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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Economia</title>
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		<title>Cobrança pelas águas do São Francisco deve render R$ 20,6 mi</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 11:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Assoreado e poluído, o Velho Chico se prepara para apresentar a fatura por décadas de exploração predatória. Segundo o Comitê da Bacia do Rio São Francisco (CBSF), a cobrança pela utilização das águas do antigo rio da integração nacional (já aprovada em maio) começa mesmo em janeiro e deve render cerca de R$ 20,6 milhões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assoreado e poluído, o Velho Chico se prepara para apresentar a fatura por décadas de exploração predatória. Segundo o Comitê da Bacia do Rio São Francisco (CBSF), a cobrança pela utilização das águas do antigo rio da integração nacional (já aprovada em maio) começa mesmo em janeiro e deve render cerca de R$ 20,6 milhões por ano, que serão usados em ações de recuperação ambiental do próprio rio – que, em alguns trechos, apresenta alto grau de degradação.</p>
<p>O valor pode parecer pouco, mas, só para efeito de comparação, em cinco anos de cobrança na Bacia do Paraíba do Sul, foram arrecadados R$ 40,9 milhões, ou R$ 8,2 milhões anuais. De acordo com o diretor de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João Bosco Senra, a cobrança será feita de produtores rurais, indústrias e outros empreendimentos. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), as principais atividades econômica na região são o cultivo de frutas, soja, algodão e bovinocultura. Entre as indústrias, algumas são produtoras de metais pesados. Dos 506 municípios da bacia, apenas 12 têm Produto Interno Bruto (PIB) acima de R$ 1 bilhão.</p>
<p>Em contrapartida, os produtores que investirem em iniciativas de preservação ambiental em todo o país também poderão receber recursos do Programa Produtor de Água, da Agência Nacional de Águas (ANA). O incentivo foi discutido em um encontro promovido pela ANA, encerrado quinta-fiera em Brasília. Segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, parte dos recursos disponíveis no Fundo Amazônia (ao todo, o fundo dispõe de US$ 200 milhões) poderá ser destinada ao programa. “Está havendo uma mudança de paradigma. Não vamos ampliar a preservação somente com fiscalização e punição. É preciso incentivar as pessoas para que elas se conscientizem de que é preciso preservar. E elas só vão fazer isso se houver um retorno financeiro”, afirmou o ministro no evento.</p>
<p>Outorga</p>
<p>No caso do São Francisco, a cobrança será feita ao longo de toda a bacia do rio, que nasce em Minas Gerais (Serra da Canastra) e deságua no Oceano Atlântico, passando por Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco. De acordo com Senra, a cobrança atingirá apenas os consumidores com outorga para a retirada de uma vazão superior a 3 litros por segundo. O valor deve chegar, no máximo, a R$ 0,02 o metro cúbico (1 mil litros). A cobrança vai atingir, inicialmente, aqueles que fazem a captação direto da calha principal do rio.</p>
<p>A Associação dos Irrigantes do Norte de Minas já bombardeou a iniciativa, classificando-a como “mais um tributo”. “O setor produtivo, especialmente o de irrigação, já está sendo sacrificado com outros custos elevados, como o da energia elétrica. Então, será mais um encargo que vão pôr nas costas do produtor”, afirma o presidente da entidade, Orlando Frota Machado Pinto. “A deficiência de recursos hídricos não é provocada pelos usuários. A culpa é da falta de políticas públicas de conservação ambiental”, critica.</p>
<p>De acordo com a Secretaria de Recursos Hídricos do MMA, a cobrança no estado será baseada nas próprias outorgas, concedidas por intermédio do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). Em Minas, atualmente, de acordo com o Igam, existem 4.366 outorgas concedidas a usuários na Bacia do Rio São Francisco, sendo 2.703 de água subterrânea (poços tubulares) e 1.663 de captações feitas diretamente no Velho Chico e seus afluentes. O dinheiro será arrecadado por uma agência, tendo como destinação investimentos na própria bacia.</p>
<p>Rio das Velhas</p>
<p>A cobrança pelo uso da água também será feita nos rios estaduais. A primeira terá início em novembro, na Bacia do Rio das Velhas. De acordo com a gerente de Recursos Hídricos do Igam, Luiza de Marillac Moreira de Camargos, as comunidades ao longo do rio, que nasce em Sabará e deságua no São Francisco, abrangendo 51 municípios, já estão sendo mobilizadas pela Gerência de Cobrança pelo Uso da Água (Gecob), ligada ao instituto. Foram realizadas audiências públicas em Belo Horizonte, Sete Lagoas e Corinto. Segundo Marillac, a expectativa é de que cerca de 1 mil usuários paguem pelo consumo por meio de boleto bancário, emitido pela Secretaria de Estado da Fazenda.</p>
<p>Além do Programa Produtor de Água, já existem no país exemplos de incentivos financeiros pela preservação ambiental. O gerente de Conservação de Águas e Solo da ANA, Devanir Garcia dos Santos, cita como exemplo o projeto Conservador das Águas, implantado no município de Extrema, Sul de Minas (divisa com São Paulo). Lá, 120 produtores desenvolvem ações para a proteção do Rio Jaguari. O manancial faz parte do Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento da cidade de São Paulo. Os agricultores são remunerados por um fundo especial, criado em 2006 pela Prefeitura de Extrema.</p>
<p>Outro exemplo: em Montes Claros (Norte de Minas), os produtores que investem na proteção de nascentes e outras práticas ecológicas recebem o Ecocrédito, que pode ser usado para abater tributos municipais.</p>
<p>Fonte: Jornal O Estado de Minas</p>
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		<title>PJF entrega propostas ao Governo do Estado para acabar com a guerra fiscal entre Minas e Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 17:51:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Na próxima sexta-feira, dia 28, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, André Zuchi, e o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Jackson Fernandes, têm encontro agendado, em Belo Horizonte, com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vai entregar ao Governo do Estado o documento oficial com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima sexta-feira, dia 28, o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico, André Zuchi, e o subsecretário de Desenvolvimento Econômico, Jackson Fernandes, têm encontro agendado, em Belo Horizonte, com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) vai entregar ao Governo do Estado o documento oficial com as propostas para diminuir as perdas econômicas das cidades da Zona Mata Mineira, fruto da guerra fiscal entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. O documento foi organizado pela UFJF em parceria com a PJF e com os municípios da região que sugeriram algumas propostas durante seminário realizado no dia 10 de agosto, na Fiemg/Zona da Mata.</p>
<p>Uma das sugestões levantadas durante o seminário foi a criação de parques industriais estratégicos na Zona da Mata, utilizando o mecanismo de salvaguarda como instrumento para minimizar a guerra fiscal. A medida permite a redução dos impostos dentro dos parques industriais. A PJF também vai solicitar ao Governo de Minas que mantenha entendimentos com o Governo do Rio de Janeiro visando à revogação da Lei Rosinha. Propostas como linhas diferenciadas do BDMG para a região, considerando a existência de Arranjos Produtivos Locais (APL’s) principalmente nos segmentos têxtil, metal-mecânico, moveleiro e de alimentos também serão apresentadas ao secretário de Estado.</p>
<p>Segundo o subsecretário, Jackson Fernandes, há anos a Zona da Mata vem se enfraquecendo economicamente. Mas, com a Lei Rosinha, a situação se agravou. Editada em 2005, a Lei Estadual 4.856/2006 reduziu a apenas 2%, por até 25 anos, a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as empresas que se instalarem em alguns municípios do Rio de Janeiro, principalmente aqueles que fazem divisa com Minas.</p>
<p>Segundo dados da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico (SPDE), das 12 mesorregiões de Minas, o PIB da Zona da Mata foi o que menos cresceu (14,4%) entre 1999 e 2006, ficando atrás do Vale do Jequitinhonha, região mais pobre de Minas, que teve um crescimento do PIB de 18,8%. O primeiro lugar ficou com a região Central Mineira, com 42,7%.</p>
<p>Durante este mesmo período, a participação do PIB real de Juiz de Fora na economia do Brasil teve uma retração de 21,9%. Em 1999, o PIB da cidade representava 0,30% do PIB Nacional. Em 2006, caiu para 0,24%. Por conseqüência, a participação do PIB do município na economia de Minas Gerais também teve uma retração de 17% e, na Zona da Mata, 10,6%. Em 1999, o PIB de Juiz de Fora representava 55,91% do PIB da Zona da Mata. Em 2006, caiu para 49,98%.</p>
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		<title>Uberaba e Juiz de Fora ganham unidades do Minas Fácil</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 19:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>As cidades de Uberaba e Juiz de Fora vão ganhar, nos dias 21 e 24 de agosto, respectivamente, unidades do Minas Fácil, programa do Governo do Estado que tem como meta a abertura de empresas no prazo máximo de oito dias. De janeiro a junho de 2009, foram abertas 950 empresas em Uberaba e, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As cidades de Uberaba e Juiz de Fora vão ganhar, nos dias 21 e 24 de agosto, respectivamente, unidades do Minas Fácil, programa do Governo do Estado que tem como meta a abertura de empresas no prazo máximo de oito dias. De janeiro a junho de 2009, foram abertas 950 empresas em Uberaba e, em Juiz de Fora, 1.832 empresas.</p>
<p>Em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a inauguração da 26ª unidade do programa será nesta sexta-feira (21), às 10h, na avenida Maria Carmelita Castro Cunha, 235, Vila Olímpica, onde já funciona o escritório regional da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg). Deverão estar presentes a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena; o secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Raphael Guimarães; o presidente da Jucemg, Ayres Mascarenhas; e o prefeito Anderson Adauto.</p>
<p>Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, a 27ª unidade Minas Fácil será inaugurada na segunda-feira (24), às 11h, no Hotel Constantino, rua Santo Antônio, 765, no centro da cidade. A unidade MF estará funcionando no escritório regional da Jucemg, rua São Sebastião, 713, também no centro. Além da secretária Renata Vilhena, estarão presentes o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso; o presidente da Jucemg, Ayres Mascarenhas; e o prefeito Custódio Mattos.</p>
<p><strong>Serviços</strong></p>
<p>Além de abertura e registro de atos de empresas, as unidades vão prestar também outros serviços aos usuários dessas duas cidades: a emissão de certidões simplificada, específica e de inteiro teor; a autenticação de livros contábeis; a adesão ao programa de empreendedores individuais (EI), do governo federal, que, em Minas, já tem 2.878 pessoas registradas, entre outros serviços.</p>
<p>Com a adesão ao cadastro sincronizado, a Jucemg centraliza, desde 16 de junho de 2008, os registros empresariais nas áreas federal, estadual e municipal. O empreendedor pode registrar sua empresa, acessando os sites www.minasfacil.mg.gov.br e www.jucemg.mg.gov.br.</p>
<p>O empresário ou seu representante (contador, contabilista ou advogado em Direito Comercial) obtém, no mesmo local, o Nire, registro da Junta Comercial; o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) da Receita Federal; a inscrição da Secretaria de Estado de Fazenda e o alvará de localização e funcionamento das prefeituras que contam com unidades do Minas Fácil.</p>
<p>Depois, ele entrega a documentação na unidade do Minas Fácil de sua cidade, acompanhando ‘on-line’ todo o processo, inclusive alguma pendência que surgir.</p>
<p><strong>Descomplicar</strong></p>
<p>As unidades do Minas Fácil já funcionam nas seguintes cidades: Araguari, Araxá, Belo Horizonte, Betim, Divinópolis, Itabira, Ipatinga, Itajubá, Ituiutaba, Lagoa Santa, Lavras, Montes Claros, Muriaé, Nova Serrana, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Ponte Nova, Pouso Alegre, São Sebastião do Paraíso, Sete Lagoas, Três Corações, Ubá, Uberlândia e Viçosa.</p>
<p>O Programa Minas Fácil faz parte do Projeto Estruturador Descomplicar, do Governo de Minas, destinado a facilitar a vida do cidadão e dos empresários. Gerenciado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), com a colaboração da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), é operado pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg).</p>
<p>Fonte: Agência Minas</p>
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		<title>Salário mínimo e ações judiciais fazem deficit da Previdência crescer 35%</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 18:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>da Folha Online, em Brasília</p>
<p>Atualizado às 11h58.</p>
<p>O valor do pagamento de benefícios da Previdência Social superou a arrecadação em julho e provocou um deficit de R$ 3,09 bilhões. O número representa uma piora de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O ministro da Previdência, José Pimentel, atribuiu esse aumento devido à antecipação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>da <strong>Folha Online</strong>, em Brasília</p>
<p>Atualizado às <strong>11h58</strong>.</p>
<p>O valor do pagamento de benefícios da Previdência Social superou a arrecadação em julho e provocou um deficit de R$ 3,09 bilhões. O número representa uma piora de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>O ministro da Previdência, José Pimentel, atribuiu esse aumento devido à antecipação do reajuste do salário mínimo e ao aumento no pagamento de sentenças judiciais.</p>
<p>O deficit é a diferença entre uma arrecadação de R$ 14,3 bilhões e despesas de R$ 17,4 bilhões. Em relação a junho, quando o deficit foi de R$ 3,39 bilhões, houve queda. Em julho, do ano passado, as receitas estavam em R$ 13,83 bilhões e as despesas, R$ 16,11 bilhões.</p>
<p>&#8220;Nós antecipamos o pagamento do reajuste em um mês, de março para fevereiro. O segundo fator é que nós ampliamos o pagamento do passivo previdenciário judicial&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Nos primeiros sete meses do ano, o deficit cresceu 13% e somou R$ 24,7 bilhões. A arrecadação somou R$ 97,36 bilhões, enquanto as despesas foram de R$ 122,05 bilhões.</p>
<p>O governo espera fechar o ano com um deficit de R$ 40,8 bilhões, acima dos R$ 38,2 bilhões registrados em 2008.</p>
<p><strong>Valores</strong></p>
<p>Em julho, 66,8% dos benefícios pagos pela Previdência possuíam valor de até um salário mínimo. Isso representa 18,4 milhões de beneficiários que ganham o piso do INSS ou benefícios assistenciais menores que esse valor.</p>
<p>Eles representam 47% dos benefícios pagos na área urbana (7,2 milhões de pessoas) e 99,3% na área rural (7,8 milhões de beneficiários).</p>
<p>O valor médio dos benefícios e aposentadorias pagos no ano chegou a R$ 664,73, o que representa um aumento real (acima da inflação medida pelo INPC) de 20% desde 2002.</p>
<p>Fonte: Folha On Line</p>
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		<title>Receita Federal libera nesta segunda terceiro lote multiexercício e consultas a IR 2005</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 12:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Receita Federal libera, nesta segunda-feira (17), o terceiro lote multiexercício do Imposto de Renda, que contempla as declarações feitas em 2008 e 2009, bem como as consultas para a malha fina do IR 2005. </p>
No caso do lote multiexercício, estão incluídos 626.118 contribuintes, totalizando R$ 650 milhões. O  dinheiro será liberado com correção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-482" title="leao" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/03/leao.jpg" alt="leao" width="85" height="128" />A Receita Federal libera, nesta segunda-feira (17), o terceiro <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">lote</span> multiexercício do Imposto de Renda, que contempla as declarações feitas em 2008 e 2009, bem como as consultas para a malha fina do IR 2005.<span id="div1"> </span></p>
<div id="HOTWordsTxt">No caso do lote multiexercício, estão incluídos 626.118 contribuintes, totalizando R$ 650 milhões. O  <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">dinheiro</span> será liberado com correção de 3,32% (maio a agosto de 2009), no caso do IR 2009 (ano-base 2008), e de 15,39% (maio de 2008 a agosto de 2009), no caso do IR 2008 (ano-base 2007).</p>
<p>Já na malha fina do IR 2005 (ano-base 2004) estão incluídos 30.328 contribuintes. Para aqueles que têm imposto a receber, o dinheiro será depositado em 24 de agosto, com correção de 56,26%.</p>
<p>Para saber se tem direito à restituição, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o 146, bastando informar o número do CPF (Cadastro de Pessoa Física).</p>
<p><strong>Pelo celular</strong><br />
Neste ano, a RF ainda disponibiliza a informação de restituição via mensagem em celular. Desde a criação do serviço, em junho, 120 mil aparelhos já foram cadastrados para receber o comunicado. Para o terceiro lote multiexercício, serão enviados 17 mil torpedos.</p>
<p>O contribuinte que desejar ativar o recurso deverá fazer um cadastro no site da Receita, informando o número do telefone. Após a habilitação, será enviado ao celular um código de ativação. Depois disso, o contribuinte deve acessar a página eletrônica e informar o código, confirmando o celular habilitado.</p>
<p><strong>Depósitos</strong><br />
A quem tem imposto a receber, caso o valor não seja creditado, o contribuinte deverá se dirigir a uma das agências do Banco do  <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">Brasil</span>, ligar para qualquer agência do banco ou para o &#8220;BB responde&#8221; &#8211; 4004-0001 (capitais) ou 0800-729-0001 (demais localidades) -, sendo que a ligação é gratuita.</p>
<p>A restituição ficará disponível no banco por um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la mediante o Formulário Eletrônico (Pedido de Pagamento de Restituição), disponível na internet.</p>
<p>Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a importância disponível no banco e reclamar a diferença na unidade local da Receita.</p></div>
<div>Fonte: www.infomoney.com.br</div>
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		<title>Conta de água vai subir em setembro</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 13:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O mineiro terá mais um aumento nas contas básicas de casa no mês que vem. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) disse nesta quarta-feira que o reajuste de março, suspenso pela Justiça até que fosse criada a Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mineiro terá mais um aumento nas contas básicas de casa no mês que vem. A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) disse nesta quarta-feira que o reajuste de março, suspenso pela Justiça até que fosse criada a Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG), será anunciado nas próximas semanas. “A lei que criou a agência foi sancionada no último dia 3 e a diretoria deve ser aprovada pela Assembleia Legislativa em breve, o que a torna efetivamente em funcionamento. Daí abrimos a discussão quanto ao reajuste ainda em agosto e anunciamos o índice em setembro”, disse o diretor-financeiro e de relações com investidores da empresa, Ricardo Augusto Simões Campos.</p>
<p>O reajuste estava previsto, em março, para ser em torno de 9,05%. O índice, contudo, será reformulado. O percentual de aumento terá como referência o IGP-M e levará em conta a inflação acumulada entre março de 2008 (mês do último reajuste) e a data de vigência do novo reajuste. De março do ano passado a fevereiro deste ano, o IGP-M acumulado era de 7,36%. Agora, até setembro, a projeção é que caia para 6,32%. Por outro lado, custos como energia elétrica, salário e remuneração sobre investimentos, que também pesam na composição do reajuste, apresentaram variação positiva. Por essa razão, o diretor-financeiro preferiu não “especular” o tamanho do aumento da conta da Copasa.</p>
<p>Mesmo sem o reajuste tarifário, que campos afirmou poder afetar os investimentos da empresa, o resultado financeiro detalhado quarta-feira foi positivo. A companhia encerrou o primeiro semestre do ano com um lucro líquido de R$ 241 milhões, 18,7% superior aos R$ 203 milhões registrados em igual período de 2008. “Como não reajustamos as nossas tarifas, esse aumento da receita pode ser explicado pela elevação no número das ligações de água e de esgoto que realizamos no período”, diz Campos.</p>
<p>A população atendida com os serviços de abastecimento de água aumentou em 336 mil pessoas entre junho de 2008 e junho de 2009, chegando a 12,6 milhões de pessoas. Já com esgotamento sanitário passou de 6,4 milhões para 7,1 milhões. A Copasa encerrou o primeiro semestre com 602 municípios atendidos com serviços de água e 145 com serviços de esgoto. Os investimentos da companhia somaram R$ 411,3 milhões no primeiro semestre, o equivalente a 39,35% do total previsto para 2009 (R$ 1,045 bilhão) e em linha com o planejado para o período. Para 2010, o cronograma também está mantido. Estão previstos a injeção de mais R$ 845 milhões.</p>
<p>Uma boa notícia para os investidores. O Conselho de Administração aprovou o crédito de juros sobre o capital próprio referente ao segundo trimestre no valor de R$ 43,6 milhões (R$ 0,38 por ação). O pagamento será feito em 21 de agosto de 2009. No ano já foram distribuídos R$ 80,9 milhões (R$ 0,70 por ação).</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">Paola Carvalho   &#8211;  Estado de Minas</span></em></p>
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		<title>Financial Times: Bovespa caminha para recuperação</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A BM&#38;F Bovespa está a caminho de recuperar o volume de negócios que era registrado antes da crise financeira global afetar o mercado de ações brasileiro, segundo analisou o jornal Financial Times.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="spanNoticia">A BM&amp;F Bovespa está a caminho de recuperar o volume de negócios que era registrado antes da crise financeira global afetar o mercado de ações brasileiro, segundo analisou o jornal <em>Financial Times</em>.</p>
<p>Ao apresentar os dados relativos ao segundo trimestre de 2009, o chefe executivo da BM&amp;F Bovespa, Edemir Pinto, declarou que o índice está se recuperando muito bem. O lucro das operações no período foi de R$ 420 milhões, o que representou um aumento de 20% no volume de negócios em comparação ao trimestre anterior. O lucro líquido foi de R$ 188,1 milhões.</p>
<p>O resultado foi 15% menor do que o registrado no ano anterior, além da Bovespa ter admitido que teve seus lucros afetados por métodos de auditoria internacionais. O impacto negativo foi de R$ 132, 2 milhões, mas não afetou o capital da empresa, que regstrou lucro de R$ 325,4 milhões no trimestre, 32% a mais do que no ano anterior.</p>
<p>Segundo o analista da Equity Research Desk em Nova York Bernardo Mariano disse ao <em>FT</em>, apesar do volume negociado não ter aumentado muito, os negócios tiveram o melhor desempenho de afluência de recursos desde quando a Bovespa foi categorizada pelas agências de investimento em abril e maio do ano passado.</p>
<p>De acordo com Mariano, o volume de negócios tende a aumentar a medida que os investidores verificarem que o Brasil é uma boa alternativa em meio à inflação que assola outros mercados mundiais.</p>
<p>Com a introdução da tecnologia de trading eletrônico, o investidor estrangeiro terá uma facilidade maior para negociar ações no País, segundo disse Mariano ao afirmar que de 30% a 50% das negociações ocorrem nos EUA.</p>
<p>Fonte: www.terra.com.br</p>
<p></span></p>
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		<title>Zona da Mata perde R$ 300 mi para RJ</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 13:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Juiz de Fora e demais municípios da Zona da Mata deixaram de receber investimentos de pelo menos R$ 305,5 milhões e perderam, no mínimo, 2.164 postos de trabalho desde 2005, ano de implantação da Lei Rosinha em municípios fluminenses. Se levados em conta os índices que demonstram o efeito multiplicador de cada real perdido, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juiz de Fora e demais municípios da Zona da Mata deixaram de receber investimentos de pelo menos R$ 305,5 milhões e perderam, no mínimo, 2.164 postos de trabalho desde 2005, ano de implantação da Lei Rosinha em municípios fluminenses. Se levados em conta os índices que demonstram o efeito multiplicador de cada real perdido, os valores chegam a R$ 471,5 milhões, somando 4.132 vagas a menos no mercado de trabalho. Os números fazem parte de estudo preliminar apresentado ontem pelo subsecretário de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Juiz de Fora, Jackson Fernandes, a secretários de municípios com maior representatividade econômica da Zona da Mata. O levantamento tem por base 20 empresas que migraram para o Rio de Janeiro. No encontro, foram apresentadas propostas para retomar e desenvolvimento econômico regional, após longo período de estagnação.</p>
<p>Um dos principais pontos de convergência da reunião foi a criação de uma política industrial específica para a Zona da Mata, com redução de ICMS e de implantação de condomínios industriais nos municípios, com terrenos adquiridos pelo estado, utilizando o mecanismo de salvaguarda para minimizar a guerra fiscal. Com o instrumento, as prefeituras terão liberdade para agir protegendo sua economia quando outros estados, por exemplo, concederem a empresas benefícios financeiros que resultem em redução do ônus tributário correspondente.</p>
<p>Políticas para região<br />
O secretário de Desenvolvimento Econômico, André Zuchi, explica que o principal objetivo do encontro foi recolher sugestões para a elaboração de um diagnóstico a ser entregue, até o fim do mês, ao secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. “Queremos mostrar a situação decadente da economia da região, agravada pela Lei Rosinha, e pedir esforços para que possamos iniciar uma reação.” Os secretários também vão propor ao Governo estadual entendimentos com o Governo do Rio de Janeiro visando à revogação da Lei Rosinha.</p>
<p>O presidente da Fiemg Regional da Zona da Mata, Francisco Campolina, também cobra do Governo estadual políticas para a região, que apresentou o pior crescimento econômico em todo o estado. “Política industrial se faz dentro do Governo. Tivemos poucos investimentos na Zona da Mata nos últimos anos. É preciso uma atitude rápida para reverter esse quadro.”</p>
<p>De Além Paraíba, um dos principais municípios afetados pela guerra fiscal, o secretário Fernando Maurício Gouvêa Junqueira contabiliza perda de R$ 20 milhões em investimentos e dois mil postos de trabalho desde 2005. “A criação de distritos industriais com salvaguarda é uma boa forma de fazermos frente a essa concorrência como cidades fluminenses.” Para o secretário executivo da Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paraibuna (Ampar), Virgílio Furtado, há necessidade de desenvolvimento em infraestrutura industrial, criação de incentivos fiscais para o entorno do Aeroporto Regional da Zona da Mata e melhoria da estrutura viária da região. Já o secretário de Cataguases, Newton Dutra, defende a criação de um equilíbrio entre a política tarifária de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Fonte: Tribuna de Minas</p>
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