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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Jornalismo</title>
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		<title>O Jornalista eo diploma</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 11:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Diploma de jornalista não é garantia de Jornalismo
Antonio Mello*</p>
<p>Não vou entrar aqui no mérito da exigência ou não de diploma de curso superior em Jornalismo para exercer a profissão de jornalista. Se for entrar nessa questão vou me desviar do assunto desta postagem, que é criticar a defesa que a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diploma de jornalista não é garantia de Jornalismo<br />
Antonio Mello*</p>
<p>Não vou entrar aqui no mérito da exigência ou não de diploma de curso superior em Jornalismo para exercer a profissão de jornalista. Se for entrar nessa questão vou me desviar do assunto desta postagem, que é criticar a defesa que a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) faz da tal exigência.<br />
<a href="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sd6JOF6jBGI/AAAAAAAAEXg/jUk0L5rYgco/s1600-h/diploma.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322842684797420642" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 176px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sd6JOF6jBGI/AAAAAAAAEXg/jUk0L5rYgco/s200/diploma.bmp" border="0" alt="" /></a><br />
Que eles defendam o diploma e o nicho de mercado para a profissão (e também para as faculdades catadoras de dinheiro espalhadas pelo país) é problema deles. Minha crítica é quanto ao contexto e aos argumentos utilizados.</p>
<p>Como a votação pelo STF se dará no dia 1° de abril, eles estão comparando o fim da exigência do diploma à implantação de uma ditadura no Brasil, semelhante ao golpe de 1964. Está no texto do folder [o destaque é da Fenaj]:</p>
<ul>
<li>Em 1964, há 45 anos, na madrugada de 1° de abril, um golpe militar depôs o presidente João Goulart e instaurou a ditadura que castigou o Brasil durante 21 anos. A sociedade brasileira pode estar diante de um novo golpe.</li>
</ul>
<p>Peralá. Quer dizer que se o STF disser que não é necessário diploma para exercer o jornalismo no Brasil (não vou nem citar aqui os países em que essa exigência não existe) vamos voltar ao período das trevas, da censura, do arbítrio, da violência, da tortura, do assassinato, da cassação de políticos, da falta de liberdade de expressão etc?&#8230; Não é forçar demais a barra?<br />
Mas, prossegue o folder [o grifo agora é meu]:</p>
<ul>
<li>Desta vez, direcionado contra o seu direito de receber informação qualificada, apurada por profissionais capacitados para exercer o Jornalismo, com formação teórica, técnica e ética.</li>
</ul>
<p>Onde é que nós estamos (ou a Fenaj afirma que estamos) recebendo “informação qualificada, apurada por profissionais capacitados para exercer o Jornalismo, com formação teórica, técnica e ética”? Qual é o veículo em que isso está acontecendo?</p>
<p>Porque as grandes redes de TV, jornal, as revistas, a tal mídia corporativa, enfim, há muito que não produz (ou produz muito pouco) algo que se possa chamar de Jornalismo, com jota maiúsculo.</p>
<p>Não tenho nada contra a exigência ou não de diploma (embora a exigência me pareça apenas uma questão corporativista somada aos interesses dos donos de faculdades de Jornalismo), mas não é o diploma de jornalismo que faz um jornalista. Nem é a defesa desse diploma que qualifica uma associação de classe.</p>
<p>Onde estão os jornalistas quando os repórteres são obrigados a mentir, falsificar, manipular? Onde estão os jornalistas de uma Veja (provavelmente todos com diploma), por exemplo, que permitem que nossa maior revista semanal tenha se transformado no lixo informativo que é hoje?</p>
<p>Onde eles estão quando permitem que esta mesma Veja tenha em seus quadros um jornalista de esgoto, especialista em ofender colegas de profissão, sem que nada seja feito?</p>
<p>Ao sair da Rede Globo o jornalista Rodrigo Vianna (atualmente na Record) afirmou que entrevistas e reportagens em que estivesse envolvido o governador José Serra tinham que passar pelo crivo de Ali Kamel, o diretor-executivo de jornalismo da RGTV, gerando omissões, falsificações, manipulações. Numa hora dessas, de que serve o diploma, se os diplomados entubam e se calam, se os sindicatos sabem do problema e se omitem?</p>
<p>A Fenaj (imagino que os sindicatos do Brasil inteiro também estejam engajados nesta batalha pelo diploma) está perdendo uma grande oportunidade, ao atrelar a qualidade do jornalismo apenas à exigência do diploma. A internet, as rádios comunitárias, a mídia livre, já atropelou esse “jornalismo chapa sindical” há muito tempo. Mas, eu pelo menos, esperava uma ampliação de horizontes, que essa exigência do diploma viesse acompanhada de um código de ética da profissão, que não permitiria aos alikamels da vez detonarem com o jornalismo plural e informativo – este sim, o verdadeiro jornalismo. Será pedir demais? Ou o negó$$io é só o diproma, e vice-versa?<br />
Fonte: <a href="http://blogdomello.blogspot.com/">http://blogdomello.blogspot.com/</a></p>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-4525949875410148620?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>O Jornalista e o diploma</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/04/o-jornalista-e-o-diploma-5/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 10:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Jornalista, só com diploma&#8221;,
Sérgio Murillo de Andrade*

Em 1964, há 45 anos, na madrugada de 1º de abril, um golpe militar depôs o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil. Naquela época, todos os setores, inclusive o Jornalismo, e liberdades democráticas foram atingidas e sofreram por mais de duas décadas.
Em 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>&#8220;Jornalista, só com diploma&#8221;,</div>
<div><a href="http://www.blogger.com/sergio@fenaj.org.br">Sérgio Murillo de Andrade</a>*<br />
<a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SdKYEfvRQOI/AAAAAAAAETc/XVJtX_Qg5Ec/s1600-h/Diploma.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319481312884637922" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SdKYEfvRQOI/AAAAAAAAETc/XVJtX_Qg5Ec/s200/Diploma.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Em 1964, há 45 anos, na madrugada de 1º de abril, um golpe militar depôs o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil. Naquela época, todos os setores, inclusive o Jornalismo, e liberdades democráticas foram atingidas e sofreram por mais de duas décadas.</div>
<div>Em 2009, a sociedade brasileira pode estar diante de um novo golpe, mais direcionado que então. Desta vez, especificamente contra o seu direito de receber informação qualificada, apurada por profissionais capacitados a exercer o Jornalismo, com formação teórica, técnica e ética.</div>
<div>A exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, em vigor há 40 anos (1969/2009), encontra-se ameaçada. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará, também em 1º de abril, o recurso que questiona a constitucionalidade da regulamentação profissional do jornalista.</div>
<div>O ataque à profissão é mais um ataque às liberdades sociais, cujo objetivo fundamental é desregulamentar as profissões em geral e aumentar as barreiras à construção de um mundo mais pluralista, democrático e justo.</div>
<div>É importante esclarecer: defender que o Jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa. Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham uma formação de alto nível. Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos Cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do Jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.</div>
<div>O ofício de levar informação à sociedade já existe há quatro séculos. Ao longo deste tempo foi-se construindo a profissão de jornalista que, por ter tamanha responsabilidade, à medida que se desenvolveu o ofício, adquiriu uma função social cada vez mais fundamental para a sociedade. E para dar conta do seu papel, nestes quatro séculos, o Jornalismo se transformou e precisou desenvolver habilidades técnicas e teóricas complexas e específicas, além de exigir, também sempre mais, um exercício baseado em preceitos éticos e que expresse a diversidade de opiniões e pensamentos da sociedade.</div>
<div>Por isso, a formação superior específica para o exercício do Jornalismo há muito é uma necessidade defendida não só pela categoria dos jornalistas. A própria sociedade, recentemente, já deixou bem claro que quer jornalista com diploma. Pesquisa do Instituto Sensus, realizada em setembro de 2008, em todo o país, mostrou que 74,3 % dos brasileiros são a favor da exigência do diploma de Jornalismo. E a população tem reafirmado diariamente esta sua posição, sempre que reclama por mais qualidade e democracia no Jornalismo.</div>
<div>A Constituição, ao garantir a liberdade de informação jornalística e do exercício das profissões, reserva à lei dispor sobre a qualificação profissional. A regulamentação das profissões é bastante salutar em qualquer área do conhecimento humano. É meio legítimo de defesa corporativa, mas sobretudo certificação social de qualidade e segurança ao cidadão. Impor aos profissionais do Jornalismo a satisfação de requisitos mínimos, indispensáveis ao bom desempenho do ofício, longe de ameaçar à liberdade de Imprensa, é um dos meios pelos quais, no estado democrático de direito, se garante à população qualidade na informação prestada &#8211; base para a visibilidade pública dos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas.</div>
<div>A existência de uma Imprensa livre, comprometida com os valores éticos e os princípios fundamentais da cidadania, portanto cumpridora da função social do Jornalismo de atender ao interesse público, depende também de uma prática profissional responsável. A melhor forma, a mais democrática, de se preparar jornalistas capazes a desenvolver tal prática é através de um curso superior de graduação em Jornalismo.</div>
<div>A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.</div>
<div>Somos mais de 60 mil jornalistas em todo o país. Milhares de profissionais que somente através da formação, da regulamentação, da valorização do seu trabalho, conseguirão garantir dignidade para sua profissão, e qualidade, interesse público, responsabilidade e ética para o Jornalismo praticado hoje no Brasil.</div>
<div>E não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a Nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos de interesses privados e motivações particulares. Os jornalistas esperam que o STF não vire as costas aos anseios da população e vote pela manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista no Brasil. Para o bem do Jornalismo e da própria democracia.</div>
<div>*<a href="http://www.blogger.com/sergio@fenaj.org.br">Sérgio Murillo de Andrade</a> é Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas &#8211; FENAJ -</div>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-1766232540979481202?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>O Jornalista e o Diploma</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/o-jornalista-e-o-diploma-4/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 12:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[O CONTROLE DA INFORMAÇÃO – DIPLOMA É RESQUÍCIO DA DITADURA-
Laerte Braga*

<p>A decisão de regulamentar o exercício da profissão de jornalista através da obrigatoriedade do diploma foi tomada na ditadura militar. Ato Institucional nº 5, como forma de controlar a informação e impedir o acesso de críticos do período da boçalidade militar aos veículos de comunicação.</p>
Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O CONTROLE DA INFORMAÇÃO – DIPLOMA É RESQUÍCIO DA DITADURA-<br />
Laerte Braga*</div>
<div></div>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sc7HWiKcHHI/AAAAAAAAESc/yhplUfL_r5Q/s1600-h/Laerte+Braga.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318407399912774770" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 123px; height: 120px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/Sc7HWiKcHHI/AAAAAAAAESc/yhplUfL_r5Q/s200/Laerte+Braga.jpg" border="0" alt="" /></a>A decisão de regulamentar o exercício da profissão de jornalista através da obrigatoriedade do diploma foi tomada na ditadura militar. Ato Institucional nº 5, como forma de controlar a informação e impedir o acesso de críticos do período da boçalidade militar aos veículos de comunicação.</p>
<div>Uma das grandes preocupações dos ditadores e seus sicários era a presença de escritores, pensadores, lideranças políticas, trabalhadores, enfim, daqueles que não pudessem ser controlados ou regidos pelos patrões, então donos da ditadura. Patrocinadores da ditadura.</div>
<div>Transformou-se o ato de pensar, em termos jornalísticos, seja no buscar a notícia, no avaliar o fato, no interpretar, em uma questão técnica. Fale sobre isso em tantas palavras, o espaço é tal, ou você dispõe de dois minutos para expor esse assunto e, o principal, a ótica é essa, a do dono, do modelo.</div>
<div>Os cursos de comunicação foram sucateados na maioria das universidades públicas e na invasão de faculdades privadas. Hoje o jornalista é técnico, até na formação. Especialista. Aquele que tem o dever de saber um pouco de tudo, de indignar-se, de refletir a liberdade, é factótum do dono.<br />
É a característica do jornalismo brasileiro, com exceções evidente. Mas é o padrão imposto pela mídia como fator de dominação e alienação. Tem jornalista especializado em analisar bundas, outros em falar dos castelos de CARAS, outros em transformar porcaria em produtos largamente consumidos e vai por aí afora.</div>
<div>Era o objetivo dos militares, é o objetivo dos que controlam a informação e é a associação com o peleguismo sindical da FENAJ.</div>
<div>Há cerca de uns três anos um diretor de cinema premiado no exterior foi impedido de dar aulas de cinema numa universidade por não ter diploma. Contrataram um técnico que nunca segurou uma câmera.</div>
<div>A campanha da FENAJ – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS – para a manutenção desse instrumento draconiano originado da ditadura é a típica reserva de mercado de pelegos (os que controlam a Federação), a ditadura da mediocridade, o que não significa que todos os jornalistas diplomados assim o sejam.</div>
<div>O instrumento em si, a obrigatoriedade do diploma, é ditatorial. O jornalismo não é como a atividade médica e mesmo assim em muitos países do mundo é possível exercer a medicina sem diploma bastando o notório saber comprovado. Linus Pauling, por exemplo, que estudou e descobriu os efeitos da vitamina C, o que lhe valeu um prêmio Nobel de Medicina, nunca estudou medicina.</div>
<div>Esse argumento de regulamentação não é cabível no ato de pensar e manifestar-se através do que hoje chamam mídia. E ainda há muito o que romper além da barreira do diploma. Há o caso das rádios comunitárias perseguidas como se seus integrantes fossem bandidos – a GLOBO os chama literalmente de bandidos –. E nem falo da televisão.</div>
<div>Na prática a FENAJ associou-se aos donos e lixe-se o direito e o dever, repito, direito e dever de opinar. A capacidade da organização e da formação longe dos bordéis globais, ou dos pastores salvadores de almas e donos de vastas contas bancárias.</div>
<div>No Brasil, independente de pontos de vista – e a diversidade é a essência da democracia, nunca a ditadura do pensamento padrão GLOBO, ou o que seja, RECORD, PSDB, PT, DEM, etc – os grandes nomes do jornalismo não tinham diploma. Millôr Fernandes, por exemplo, sem favor algum, um dos gênios do jornalismo em qualquer lugar do mundo não o tem e sequer tem formação de terceiro grau.</div>
<div>O jornal e logo o jornalista nasceram com a idéia da indignação, ou como diz Millôr, &#8220;a corrupção começa no cafezinho&#8221;. O que se pretende com o diploma ou é o jornalista dócil, submisso – William Bonner e aquele monte de gente da FOLHA, DO GLOBO, DO ESTADÃO, de VEJA, de todos – ou é o relações públicas, o que abre a porta e manda o visitante assentar enquanto vai anotando o que o dono manda que se anote.</div>
<div>Há uma passagem que não se sabe se lenda ou realidade, mas expressa bem isso, sobre a carreira de Chateaubriand. Dizem que numa sexta-feira santa, no início de sua carreira, ávido de agradar ao patrão, recebeu a incumbência de escrever um artigo sobre Cristo e disparou a pergunta: &#8220;contra ou a favor?&#8221;</div>
<div>Não é o diploma que faz o jornalista, como aliás, não é o diploma que faz o médico, o advogado, o engenheiro, quem quer que seja.</div>
<div>É o talento e a capacidade de percepção da vida em seu sentido, sua essência, sua razão de ser e a necessidade da postura crítica e independente.</div>
<div>A luta pela preservação dessa vergonhosa e anti democrática reserva de mercado para o direito de pensar, de escrever, de se expressar em veículos de comunicação tem esse viés autoritário, é típico de uma sociedade cada vez mais desumanizada e que corre às bancas para comprar CARAS e se deliciar com o inatingível, a fantasia, assim submeter-se ao modelo sem contestar, ou que fica plantada diante do diplomado Pedro Bial chamando um grupo de objetos de carne e osso dentro de uma casa de &#8220;heróis&#8221; e &#8220;mártires&#8221;.</div>
<div>É impressionante como essa gente consegue embalar a mentira e vendê-la em caixas belíssimas desenhadas por desenhistas diplomados, vendidas por pelegos sustentados pela categoria sem perceber o engodo, transformando-a em produto democrático, como se democracia fosse produto desse tipo de procedimento.</div>
<div>Cada vez mais voltamos à condição de sociedade tribal e com características diversas daquelas do canibalismo explícito. Hoje ele é implícito e as tribos dispõem do poder, do controle, se ajustaram e se acomodaram nos castelos dessa ordem autoritária em divisões tipo aqui o dono, aqui nesse catre o objeto diplomado – o que se submete – enquanto do lado de fora os que acreditam e agradecem, os objetos moldados segundo a técnica da alienação, do public relations, ou do especialista em relações humanas.</div>
<div>Tem diplomado hoje especializado em ensinar a montar o currículo certo para arranjar o emprego dos sonhos.</div>
<div>Quem resiste, por indignar-se e ser critico da exigência de diploma, está fora. O problema é que o diploma é um modo de controle e o caminho para submeter. Para melhor guiar a &#8220;manada&#8221;.<br />
A chave para rompermos as barreiras impostas pelo modelo atual, perverso, estamos vendo onde reflete a &#8220;crise&#8221;, onde estão os sonegadores – FIESP/DASLU – está no romper essa cadeia de transmissão do mundo pela ótica Bonner, diplomado evidente, que considera o resto como Homer Simpson.</div>
<div>Aceitar esse resquício da ditadura, do mais cruel e sórdido instrumento de barbárie política da História, o AI-5, é como cair de quatro e descobrir que não somos bípedes.<br />
E um aspecto final. Procurem no resto do mundo, mesmo nas nações mais desenvolvidas e capitalistas, onde existe esse tipo de regulamentação. Este tipo, ou seja, aquele que engessa a liberdade de expressão, o modelo FENAJF/GLOBO (e o resto, lógico).</div>
<div>O sindicalismo brasileiro corre o sério risco de inaugurar salão de barbeiro com direito a coquetel em sua sede e divulgar tudo num release feito por um diplomado. Já indignar-se, criar, ser livre.<br />
Isso precisa de &#8220;diploma&#8221;. O do fica quieto e faça o que eu mando. É como querem o jornalista, guiando a &#8220;manada&#8221;.<br />
*Laerte Braga é Jornalista</div>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-3729778950450063841?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>Jornalismo dá prestígio, dinheiro não, com raras exceções</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/jornalismo-da-prestigio-dinheiro-nao-com-raras-excecoes/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 22:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Gelcio Cunha*</p>
Quando o estudante, passando da adolescência para a fase adulta, começa a querer descobrir qual carreira vai seguir, logo aparece a primeira dúvida: qual profissão me dará mais chance de conseguir emprego? &#8211; e quanto conseguirei tirar de salário? &#8211; vou conseguir me manter sem a ajuda dos meus pais? &#8211; será que vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogdogelciocunha.blogspot.com/">Gelcio Cunha</a>*<a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/ScvN9j-P8AI/AAAAAAAAEQs/QcrX6aEK7h0/s1600-h/Jornalista.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317570242553049090" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 148px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/ScvN9j-P8AI/AAAAAAAAEQs/QcrX6aEK7h0/s200/Jornalista.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Quando o estudante, passando da adolescência para a fase adulta, começa a querer descobrir qual carreira vai seguir, logo aparece a primeira dúvida: qual profissão me dará mais chance de conseguir emprego? &#8211; e quanto conseguirei tirar de salário? &#8211; vou conseguir me manter sem a ajuda dos meus pais? &#8211; será que vou poder casar ou dividir um apartamento com a minha namorada? (os tempos mudaram); são as indagações feitas pelo (a) dito-cujo (a). De primeira posso adiantar que jornalismo não é uma profissão para você ganhar dinheiro, embora seja a carreira ideal para ter prestígio. Numa emissora de rádio, por exemplo, o salário médio pago hoje pela maioria não ultrapassa a dois salários mínimos. Quem dá sorte de trabalhar na Globo, como eu, consegue ganhar umm pouco mais, mas é necessário ter muita responsabilidade acima de tudo. Nos meus primeiros anos de Rádio Globo, quando estava começando a aperecer como reporter do Amarelinho (como é chamado o carro de reportagem da emissora) fui comprar pão numa padaria do Meier, na zona norte do Rio, e ouvi quando saia o comentário decepcionado do dono do estabelecimento: &#8220;reporter da Globo e andando com este corcel sem vergonha&#8221;. Na época, casado de novo, meu salário mal dava para pagar aluguel e suprir as necessidades do dia dia. E olha que tinha dois empregos. Com o tempo, a medida que ia me destacando nas reportagens feitas na rua, os convites para trabalhar para políticos começaram a aparecer, mas eu, mineirinho honrado e de boa formação, temia que os convites fossem apenas para falar bem do político, afinal não é de hoje que político e seus assessores de imprensa têm fama de trabalhar pouco ou não trabalhar nada. Só aceitei o primeiro cargo público de confiança &#8211; não resistí, depois que nasceu minha filha Jaqueline e a despesa aumentou, mas como não queria ser fantasma trabalhava as horas exigidas (5 para jornalista) e com isso tinha pouco tempo para estudar mais, me especializar, ter mais lazer. Jornalista de Rádio e TV, ao contrário dos comunicadores de rádio (radialistas) não podiam fazer comercial. Com isso não ganhavam cachê. Uma minoria conseguia ganhar bem, ou muito bem. Na Rádio Globo tinham salários altos, acrescidos dos comerciais que vendiam) comunicadores como Haroldo de Andrade, Paulo Govanni, o locutor esportivo José Carlos Araújo, comentarista Washington Rodrigues &#8211; Apolinho &#8211; Waldir Vieira e Antonio Carlos, este último &#8211; c0m quem tenho a honra de trabalhar &#8211; é visto como o último comunicador desta safra dos chamados monstros sagrados da comunicação pelo rádio. De estilo eclétivo (popular) ele é hoje o comunicador de maior audiência do país (três horas diárias de programa) com uma média, só no Rio, de quase 500 mil ouvintes por minuto. Embora não revele seu salário, é sabido que trata-se do radialista que mais fatura hoje no Brasil. Quanto a TV as equipes de repórteres, redatores e apresentadores, são mais bem pagas que as do rádio &#8211; com algumas poucas exceções. A Rádio Globo é considerada a prima pobre das Organizações Globo (o Jornal também paga melhor &#8211; mas os salários mais altos do jornaismo radiofônico são pagos pela CBN &#8211; Central Brasileira de Notícias &#8211; também da Globo &#8211; a comentaristas que conseguiram mais expressão a nível de Brasil e alguns âncoras também. Em São Paulo o salário médio é maior que no Rio para justificar, inclusive, o fato de Sampa ser mais desenvolvida economicamente que a cidade maravilhosa.</div>
<div>*<a href="http://blogdogelciocunha.blogspot.com/">Gelcio Cunha</a> é Jornalista</div>
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		<title>Jornalismo: vocação, talento e vontade</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 09:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
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As pessoas me perguntam: o que é necessário para se dar bem na profissão de jornalista? &#8211; e eu, depois de quase 30 anos de carreira, respondo de forma simples e objetiva, como deve ser o profissional de jornalismo. É necessário ter vocação, talento e vontade. Quando ainda fazia o curso científico no Colégio [...]]]></description>
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<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/ScleRd3-eSI/AAAAAAAAEQU/k0iQpPlifpQ/s1600-h/Jornalista.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316884489257777442" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 148px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/ScleRd3-eSI/AAAAAAAAEQU/k0iQpPlifpQ/s200/Jornalista.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>As pessoas me perguntam: o que é necessário para se dar bem na profissão de jornalista? &#8211; e eu, depois de quase 30 anos de carreira, respondo de forma simples e objetiva, como deve ser o profissional de jornalismo. É necessário ter vocação, talento e vontade. Quando ainda fazia o curso científico no Colégio Além Paraíba, em Além Paraíba, Minas Gerais, viví um conflito comigo mesmo; meu pai queria que eu fosse maestro, afinal para que me formei em piano, teoria e harmonia musical, cursando 12 anos o Conservatório Brasileiro de Música? &#8211; só que no meu íntimo, a profissão que eu queria era o jornalismo. E mesmo tendo passado no vestibular de música para a UFRJ, deixando o meu pai muito feliz, acabei optando pelo jornalismo, cujo vestibular fui aprovado uma semana depois, para uma faculdade paga, particular. Meu pai, então, mesmo tendo num primeiro momento ficado contrariado, entendeu minha escolha e se esforçou o máximo, primeiro para conseguir o dinheiro da matrícula e depois para me manter no Rio. Mesmo eu tendo conseguido crédito educativo, que ele mesmo pagou durante os 4 anos que sucederam minha formatura, a despesa para manter um filho estudando numa cidade grande era (e continua sendo né) muito grande para quem não é de família rica. Mas o pouco entusiamo em relação a carreira escolhida por mim durou somente 7 ou 8 meses. Assim que no segundo período da faculdade, saiu na primeira página do ZN Jornal &#8211; um jornal do bairro de Madureira e adjacências, na zona norte do Rio de Janeiro, a minha primeira reportagem num jornal, a empolgação começou. Eu mesmo entregando um troféu (Troféu ZN Jornal) ao Galinho de Quintino, Zico, no início da carreira, que na época já se transfomara no maior craque do Flamengo, o clube mais popular do país. Quem poderia imaginar que aquele garoto franzino, descoberto pelo inesquecível Celso Garcia, se transformaria no maior ídolo da história do mais querido e um dos maiores do futebol mundial, com estátua até no Japão? &#8211; mas voltando a minha carreira, levei para Além Paraíba, 50 exemplares do ZN Jornal e a minha querida mãe &#8211; &#8220;Dona Carmita&#8221; ( na época Dona Chepa fazia sucesso numa novela da Globo) tratou de espalhar entre as amigas o jornal que trazia o filho dela ao lado do Zico, no Maracanã. Depois tanto ela como meu pai &#8220;Seu Guanair&#8221;, passaram a acompanhar com muito entusiasmo a carreira do filho, principalmente depois que ele conseguiu emprego na emissora que depois dos áureos tempos da Rádio Nacional, se transformou na de maior audiência e maior prestígio do país, a Rádio Globo AM do Rio de Janeiro. Com o passar do tempo fui descobrindo que a escolha foi certa e para estar até hoje fazendo parte do elenco da Rádio Globo, atualmente com programação nacional numa rede de mais de 30 emissoras espalhadas pelo país, não tenho dúvida que para se dar bem na profissão é necessário VOCAÇÃO &#8211; voce precisa gostar muito do que faz &#8211; Talento &#8211; ter jeito pra coisa &#8211; e Vontade &#8211; dar o máximo que puder para vencer na atividade.</div>
<div>*<a href="http://www.blogdogelciocunha.blogspot.com/">Gélcio Cunha</a> é Jornalista</div>
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		<title>O Jornalista e o diploma</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 08:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Diploma de jornalismo:Fenaj teme a decisão do Supremo</p>
Por: Haroldo Mendes
A Fenaj está morrendo de medo do julgamento final pelo STF sobre a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista para o exercício da profissão. Ela sabe que a tendência do Supremo é banir de vez esse entulho grotesco, filho da ditadura militar. A exigência do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SbVS_8MEgDI/AAAAAAAAEKs/wWNwZi__4zc/s1600-h/Diploma+2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311242593995358258" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 116px; height: 116px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SbVS_8MEgDI/AAAAAAAAEKs/wWNwZi__4zc/s200/Diploma+2.jpg" border="0" alt="" /></a>Diploma de jornalismo:Fenaj teme a decisão do Supremo</p>
<div>Por: Haroldo Mendes</div>
<div>A Fenaj está morrendo de medo do julgamento final pelo STF sobre a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista para o exercício da profissão. Ela sabe que a tendência do Supremo é banir de vez esse entulho grotesco, filho da ditadura militar. A exigência do diploma, além de ser aviltante num país como o nosso, ainda por cima fere a Constituição Federal de 1988. E mais: de que será que os fenajistas têm tanto medo? Por que lhes causa tanto temor a possibilidade de gente especializada, e talvez mais qualificada, vir a trabalhar nos jornais, revistas, emissoras de rádio e TV?A cantilena arrogante de dizer que a informação ficará comprometida com o fim da exigência do diploma não condiz com a realidade das redações. Sabemos que a maioria dos estudantes que saem das faculdades de comunicação não tem a mínima condição de entrar no mercado de trabalho. Se alguém duvida, pergunte aos chefes de redação e donos de jornais e eles comprovarão o que estou dizendo.</div>
<div>Eles afirmam também que quem está mais interessado em banir o diploma são os empresários de comunicação e que sem o diploma haverá exploração de mão de obra barata e excessos nas horas-extras. Mentira. As convenções coletivas garantem o piso da categoria e há normas bem definidas para pagamento de horas-extras. Na verdade quem perde com o fim da exigência do diploma são os &#8220;filhinhos de papai&#8221;, os &#8220;mauricinhos&#8221; que buscam exercer a profissão por pura vaidade, mas sem nenhum talento para isso. Entretanto, do lado oposto, com a permanência do diploma os diplomados, mesmo sem talento, serão os únicos a entrarem na profissão!</div>
<div>Democracia e liberdade</div>
<div>Como podemos ver, a coisa não é do jeito que a Fenaj coloca. Ela, como sempre fez, esboça um discurso dúbio para a sociedade tentando se passar por vítima, quando na verdade é a grande vilã da história, amordaçando a liberdade de imprensa e matando o talento de gente vocacionada que nasceu para o jornalismo.</div>
<div>Acredito que o Supremo Tribunal Federal será coerente com a aspiração democrática do povo brasileiro. Ele saberá dar uma resposta clara e incisiva aos pelegos de plantão da Fenaj e optará pelo banimento de todo e qualquer vestígio dos tempos tenebrosos da ditadura militar.</div>
<div>Que as trevas se afastem com a chegada da luz, que a democracia e a liberdade de imprensa reinem em nossa nação!</div>
<div>Fonte: AESP</div>
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		<title>Jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 08:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Dia Nacional do Jornalista tem parecer
&#8220;Não há exagero em afirmar que a profissão de jornalista é essencial ao Estado Democrático de Direito e à própria democracia. Na sociedade contemporânea, informação é poder – o que confere ao trabalho de apurar e disseminar informações o caráter de atividade fundamental para o processo democrático”. Foi com esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia Nacional do Jornalista tem parecer<br />
&#8220;Não há exagero em afirmar que a profissão de jornalista é essencial ao Estado Democrático de Direito e à própria democracia. Na sociedade contemporânea, informação é poder – o que confere ao trabalho de apurar e disseminar informações o caráter de atividade fundamental para o processo democrático”. Foi com esta premissa que o deputado Fernando Ferro (PT-PE) apresentou o projeto de lei (PL 5015/05), que institui o dia 7 de abril como o Dia Nacional do Jornalista. A data faz alusão ao aniversário da Associação Brasileira de Imprensa.</p>
<p>O projeto tem tramitação conclusiva e encontra-se na comissão de Educação do Senado. O relator, Senador Gerson Camata (PMDB-ES), apresentou voto favorável na segunda-feira (2) à proposta, e lembrou o centenário da ABI completado em 7 de abril de 2008, afirmando que a entidade “conta com o respeito e admiração de toda sociedade brasileira”, principalmente pela defesa que faz do Estado de Direito.</p>
<p>O deputado Fernando Ferro afirma que o jornalismo é hoje talvez o principal instrumento de viabilização do exercício dos direitos e garantias fundamentais da liberdade de imprensa, de opinião e expressão. Ele comemora o fato de ter sido procurado pela categoria para elaborar esta proposta. “No Brasil, há uma série de datas tidas como comemorativas da profissão de jornalista. Contudo, a reconhecida pela categoria e divulgada porsuas entidades de classe é o dia 7 de abril.</p>
<p>Desse modo, a fixação em lei federal de um dia nacional dedicado aos jornalistas tem o objetivo de definir uma data uniforme para o País render homenagem a essa profissão, tão essencial à democracia e, ao mesmo tempo, tão dura e desgastante para os que a desempenham. A escolha do dia 7 de abril, atende ao desejo da categoria”, finaliza.<br />
Fonte: Agência Câmara</p>
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