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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Educação</title>
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		<title>Pós Graduação gratuita em meio ambiente</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 18:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) recebe até sexta-feira (28) as inscrições para o processo seletivo do curso de Pós-Graduação Lato sensu em “Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional”, organizado pelo departamento de Geociências, vinculado ao Centro de Ciências Humanas (CCH). O curso é gratuito e serão oferecidas trinta vagas. O objetivo principal é a melhoria da qualificação de professores da Geografia e áreas afins que atuam, em especial, no ensino médio e fundamental.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas na sala 19, prédio 2 do Campus Universitário Professor Darcy Ribeiro, das 14 às 18 horas. Os candidatos devem apresentar cópias do diploma e do histórico escolar do curso de graduação; comprovantes de votação das últimas eleições (2008); documento de identidade, CPF e certidão de nascimento ou casamento; foto 3&#215;4 recente; e currículo (comprovado e encardenado).</p>
<p>A seleção dos candidatos será feita por uma comissão constituída pelo coordenador do curso, professor Marcos Esdras Leite, e por três docentes com titulação de mestre ou doutor, todos vinculados ao departamento de Geociências.</p>
<p>O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 1º de setembro, no próprio departamento. As matrículas dos aprovados devem ser efetuadas no dia seguinte. Com início previsto para 8 de setembro, as aulas serão ministradas sempre às sextas-feiras (horário noturno) e aos sábados (em período integral).</p>
<p>Fonte: Agência Minas</p>
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		<title>Escolas privadas já vendem método didático à rede pública</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 14:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Com a presença consolidada em boa parte das escolas particulares do país &#8211; segundo levantamento da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino (Abrase), na região Sudeste, a participação chega a 50% -, os sistemas baseados na dobradinha material didático próprio e consultoria especializada miram agora a oferta de suas apostilas, treinamentos e seminários nas escolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a presença consolidada em boa parte das escolas particulares do país &#8211; segundo levantamento da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino (Abrase), na região Sudeste, a participação chega a 50% -, os sistemas baseados na dobradinha material didático próprio e consultoria especializada miram agora a oferta de suas apostilas, treinamentos e seminários nas escolas públicas. Um mercado ainda pouco explorado, que representa menos de 10% da carteira dos sistemas, formada hoje por aproximadamente 2 milhões de alunos distribuídos por 2.500 escolas. </p>
<p>O diretor do Sistema Anglo de Ensino, Guilherme Faiguenboim, classifica as escolas públicas, em especial as municipais, como um nicho promissor. “É um mercado que está começando agora, com enorme potencial de crescimento”, avalia o diretor, que é presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino (Abrase).<br />
Para disputar esse mercado, a Kroton Educacional, dona da marca Pitágoras, criou este ano a Projecta e já tem equipe trabalhando na adequação de seu material didático para a seleção do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). “O momento atual, em que o Governo federal está focado na melhora dos indicadores da qualidade de ensino, é favorável para o crescimento na rede pública”, avalia a vice-presidente da Kroton Educacional, Alícia Figueiró. “Muitas vezes, só o livro não resolve. O professor precisa de treinamento e apoio pedagógico. Também trabalhamos muito a questão da gestão, do relacionamento com a comunidade. Entregamos uma solução”, garante.<br />
Segundo Alícia Figueiró, os sistemas de ensino não se restringem aos livros apostilados. De acordo com a vice-presidente da Kroton, a marca Projecta trabalha com duas soluções voltadas para a rede pública. Nos municípios mais ricos, onde a arrecadação é maior, em geral adota-se a solução completa, com material didático e consultoria, diz. Já nas cidades com arrecadação menor, há a consultoria e o apoio pedagógico, mas o material distribuído pelo MEC é aproveitado. “Fornecemos o serviço”, aponta.<br />
Em outra frente, a Kroton já tem equipe de sua editora trabalhando para adequar o material da Projecta para estrear na seleção do MEC para o PNLD. “Vamos credenciar os nossos livros no programa. Caso sejam selecionados, poderemos oferecer o serviço à parte”, adianta. Engatinhando, a marca Projecta tem hoje pouco mais de 15 mil alunos,volume modesto perto dos 227 mil da Rede Pitágoras.<br />
A rede municipal de ensino também está na mira do Sistema Brasileiro de Ensino (SEB). “Como a penetração nas escolas municipais é baixa, há um mercado enorme para se trabalhar”, avalia o diretor Financeiro e de Relações com Investidores do SEB, Marco Flávio Tenuto Rossi. As escolas municipais somam 25 milhões de alunos, cita. “Já os estados são mais complicados para se trabalhar, a burocracia é maior, e é mais difícil de se chegar a um acordo. Por isso priorizamos as cidades, onde o processo de tomada de decisão é menos complicado”, relata.<br />
O diretor geral do Sistema Uno, Vicente Avanso, conta que o segmento das prefeituras vem sendo trabalhado por meio da marca Uno Público. “Hoje, 20% dos nossos 120 mil alunos estão nas escolas públicas”, contabiliza Avanso, que também vê nas escolas municipais a principal oportunidade de crescimento para os sistemas. “Fechar um Estado inteiro é uma pretensão muito grande. Seria complicado fazer uma prestação de serviço condizente em uma rede tão grande”, pondera o diretor.<br />
Para o presidente da Abrase, o mercado privado já foi bem explorado. “Nas escolas particulares, já tivemos um crescimento importante. Cerca de 30% utilizam os sistemas de ensino, que têm presença mais forte principalmente no Centro e Sudeste do país, onde a participação é maior”, aponta.<br />
De acordo com Faiguenboim, os sistemas já estão em praticamente 50% das escolas do Sudeste. “As que não estão usando são, em geral, de dois tipos: ou têm mensalidades altíssimas e são referência de ensino, ou são muito fracas e cobram mensalidades tão baratas que não têm como ter sistemas de ensino. São as escolas públicas que vão nos oferecer mercado daqui para frente”, avalia.<br />
O presidente da Abrase lembra que o Ministério da Educação (MEC) oferece livros didáticos gratuitamente por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), mas, ainda assim, o setor segue em ritmo de crescimento nas escolas municipais. “As pessoas podem se perguntar: por que gastar com a compra de um sistema de ensino se há distribuição gratuita de livros didáticos de boa qualidade? Porque os sistemas fornecem currículo coeso e todo um suporte de capacitação, cursos, seminários e acompanhamento”, defende o presidente da Abrase.<br />
Para ele, repasses maiores dos fundos educacionais proporcionados pela melhoria do desempenho das prefeituras nas avaliações periódicas do Governo federal também serve de incentivo à adoção dos sistemas. “Os sistemas não tiram o controle do professor sobre o conteúdo. Ele tem 20% do ano letivo para trabalhar o conteúdo que precisar”, diz. O Anglo tem 700 escolas conveniadas que atendem a 300 mil alunos.<br />
Na prefeitura de São João Batista do Glória, no Sul de Minas, o Sistema Anglo começou a ser implantado em 2005. A secretária Municipal de Educação, Tânia Aparecida Martins Godinho, conta que a prefeitura paga mensalidade de R$ 18,18 por aluno.<br />
“Avaliamos que o sistema é um caminho mais seguro para atingir um ensino de qualidade”, afirma a secretária, que dispensou os livros didáticos fornecidos pelo MEC.<br />
“O sistema não oferece só o material didático, que é o instrumento, mas também capacitação e assessoria contínuas”, avalia a secretária. A cidade figura, desde 2005, no primeiro lugar do ranking mineiro do exame Prova Brasil. Naquele ano, o sistema Anglo, escolhido por meio de licitação, começou a ser usado na rede municipal, o que, segundo a secretária, teria ajudado a consolidar a posição da cidade no topo ranking. São três escolas municipais, que somam mil alunos. São João Batista do Glória tem sua economia baseada na agropecuária e cerca de 7 mil habitantes.</p>
<p>Para o MEC, escolha cabe às secretarias</p>
<p>Em 2008, o MEC investiu R$ 719,5 milhões na compra dos livros didáticos que estão em uso pelos alunos de todo o país neste ano. Segundo o diretor de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para Educação Básica do Ministério, Marcelo Soares Pereira da Silva, o MEC respeita a autonomia das secretarias de educação quanto às suas opções político-pedagógicas, mas entende que o Programa Nacional do Livro Didático é consolidado e consistente. “A opção do Ministério é por aprofundar e aprimorar o programa. Além disso, estamos investindo fortemente na formação continuada dos professores por meio de cursos”, detalhou.<br />
Em Belo Horizonte não há estudo ou avaliação, segundo a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Educação, sobre a possibilidade de se trocar os livros fornecidos pelo MEC por sistemas de ensino na rede pública. Nas escolas do Estado, de acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Educação, a orientação é para a utilização do material didático gratuitamente distribuído.<br />
Fonte: Jornal Hoje em Dia</p>
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		<title>Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em Escolas públicas.</title>
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		<pubDate>Sun, 03 May 2009 10:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1223" title="bemv33981" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/05/bemv33981.jpg" alt="bemv33981" width="140" height="175" />PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.<br />
O CONGRESSO NACIONAL decreta:<br />
Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.<br />
Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.<br />
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.<br />
JUSTIFICAÇÃO: No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.<br />
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas.<br />
Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.<br />
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.<br />
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais &#8211; vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República &#8211; deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoral.<br />
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:<br />
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;<br />
b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.<br />
c) financeiro: evitará a &#8220;evasão legal&#8221; de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;<br />
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.<br />
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.<br />
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações &#8211; uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.<br />
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.<br />
Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE</p>
<p>Nota do editor da Rádio Mineira<br />
Seria uma boa lição. Quem pode pagar prefere que os filhos estudem em Escolas Particulares &#8211; nada contra mas, para o curso superior as Universidades Públicas são as mais concorridas em época de vestibular. Acredito que o Senador está com a razão. A proposta pode melhorar a Escola Pública beneficiando todos os alunos e obrigando os gestores a trabalhar e investir mais na educação.</p>
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