele, Bejani compareceu recentemente à agência da Receita Estadual em Santos Dumont, onde solicitou o cálculo do imposto relativo à propriedade, que também foi alvo da Operação Pasárgada, da Polícia Federal, em abril do ano passado, que culminou com a prisão e o afastamento do ex-prefeito, em junho do mesmo ano. De acordo com Ramalho, a intenção era transferir a propriedade para os filhos. Mas o plano não deu certo, porque a gerente da agência fez contato com o superintendente do órgão em Juiz de Fora, que, por sua vez, alertou o MPE.</p>
<p>“A fazenda estava sem qualquer embaraço jurídico e poderia ser transferida”, conta Ramalho, ressaltando que, caso ocorresse a transação, ficaria muito difícil para o estado reaver a propriedade. “As ações seriam demoradas e o juiz poderia não acatar”, disse. Bejani comprou a Fazenda Liberdade em maio de 2007. “Em janeiro daquele ano, ele passou a receber as parcelas mensais do Grupo SIM”, destacou o promotor.</p>
<p>O depoimento prestado pelo antigo proprietário da fazenda, Luiz Carlos Mazzócoli, à CPI que investigou os atos de Bejani foi utilizado na ação cautelar. “Segundo o vendedor, em janeiro de 2007, ele arrendou a fazenda com a promessa de compra, que só se concretizou em maio”, assinalou.</p>
<p>A fazenda chegou a ser usada como álibi de Bejani. Depois de deixar a prisão pela primeira vez, em abril do ano passado, o ex-prefeito justificou que origem dos R$ 1,1 milhão, em notas de R$ 50 e R$ 100, apreendidas em sua mansão, era venda da Fazenda Liberdade, comprada por ele por R$ 350 mil, valor quatro vezes menor que o da venda, que teria sido feita 10 meses depois. Os peritos da PF desmascararam a fraude. A transação também foi, posteriormente, negada pelo suposto comprador, o advogado tributarista Marcelo Abdalla.</p>
<p>O pedido de sequestro da propriedade deve ser julgado na semana que vem pela juíza Ana Maria Lamoglia Jabour, da Fazenda Pública. No mês passado, Bejani foi formalmente denunciado à Justiça por corrupção passiva, dispensa indevida de licitação, improbidade administrativa com lesão ao erário, enriquecimento ilícito e ofensa aos princípios da administração pública.</p>
<p>O MPE requer a prisão de Bejani por até 15 anos e oito meses, perda de direitos políticos por 10 anos e ressarcimento aos cofres públicos de R$ 1,12 milhão, equivalente ao valor apreendido pela PF. As ações correm nas esferas civil e penal e revelam o esquema de corrupção envolvendo o ex-chefe do Executivo e o grupo SIM, contratado sem licitação, em 2007.</p>
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		<title>O verdadeiro cartão vermelho, só pela urna eletrônica&#8230; e faltam 402 dias!</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 18:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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Foto: Agência O Globo
O episódio do cartão vermelho de Suplicy pouco ou nada representou do ponto de vista da real motivação do senador paulista.
Pois, durante o jogo, a tropa de choque de Sarney, drasticamente reforçada por um submisso PT, deu de fato carta branca para o presidente da Casa, em detrimento de tantos anseios pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="float: none;"></h1>
<div>
<div><img src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2009/08/129_2529-asuplicy-senado%20cartao.jpg" alt="" /></div>
<div><span style="font-size: xx-small;">Foto: Agência O Globo</span></div>
<div>O episódio do cartão vermelho de Suplicy pouco ou nada representou do ponto de vista da real motivação do senador paulista.</div>
<div>Pois, durante o jogo, a tropa de choque de Sarney, drasticamente reforçada por um submisso PT, deu de fato carta branca para o presidente da Casa, em detrimento de tantos anseios pela moralização do Senado, que poderia começar por uma faxina no rastro de sujeiras apontadas contra Sarney e outros tantos.</div>
<div>De fato, o tal cartão serviu mesmo foi para divertir toda a gente e tornar-se grife no Senado. Como bem disse Romeu Tuma (PTB-SP), a TV Senado está virando severa concorrente dos programas humorísticos da TV brasileira.</div>
<div>Mas a Pizzaria Federal de Sarney não aceita cartão. Nem de crédito, nem de débito, nem de vacinação, de Natal, nem vermelho ou amarelo, nem de ponto, nem de visita&#8230; Só mesmo a carta branca. São ordens dos gerentes, no caso, Lula e Dilma.</div>
<div>E ontem, Sarney veio aos microfones, para dizer que o seu cartão era branco, o cartão da paz.</div>
<div>Eu diria que não é bem um cartão branco, mas um cartão &#8220;em branco&#8221;, que mostra como a instituição de Sarney não produz absolutamente nada, a não ser escândalos, revoltas e risadas. O nível de deboche e desmoralização é tamanho que Sarney não consegue nem mais organizar uma reunião de líderes.</div>
<div>Como alguém assim pode presidir o Congresso de um país, em tese, democrático?</div>
<div>************************************</div>
<div><strong><span style="font-size: medium;">E por falar em cartões&#8230;</span></strong></div>
<p align="center"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_xtH6W-kj6Ok/R6ZR_iQeQcI/AAAAAAAABZE/3_tAakbjZZk/s400/cartao+corporativo.jpg" alt="" width="330" height="215" /></p>
<div>O curioso é a maneira como as múltiplas crises se concatenam (e esse blogueiro tem compulsão por revirar os tapetes e o aterro sanitário do Congresso).</div>
<div>Com tanto cartão para lá e cartão para cá, recordo-me aqui da recente crise dos cartões corporativos, que desencadeou uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e outra desagradável pizza.</div>
<div>Na época (5 de junho de 2008), por 14 votos a 7, nenhuma autoridade foi devidamente enquadrada pelos abusos e pela farra com o nosso dinheiro. Tapiocas, viagens, aluguéis de carro&#8230; e a mesma escola do &#8220;abafa&#8221;: devolva o dinheiro e limpe a sua barra.</div>
<div>Viu só, Arthur Virgílio? Aprendeu direitinho a jurisprudência e o modus operandi, hein?</div>
<div>Curioso também como algumas figurinhas carimbadas não deixam de bater cartão (seja qual for a cor dele) nessas mixórdias políticas.</div>
<div>Foi naquele mexe-mexe que surgiu o escândalo do dossiê contra FHC, levantamento que teria sido ordenado pela secretária-executiva da Casa Civil e braço direito de Dilma, Erenice Alves Guerra.</div>
<div>Sim, ela mesma. A que teria esquematizado a visita de Lina Vieira &#8211; ou do fantasma dela &#8211; ao Planalto, com intuito de livrar a cara do filho de Sarney na Receita Federal.</div>
<div>Só que no dicionário &#8220;lulodilmocrata&#8221;, dossiê é, por eufemismo, banco de dados. E ali surgiram os primeiros flertes (pelo menos os primeiros revelados) de Dilma com as, digamos, inverdades (para ser igualmente eufemístico).</div>
<div>E olha só quem integrava a tropa de choque e da impunidade naquela CPMI, que aprovou o relatório companheiro do deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) e enterrou até mesmo a ideia de mais robustas investigações: João Pedro (PT-AM), Gim Argello (PTB-DF) e Wellington Salgado (PMDB-MG).</div>
<div>Não por acaso, o obtuso Salgado voltou revisto e ampliado na atual crise, com a seguinte frase, durante o sepultamento das denúncias contra Sarney:</div>
<div>“Meu voto foi como eu avaliei que deveria ser. A crise não vai acabar, mas este capítulo acabou. Estamos aguardando o próximo. Aqui é como um ex-viciado, um dia a cada dia&#8221;.</div>
<div>Viram como mesmo a vergonha na cara já foi para o vinagre? Afinal, atividade parlamentar para esses aí tornou-se a mera e mísera espera pelo escândalo seguinte.</div>
<div>Pois isso dá mais mídia e holofotes do que legislar pelo Brasil.</div>
<div>
<div><a id="a_img_144770" onclick="votarPost(1, 44770)" onmouseover="showStarPost(1, 44770)" onmouseout="hideStarPost(44770, 0)" href="javascript:%20void(0)"><img id="star_144770" src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/icon02.gif" border="0" alt="" /></a> <a id="a_img_244770" onclick="votarPost(2, 44770)" onmouseover="showStarPost(2, 44770)" onmouseout="hideStarPost(44770, 0)" href="javascript:%20void(0)"><img id="star_244770" src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/icon02.gif" border="0" alt="" /></a> <a id="a_img_344770" onclick="votarPost(3, 44770)" onmouseover="showStarPost(3, 44770)" onmouseout="hideStarPost(44770, 0)" href="javascript:%20void(0)"><img id="star_344770" src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/icon02.gif" border="0" alt="" /></a> <a id="a_img_444770" onclick="votarPost(4, 44770)" onmouseover="showStarPost(4, 44770)" onmouseout="hideStarPost(44770, 0)" href="javascript:%20void(0)"><img id="star_444770" src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/icon02.gif" border="0" alt="" /></a> <a id="a_img_544770" onclick="votarPost(5, 44770)" onmouseover="showStarPost(5, 44770)" onmouseout="hideStarPost(44770, 0)" href="javascript:%20void(0)"><img id="star_544770" src="http://www.dzai.com.br/static/imgs/icon02.gif" border="0" alt="" /></a></div>
<p><span>Votos: </span><strong id="tot_votos_44770">0</strong></div>
</div>
<div id="div_comentarios_menu_44770"><!-- Fim menu_coments --><br />
<input id="cod_pos_0" type="hidden" value="44770" /></div>
<p><!-- Fim div_coments --></p>
<div><strong>27 de agosto de 2009</strong></div>
<h1 style="float: none;">Senado: tá normal ou tá funcionando?</h1>
<p align="center"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><img src="http://www.clesio.net/cn/media/revista/RenanCalheirosComSono.jpg" alt="" /></span></p>
<p align="center"><span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;">Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Depois do sumário sepultamento das denúncias contra Sarney e da mesma destinação à represália do PMDB contra Arthur Virgílio, a febre do momento no Senado é invocar-se a ansiada normalidade da Casa. </span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Quer se fazer crer que o mero aterramento de tão eloquentes denúncias sob aquela cúpula abobabada &#8211; e abobada por patológica letargia &#8211; vão garantir a retomada dos trabalhos. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><br />
Sim, nobre leitor. Trabalho. Labuta. Pleno exercício. Efetividade&#8230; Isso que você conhece bem, e que não se casa muito com a Casa.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">A propósito, discursos e pronunciamentos de suas excelências são sempre registros antológicos para se aferir como anda o clima da instituição e sua disposição em ser produtiva.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Então, vamos à explanação de Renan Calheiros (PMDB-AL), figura tão emblemática dessa e de outras crises:</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">&#8220;O programa de modernização liderado pelo Presidente do Senado e do Congresso Nacional, Senador José Sarney, objetiva preliminarmente convencer a todos da necessidade de mudanças nos processos da instituição (administrativos, legislativos, fiscalizadores e políticos), a fim de tornar o Parlamento apto a decidir com rapidez sobre matérias cada vez mais urgentes, heterogêneas e altamente especializadas, como exige a dinâmica dos acontecimentos&#8221;.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Eis a fala de Renan, proferida em 10 de agosto.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Mas&#8230; alto lá! 10 de agosto? Uma segunda-feira? Senadores em plenário, falando de mudanças??? Algo estranho no ar, não?</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Ah, perdão. Esqueci de contar um &#8220;pequeno&#8221; detalhe: esse discurso de Renan de fato aconteceu em 10 de agosto&#8230; </span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">&#8230; de 1995!</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Na ocasião, Renan apresentava conclusões da PRIMEIRA ETAPA de trabalho da assessoria especial de modernização, criada pelo ato 8/95 da Comissão Diretora.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">E lá se vão 14 anos&#8230; </span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Alguns pontos demandam esclarecimentos (e vou perguntar logo antes que o Duque engavete o blog): </span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">1º) Será que a SEGUNDA ETAPA ou mesmo a CONCLUSÃO desse &#8220;esforço&#8221; ainda demoram?</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">2º) O que quer dizer exatamente &#8220;&#8230;tornar o Parlamento APTO a decidir com RAPIDEZ sobre matérias cada vez mais URGENTES, heterogêneas e altamente especializadas, como exige a DINÂMICA dos acontecimentos&#8221;?</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">3º) Se os termos APTO, RAPIDEZ, URGENTES e DINÂMICA mostram-se tão incompreensíveis, há que se definir também o que seja NORMALIDADE, na perspectiva do Senado.</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Enquanto isso, o aterro da Casa ameaça arrebentar&#8230;</span></p>
<p align="justify">
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">&#8230; mas o cheiro de mussarela, orégano, cebola e pastelão disfarçam bem.</span></p>
<p align="justify">
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">***************************************************</p>
<p></span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><img src="http://tbn1.google.com/images?q=tbn:QJoNPPG-tSQIPM:http://carloscorrea.files.wordpress.com/2007" alt="" /></span></div>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"> </span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"><br />
<span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">É, Suplicy. Se “cantar pra subir” não funcionou, nada como apelar ao futebol, certo?</span></span><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"></p>
<p>No entanto, uma Casa que não teve competência para dar nem cartão amarelo pelas caneladas de Sarney, vai querer dar cartão vermelho no apagar das luzes?</p>
<p>Suplicy parece até bem intencionado nas suas exóticas intervenções, mas a atitude, de novo, não passa do famoso “jogar para a torcida”.</p>
<p>E olha que ninguém pediu a expulsão de Sarney, eu insisto. “Apenas” a investigação de todas as vezes que “entrou por trás” na moralidade pública e administrativa.</p>
<p>A propósito, o vermelho do cartão de Suplicy é o mesmo do PT, que nos deixou vermelhos de raiva e de vergonha ao amarelar no Conselho de Ética, pelas mãos do seu rigoroso comandante Lula e pela sua reserva Dilma. </span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Pois no timaço do presidente hoje, é Sarney, o PMDB e o resto.</span></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">Fonte: www.dzai.com.br<br />
</span></div>
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		<title>Prefeitos voltam a cobrar repasse do governo federal</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 11:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os municípios brasileiros estão novamente com o pires na mão em busca de pelo mais R$ 800 milhões, somente para os meses de julho e agosto, para a complementação da diferença dos valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 2008 para 2009, em razão da queda provocada pela crise financeira mundial. O governo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os municípios brasileiros estão novamente com o pires na mão em busca de pelo mais R$ 800 milhões, somente para os meses de julho e agosto, para a complementação da diferença dos valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 2008 para 2009, em razão da queda provocada pela crise financeira mundial. O governo federal se comprometeu a pagar a diferença, mas errou feio no cálculo. Somente de janeiro a junho, o repasse chegou a R$ 953 milhões, ou seja, só restou R$ 37 milhões do total de R$ 1 bilhão que tinha sido incluído no orçamento da União para essa despesa, anunciado com festa e banda de música. O cálculo foi feito pela Associação Mineira dos Municípios (AMM), que iniciou, ao lado de outros estados, uma verdadeira peregrinação para garantir a suplementação orçamentária para o cumprimento da promessa. Até agora, no entanto, não existe luz no fim do túnel.</p>
<p>O superintendente da AMM, Waldir Silva Salvador de Oliveira, explicou que é necessária uma solução imediata, porque 70% dos municípios mineiros têm como principal fonte de renda os recursos do FPM. “Com a crise mundial e a falta de perspectiva de mais recursos, fica difícil até mesmo o cumprimento da lei de responsabilidade fiscal”, afirma Oliveira.</p>
<p>Para demonstrar a gravidade da situação, basta fazer uma simples análise dos dados. O governo tem apenas R$ 37 milhões em caixa, mas para cumprir a promessa deveria repassar, este mês, aos 5.561 municípios um total de R$ 381 milhões, referente ao acumulado de janeiro a julho. E pior. Se considerar também agosto, para repasse em setembro, serão necessários outros R$ 500 milhões, o que totaliza R$ 881 milhões, de acordo com dados da AMM.</p>
<p>Na terça-feira, o prefeito Luiz Fernando de Oliveira (PMDB), de Descoberto, na Zona da Mata, demonstrou todo o seu desespero. Segundo ele, em relação ao ano passado, a perda mensal média de 2009 é próxima de R$ 50 mil para a cidade de 4,8 mil habitantes. “Para se ter uma ideia, em fevereiro do ano passado o repasse do fundo foi de R$ 414 mil e no mesmo mês deste ano, de R$ 365 mil. Apenas o mês de maio apresentou uma melhora, com nova queda em junho”, explica o prefeito. Ele afirma que mais de 70% de sua receita vem do FPM, sendo que o restante é repasse do ICMS. Soma-se a isso o fato de a folha de pagamento de pessoal abocanhar 39% do total do orçamento municipal. “A reposição de julho prevista para nossa prefeitura é de apenas R$ 20 mil, que é menos da metade da perda.”</p>
<p><strong>Água fria</strong></p>
<p>O Tesouro Nacional, responsável pelos repasses do fundo, informou que não tem uma posição oficial sobre os demais valores. Um balde de água fria que faz com que os prefeitos se agarrem na possibilidade de contar com o apoio da Câmara e Senado para garantir uma nova suplementação orçamentária. “Eles não podem ser contra”, desabafa Waldir Oliveira. Nessa esteira, ele afirma que a solução definitiva para os problemas das administrações municipais é pôr fim à centralização da receita na mão de governo e estados, uma velha luta dos prefeitos. “Acho que eles querem ver eternamente os prefeitos estendendo o pires, o que é uma falta de visão.”</p>
<p>Mesmo sem uma perspectiva clara, Waldir Oliveira aposta que o governo federal vai cumprir sua palavra: “Basta uma canetada numa medida provisória que o problema está resolvido”, ensina. Procurado, o Ministério do Planejamento não retornou a ligação do Estado de Minas.</p>
<p>Fonte: Jornal O Estado de Minas</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil covarde, por Guilherme Fiuza</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/08/brasil-covarde/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/08/brasil-covarde/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 11:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Guilherme Fiuza* </p>
<p>Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras.
Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo.</p>
O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>Guilherme Fiuza* <a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SoBz3iMu3-I/AAAAAAAAFVM/iHBf9H8Ai6I/s1600-h/xÃ´+1.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368418153735839714" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 133px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SoBz3iMu3-I/AAAAAAAAFVM/iHBf9H8Ai6I/s200/x%C3%B4+1.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Em defesa de José Sarney, Collor mandou Pedro Simon engolir suas palavras.<br />
Simon voltou a falar, mas engoliu. Em seco. Depois relatou que teve medo.</p></div>
<div>O olhar vidrado de Collor lembrou ao senador gaúcho o crime cometido pelo pai dele, Arnon de Mello, que matou um colega no plenário. Simon achou que podia ter o mesmo fim trágico.</div>
<div>Trágico mesmo nessa história é o medo do valente Pedro Simon.</div>
<div>Acabaram-se os homens públicos, acabou-se o espírito público.<br />
Se um Collor babando de ódio é suficiente para calar um democrata, a democracia será regida pelos psicopatas.</div>
<div>Collor disse a Simon que não se atrevesse a repetir o seu nome, nunca mais.<br />
A intimidação fez efeito, e Simon não mais pronunciou o nome do colega.</div>
<div>Se ainda existissem homens públicos, Pedro Simon, ou qualquer outro senador, deveria ter respondido imediatamente a Fernando Collor de Mello (este é o nome dele): o Senado é uma alta representação do povo, os que lá estão têm nomes, e no dia em que algum deles não puder ser pronunciado a democracia terá morrido.</div>
<div>Vamos repetir o nome do senador que não quer ser mencionado, e que foi obedecido por Pedro Simon: Fernando Collor de Mello. É muito importante<br />
pronunciar este nome, para que ele não seja esquecido jamais.</div>
<div>Fernando Collor de Mello é o ex-presidente da República que acreditou poder governar na marra, com medidas truculentas como o confisco da poupança dos brasileiros, e que julgou poder usar o mandato popular como instrumento privado em benefício próprio. Ao lado de seu famoso tesoureiro, Paulo César Farias, condenado por corrupção, Fernando Collor de Mello foi acusado em vários processos de lesar a administração pública, teve que renunciar, e foi condenado no Senado à perda de seus direitos políticos por oito anos.</div>
<div>Collor foi absolvido na Justiça, cumpriu a pena política e conseguiu voltar a se eleger. Estava no seu pleno direito. Era hora dos incomodados se calarem.</div>
<div>Ao entrar no plenário do Senado bufando, tentando intimidar, ameaçando com chantagens e perseguições, este homem está dizendo o seguinte ao país: não quer ser tratado como um democrata, quer ser tratado como bandido.</div>
<div>Entre o medo de Pedro Simon e a apatia da opinião pública, Fernando Collor de Mello (este é o seu nome) saiu de cabeça erguida do Senado. O terror venceu.<br />
E no dia seguinte, foi recebido discretamente por ninguém menos que sua &#8220;santidade&#8221;,<br />
o presidente Luiz Inácio Lula da Silva</div>
<div>O velho, o desclassificado, o inacreditável Collor canta de galo no Senado Federal, e o Brasil assiste. O Brasil é covarde.</div>
<div>É por isso que José Sarney sobe à tribuna e mente à vontade. Não tem problema ele dizer que não tem nada a ver com Agaciel e a farra do tráfico de influência.<br />
O Brasil sabe de tudo. Mas a covardia abençoa os cínicos.</div>
<div>Se Collor pode fazer discurso de bandido no Senado e ser recebido em seguida por Lula, por que implicar com as molecagens da família Sarney?</div>
<div>O melhor é ligar a TV e assistir à marmelada no Conselho de Ética com pipoca e Coca-Cola.</div>
<div>PS: O nome do senador impronunciável é Fernando Collor de Mello.</div>
<div></div>
<div>*Guilherme Fiuza é Jornalista e Escritor. É autor do livro &#8220;Meu Nome não é Johnny&#8221;, adaptado para o cinema.</div>
</div>
<div><img src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7439133530673083883-1377488963639030832?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>Brasil e México defendem pressão internacional pela volta de Zelaya</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 18:52:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Brasil e o México voltaram a condenar hoje (23) o que classificam de &#8220;golpe de Estado” contra o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, deposto no dia 28 de junho passado.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e a secretária de Relações Exteriores do México, Patricia Espinosa Cantellano, defendem que a comunidade internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1803" title="Zelaia" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/07/Zelaia1.jpg" alt="Zelaia" width="93" height="88" />O Brasil e o México voltaram a condenar hoje (23) o que classificam de &#8220;golpe de Estado” contra o presidente de Honduras, Manuel Zelaya, deposto no dia 28 de junho passado.</p>
<p>O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, e a secretária de Relações Exteriores do México, Patricia Espinosa Cantellano, defendem que a comunidade internacional empreenda esforços para obrigar o governo interino a aceitar a volta de Zelaya ao país para reassumir a presidência.</p>
<p>“Reiteramos nossa enérgica condenação ao golpe de Estado em Honduras e nosso respaldo ao presidente constitucional, Manuel Zelaya, que deve ser restituído ao cargo de forma imediata e incondicional”, afirmou Patricia Cantellano, após tratar do assunto com Amorim durante a 2ª Reunião da Comissão Binacional Brasil-México, realizada em Brasília.</p>
<p>“Queremos uma solução pacífica, mas que [contemple] o retorno de Zelaya [à presidência]”, disse Amorim, defendendo que os países que mantêm relações comerciais com Honduras, sobretudo os Estados Unidos e os que integram a Comunidade Européia, pressionem o governo interino a deixar o poder. O Brasil, lembrou Amorim, “fez o que podia”, interrompendo sua cooperação em projetos de interesse de Honduras.</p>
<p>“Os golpistas têm que ter a percepção de que a pressão internacional vai se exercer e que, no futuro, queiram eles ou não, ela terá um efeito prático. Se eles tiverem bom senso, esse tempo será abreviado com a aceitação de propostas que já foram feitas e, em determinado momento, foram aceitas por Zelaya”, disse o ministro brasileiro.</p>
<p>Tanto para Amorim, quanto para Patricia, nem os esforços da Organização dos Estados Americanos (OEA), nem a tentativa do presidente da Costa Rica, Oscar Árias, de mediar uma solução pacífica para o conflito estão esgotados.</p>
<p>“Não creio que se possa dizer que os esforços da OEA não deram resultados. Ainda há coisas para fazer”, disse Amorim. “Se for necessária uma nova decisão da OEA para dar cobertura às ações de todos os países-membros, cada um o fará dentro de suas possibilidades. Não adianta cada país ter uma proposta. Temos que trabalhar em conjunto”, ressaltou Amorim.</p>
<p>“Como instituição, como regime, os golpistas não têm futuro”, destacou o ministro. “O governo golpista é a própria instabilidade. Pode-se imaginar que, no momento, a instabilidade esteja congelada, dando uma falsa ilusão de permanência, mas a comunidade internacional não aceitará um regime que emergiu de um golpe de Estado”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Cãmara Municipal</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 10:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Senado dá passo decisivo para aumentar número de vereadores:</p>
<p>Com o quociente eleitoral recalculado para 25 vagas, o primeiro que voltaria ao Palácio Barbosa Lima seria o ex-presidente da Casa, Vicente de Paula Oliveira (Vicentão, PTB). Depois, entrariam o ex-vereador Juraci Scheffer (PSB) e, na sobra, os suplentes Aparecido Reis Miguel Oliveira (Cido, PMN), João de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Senado dá passo decisivo para aumentar número de vereadores:<a href="http://1.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sgol7_exBDI/AAAAAAAAEmk/x2XiLevamJQ/s1600-h/Vereador.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335118421156758578" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" src="http://1.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sgol7_exBDI/AAAAAAAAEmk/x2XiLevamJQ/s200/Vereador.bmp" border="0" alt="" width="126" height="83" /></a></p>
<p>Com o quociente eleitoral recalculado para 25 vagas, o primeiro que voltaria ao Palácio Barbosa Lima seria o ex-presidente da Casa, Vicente de Paula Oliveira (Vicentão, PTB). Depois, entrariam o ex-vereador Juraci Scheffer (PSB) e, na sobra, os suplentes Aparecido Reis Miguel Oliveira (Cido, PMN), João de Mello (PP), Romilton Faria (PSDB) e Oliveira Tresse (PCdoB).</p>
<p>ELEIÇÕES 2008<br />
Câmara Municipal de Juiz de Fora<br />
Bruno Siqueira – PMDB – PMDB 6.483<br />
Isauro Calais – PMN – PMN / PSDC 4.076<br />
Rodrigo Mattos PSDB – PSDB / DEM / PRB 3.659<br />
Wanderson Castelar – PT – PC do B / PT 3.560<br />
João do Joaninho – DEM – PSDB / DEM / PRB 3.547<br />
José Laerte – PSDB – PSDB / DEM / PRB 3.365<br />
Carlos Bonifácio &#8211; PRB – PSDB / DEM / PRB 3.346<br />
Flávio Cheker -PT – PC do B / PT 3.006<br />
Antonio Martins (Tico Tico) &#8211; PP – PP / PR 2.788<br />
Chico Evangelista PP – PP / PR 2.729<br />
Roberto Cupolilo (Betão) PT – PC do B / PT 2.556<br />
José Emanuel PSC – PSC / PTN 2.535<br />
Noraldino Jr. PSC – PSC / PTN 2.473<br />
Julio Gasparette – PMDB – PMDB 2.400<br />
José S. de Figueirôa Netto – PMDB – PMDB 2.382<br />
Luiz Carlos dos Santos – PTC – PTC / PPS 2.195<br />
José Tarcísio Furtado – PTC – PTC / PPS 2.134<br />
José Mansueto Fiorilo – PDT – PSL / PDT 2.017<br />
Ana Rossignoli – PDT – PSL / PDT 1.792</p>
<p>Por partidos:<br />
PMDB – 3 vereadores;<br />
PSDB-DEM -PRB – 4 vereadores;<br />
PDT – 2 vereadores;<br />
PT – 3 vereadores;<br />
PTC – 2 vereadores;<br />
PSC – 2 veradores;<br />
PP – 2 vereadores.<br />
PMN – 1 vereador.</p>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-7718096751120421218?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>Reforma política</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/05/reforma-politica/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 10:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>I &#8211; A REFORMA POLÍTICA DOS POLÍTICOS: 
Alguns itens da reforma política fatiada que hibernam nas Comissões do Congresso Nacional há mais de dez anos e que, a partir de fevereiro deste ano, estão sendo finalmente debatidos no Congresso: seis projetos de lei e uma emenda à Constituição que tratam desde o financiamento de campanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>I &#8211; A REFORMA POLÍTICA DOS POLÍTICOS: <a href="http://2.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SgSs7p6lRKI/AAAAAAAAEkI/wU1uMWRCFio/s1600-h/Reforma+polÃ­tica.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333577999577334946" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SgSs7p6lRKI/AAAAAAAAEkI/wU1uMWRCFio/s200/Reforma+pol%C3%ADtica.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Alguns itens da reforma política fatiada que hibernam nas Comissões do Congresso Nacional há mais de dez anos e que, a partir de fevereiro deste ano, estão sendo finalmente debatidos no Congresso: seis projetos de lei e uma emenda à Constituição que tratam desde o financiamento de campanha até a inelegibilidade de candidatos condenados em segunda instância. &#8220;Uma reforma política fatiada coincidente com o que nós pensamos no Congresso&#8221;, complementou Michel Temer, o inimigo da reforma política do povo.</p>
<p>II &#8211; A REFORMA POLÍTICA DA OAB:<br />
Alguns itens da reforma política, reivindicados desde 2007 pela OAB, CNBB e por outras entidades representativas da sociedade, os quais continuam engavetados no Congresso: &#8220;Em janeiro de 2007, embora rejeitando a convocação de uma Assembléia Constituinte para tratar exclusivamente da reforma política, a OAB enviou ao Congresso propostas importantes que asseguram a efetivação da Soberania Popular, tais como:<br />
1- fazer com que o plebiscito e o referendo, asim como o sufrágio eleitoral, não dependam, para seu exercício, de decisão do Congresso Nacional, sendo convocados pela Justiça Eleitoral;<br />
2- adotar o sistema francês no financiamento das campanhas eleitorais;<br />
3- instituir a Lei Recall;<br />
4- verticalização;<br />
5- alterar o mandato de Senadores para 4 anos;<br />
6- extinção de suplentes de Senador; e outras mais&#8221;.<br />
Junto às propostas da OAB seguia um belo MANIFESTO AO CONGRESSO NACIONAL: “POR UMA REFORMA POLÍTICA AMPLA, SÉRIA E DEMOCRÁTICA”.<br />
Mesmo assim, decorridos dois anos, tudo permanece na estaca zero.</p>
<p>III &#8211; A REFORMA POLÍTICA DO MPMPL:<br />
Alguns itens reivindicados pelo MPMPL: voto facultativo e distrital; representatividade parlamentar justa e proporcional no Congresso Nacional e nas Assembléias Legislativas Estaduais; extinção da remuneração por ajuda de custo, reuniões extraordinárias e audiências públicas em todas as Casas Legislativas do país; redução do número excessivo de assessores e cargos de confiança em todo o Poder Legislativo; instituição da Lei Recall, etc, etc.</p>
<p>CONCLUSÃO:<br />
Faltando 19 meses para as eleições de escolha do novo presidente da república, dos governadores e dos deputados federais e estaduais, a reforma política, dos políticos ou do povo, continua na estaca zero.<br />
Conforme noticiamos em nosso Boletim anterior (16), o presidente do STF, Ministro Gilmar Mendes, sugeriu-nos que consultássemos um advogado ou a Defensoria Pública para que nos orientasse acerca de nosso questionamento, isto é, a possibilidade de instalar-se uma constituinte exclusiva para debater e aprovar uma reforma política do povo. Como a própria OAB, ninho de advogados e jurisconsultos deste país, rejeita a convocação para a instalação dessa constituinte, como proceder? Lembramo-nos, então, que, em outubro de 2007, o deputado federal Maurício Rands (PT-PE), também membro da OAB, em um de seus estudos jurídicos, defendeu a participação da sociedade para as mudanças de seu interesse e que essa participação poderia ser realizada através de plebiscito destinado à convocação de uma mini-constituinte com poder de delegar essa atribuição a um corpo de representantes populares eleitos para cumprir o mandato em lide.<br />
Estamos, portanto, diante de um impasse: havendo divergência de pontos de vista entre dois advogados da OAB, sendo que um deles é parlamentar do próprio Congresso Nacional, perguntamos: será possível, ou não, fazer a reforma política do povo via plebiscito-mini-constituinte? Passamos a resposta à própria OAB e aos constitucionalistas de boa vontade porque SEM UMA CONSTITUINTE EXCLUSIVA NUNCA TEREMOS REFORMA POLÍTICA DO POVO NESTE PAÍS.<br />
Fonte: <a href="http://www.mpmpl.org/">MPMPL</a></p>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-6020313057753118150?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<item>
		<title>A HERANÇA DE CLODOVIL HERNANDES</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 12:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Recebido por e-mail.</p>
<p>“Quem sabe: a maior obra do Clodovil não será póstuma.</p>
<p>Melhor seria se o numero de deputados fosse proporcional aos habitantes dos estados. Aquele que tiver 15milhões de habitantes teria 15 representantes. A câmara dos deputados seria hoje composta por cerca de 180 parlamentares, de preferência eleitos pelo sistema misto (distrital e proporcional), como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebido por e-mail.</p>
<p>“Quem sabe: a maior obra do Clodovil não será póstuma.</p>
<p>Melhor seria se o numero de deputados fosse proporcional aos habitantes dos estados. Aquele que tiver 15milhões de habitantes teria 15 representantes. A câmara dos deputados seria hoje composta por cerca de 180 parlamentares, de preferência eleitos pelo sistema misto (distrital e proporcional), como é nos países onde a democracia impera pra valer.</p>
<p>Os senadores seriam apenas um por estado, e nada mais. Uma exceção poderia ser concedida aos ex-presidentes: seriam senadores representando a República aproveitando a experiência adquirida no exercício do mandato.</p>
<p>Teríamos que vigiar apenas duzentos e poucos parlamentares, um terço do que temos hoje. Mesmo se continuassem espoliando a nação haveria um ganho maior ou perda menor.</p>
<p>O PROJETO<br />
Em Julho de 2008 o deputado Clodovil Hernandes apresentou à Mesa da Câmara proposta de emenda à Constituição (PEC) para reduzir o número de deputados de 513 para 250. O projeto teve o apoio de 279 parlamentares (eram necessários 172 votos para que fosse apresentado). Não passou, por interesses óbvios. De novo é o gato tomando conta do peixe.<br />
Pelo projeto, nenhuma Unidade da Federação poderá ter menos de quatro deputados nem mais de 35. Hoje, a menor representação tem oito e a maior, 70. Se a PEC passar, haverá corte de 263 deputados e redução de gastos, só em despesas com os parlamentares, de R$ 26,3 milhões por mês. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>De acordo com a ONG Transparência Brasil o custo de cada deputado é de R$ 6,6 milhões por ano! Cada senador é de R$ 33,1 milhões por ano.</p>
<p>Se a emenda Clodovil passasse, a Câmara o Senado fariam uma economia de mais de R$ 3,1 BILHÕES DE REAIS. Isso dá mais ou menos R$ 17,00 por habitante desta nação, cansada e espoliada.</p>
<p>CLODOVIL<br />
Figura inegavelmente polêmica. Mas tinha idéias e coragem, além das suas contradições, tão humanas. Inteligente, com um senso crítico aguçado, ele dizia o que os outros apenas pensavam.</p>
<p>POVO BRASILEIRO<br />
Vamos levantar a bandeira e forçar nossos parlamentares a reabrir o caso. Podemos fazer isso!”</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1162" title="clodovilhernandes1" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/04/clodovilhernandes1.jpg" alt="clodovilhernandes1" width="114" height="157" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O parlamento sangra</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/04/o-parlamento-sangra/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 19:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Alberto de Paula Machado*
O autor da primeira obra sobre Política definiu-a como uma ciência que tem por objetivo a felicidade do homem, dividindo-a em Ética (a felicidade individual) e Política (a felicidade coletiva). Quando Aristóteles escreveu o tratado sobre Política ressaltou que o bem comum está acima do bem particular.
<p></p>
Cento e oitenta e seis diretores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/">Alberto de Paula Machado</a>*</div>
<div>O autor da primeira obra sobre Política definiu-a como uma ciência que tem por objetivo a felicidade do homem, dividindo-a em Ética (a felicidade individual) e Política (a felicidade coletiva). Quando Aristóteles escreveu o tratado sobre Política ressaltou que o bem comum está acima do bem particular.</div>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sey1p9KylPI/AAAAAAAAEbQ/UCZ3_A7rYbY/s1600-h/Congresso+Nacional.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326832191671538930" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sey1p9KylPI/AAAAAAAAEbQ/UCZ3_A7rYbY/s200/Congresso+Nacional.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Cento e oitenta e seis diretores do Senado, com os salários, mas sem a função. Empregada doméstica com salário de assessora de um parlamentar. Deputado proprietário de um castelo pagando serviços privados com dinheiro público. Sogra do senador que há seis anos é funcionária fantasma. Conta do celular usada pela filha, mas paga pela verba pública do senador. Atriz e modelo viajando com passagens pagas pelo Congresso Nacional. Diariamente são descobertos 3,8 casos de corrupção no Brasil, segundo a ONG Transparência Brasil. O filme de horror chegou ao ponto de um respeitável senador sugerir um plebiscito para o fechamento do Congresso!</div>
<div>É de se perguntar por onde anda a Política conceituada por Aristóteles ?</div>
<div>Há uma doença de ordem moral grassando no país. O Parlamento se desmoraliza, perde credibilidade, divorcia-se da sociedade. O Senado Federal, a Câmara dos Deputados, as assembleias legislativas nos estados e as câmaras municipais, a cada dia, são alvo de notícias denunciando funcionários fantasmas, uso indevido de verbas públicas, aposentadorias indevidas, favorecimento pessoal, etc.</div>
<div>O nosso sistema político parece condenado a não funcionar direito. Um candidato tem de fazer tantas concessões, tem que gastar tanto dinheiro, que acaba refém de interesses de grupos. O nosso sistema eleitoral faz com que não exista um compromisso real entre o eleitor e o eleito. E este acaba fazendo o que é melhor para seus interesses. O sistema representativo brasileiro não representa ninguém.</div>
<div>A maneira sinuosa com que os partidos executam suas manobras no teatro político, fazendo e desfazendo alianças, longe de mostrar compromissos sérios com os interesses da sociedade, apenas exibem seus interesses individuais ou de grupos, agindo abertamente para acomodar interesses e correligionários, indiferentes ao julgamento que a sociedade pode fazer de seus atos. Esse sistema decretou a morte da política com P maiúsculo.</div>
<div>Apesar de todas essas mazelas, é preciso que se diga que ainda a democracia é o melhor sistema, pois, como disse Winston Churchill, “a democracia é a pior de todas as formas imagináveis de governo, com exceção de todas as demais que já existiram”.</div>
<div>Mas não pode haver democracia sem respeito ao Parlamento. E não há como haver respeito ao Parlamento se todos os dias revela-se algo que se fez de errado ali.</div>
<div>Há um enorme risco institucional embutido nessa sucessão de escândalos sem fim. A ausência de medidas eficazes, legais ou administrativas, para impedir, investigar e processar rapidamente os casos está levando a uma perda de legitimidade na autoridade. A cada escândalo o edifício da democracia é solapado e seus alicerces são corroídos.</div>
<div>Os mecanismos de fiscalização do Estado são muito eficientes para punir o cidadão comum, mas absolutamente ineficazes para combater a chaga que consome o país: a corrupção, seja ela sob a forma de apropriação direta de recursos públicos ou sob formas mais brandas (mas tão nocivas quanto a primeira) como o favorecimento pessoal, a facilitação de contratos públicos com correligionários, com financiadores de campanha, etc.</div>
<div>A sociedade brasileira precisa romper com sua passividade. Precisamos resgatar a democracia representativa – que é vital para as liberdades democráticas. Ela se tornou refém de uma situação que impede a sociedade de encaminhar suas demandas.</div>
<div>Está mais do que na hora de iniciarmos um amplo debate sobre uma profunda reforma política no país. Uma reforma que coloque o ser humano no centro das ações políticas, em lugar do dinheiro. Para tanto precisamos trabalhar para diminuir a influência do poder econômico nas eleições e no exercício do mandato. Uma reforma que possibilite uma estreita ligação do detentor de mandatos com o eleitor.</div>
<div>*<a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/">Alberto de Paula Machado</a> é Advogado e presidente da OAB Paraná.</div>
<div>Fonte: <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/">Gazeta do Povo</a></div>
<div>Colaboração: <a href="http://www.mpmpl.org/">MPMPL</a></div>
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