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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Contabilidade</title>
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	<description>A mineiridade em essência</description>
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		<title>Rejeição das contas das prefeituras cresce 130% em Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 12:36:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Postagens próprias da Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Cláudia Rezende
Repórter</p>
<p>O volume de contas municipais rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) segue trajetória ascendente no Estado. De 2007 para 2008, o número mais que dobrou – passou de 65 para 150, aumento de 130,76%. Também houve aumento na quantidade de processos analisados – de 513 para 731 (42,49%) -, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cláudia Rezende<br />
Repórter</p>
<p>O volume de contas municipais rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) segue trajetória ascendente no Estado. De 2007 para 2008, o número mais que dobrou – passou de 65 para 150, aumento de 130,76%. Também houve aumento na quantidade de processos analisados – de 513 para 731 (42,49%) -, mas muito inferior ao crescimento dos pareceres pela reprovação das finanças. A rejeição de contas é um dos motivos que tornam políticos inelegíveis e podem provocar sanções de outros tipos, como multa e ressarcimento em caso de prejuízo aos cofres públicos.<br />
Nos últimos três anos, o percentual de contas rejeitadas vem só aumentando, em um nível bem maior que o crescimento de processos analisados. Em 2007, houve avaliação de 513 contas e rejeição de 65 (12,67%). No ano passado, foram 731 análises e 150 reprovações, o que representa 20,51%. Neste ano, até o mês de junho, houve avaliação de 228 documentos e 77 deles receberam parecer pela rejeição ( 33,77%).<br />
De acordo com a assessoria de imprensa do TCE, entre as irregularidades que motivam parecer pela rejeição, estão o descumprimento à lei que estabelecem investimento nas áreas de educação e saúde. No primeiro caso, deve ser, no mínimo, de 25% da receita corrente líquida (RCE). Na saúde, o percentual aplicado não deve ser inferior a 15% da RCE. Outra conduta que provoca reprovação de contas é o desrespeito ao limite máximo para gasto com pessoal. A lei autoriza que 60% da RCE sejam destinados à folha de pagamento – até 54%, na prefeitura, e 6% na Câmara.<br />
Conforme a assessoria do TCE, há prefeituras que estão repassando um volume maior que o permitido de recursos do Poder Executivo para o Legislativo, o que também contraria a legislação. Por fim, a abertura de créditos adicionais em desacordo com a lei e sem aprovação do legislativo é outro fator que provoca rejeição das contas. De acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, basta a existência de uma das irregularidades para que o parecer seja pela reprovação.<br />
O presidente do TCE, Wanderley Ávila, observa que mudanças organizacionais realizadas no órgão estão provocando o aumento no volume de processos analisados. Até 2007, o tribunal era dividido em quatro câmaras, que analisavam os processos por temas. Em 2008, passou a ter duas câmaras que analisam procedimentos de qualquer natureza. De acordo com Wanderley Ávila, a quantidade de pessoas que analisam processos também foi incrementada com a permissão dada aos auditores para emitirem propostas de votos. Com isso, subiu de seis para dez o número de avaliadores.<br />
Conforme Wanderley Ávila, o TCE estabeleceu como meta zerar todos os processos pendentes &#8211; de anos anteriores. “Em 2010, estaremos emitindo pareceres apenas de contas de 2009”, afirmou. Hoje, o tribunal trabalha com as de 2008 e outras mais antigas. Cada processo tem que ser analisado em, no máximo, 360 dias. Segundo o presidente do TCE, devem existir mais de 100 mil documentos &#8211; referentes a vários assuntos, não só a prestação de contas &#8211; à espera de julgamento no órgão.<br />
Com relação ao aumento de contas com parecer pela rejeição, o presidente do tribunal acredita que, na maioria dos casos, ocorre erro. “Falta pessoal qualificado para auxiliar os prefeitos”, diz. Segundo ele, o TCE procura orientar os agentes políticos e, no momento, está rodando uma cartilha com orientações para os administradores municipais.<br />
Os pareceres emitidos pelo TCE são encaminhados para as câmaras municipais, que podem seguir a orientação do tribunal ou votar de forma contrária. O TCE não tem o levantamento de casas legislativas que acompanham o voto dos conselheiros, mas a assessoria de imprensa informou que o órgão irá providenciar.<br />
Quando a câmara segue a orientação do TCE e mantém a rejeição de contas públicas, há uma série de conse-quências para o político. Ele pode ter que pagar multa, devolver dinheiro &#8211; quando há prejuízo aos cofres públicos &#8211; e ficar inelegível. Todos os pareceres do TCE são encaminhados para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) e podem ser um problema para os políticos nas eleições seguintes.<br />
De acordo com a assessoria de imprensa do TRE, fora de período de eleição, não há sanção para o agente público, mas, na época de pleito, a existência de contas rejeitadas pelo TCE pode ser impeditivo para as pretensões eleitorais. Se um cidadão ou entidade apresentar impugnação ao registro de candidatura por causa da reprovação das finanças, o registro pode ser indeferido pelo TRE.<br />
Foi o que aconteceu com o ex-prefeito de Ipatinga e novamente eleito em 2008, Chico Ferramenta (PT). Ele teve as contas rejeitadas pelo TCE. A Câmara Municipal votou seguindo a orientação do tribunal. Com isso, houve pedido de impugnação do registro de candidatura do político nas eleições do ano passado por parte do Ministério Público e da coligação adversária. Ele não pôde assumir a prefeitura, apesar de ter sido eleito, por ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até hoje, a situação de Ipatinga, no Vale do Aço, está indefinida. O TRE determinou novas eleições, mas ainda não há data. Enquanto isso, o presidente da Câmara, Robson Gomes (PPS), está à frente da prefeitura.<br />
O superintendente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Waldir Salvador, acredita que existe distância entre as exigências dos órgãos fiscalizadores e a realidade das prefeituras, o que provoca problemas na hora da prestação de contas. Segundo ele, há municípios que têm dificuldade em aplicar os 25% da receita na educação, por exemplo, mas nem por isso deixam de cumprir todas as obrigações no ensino e oferecer qualidade aos alunos. Segundo ele, o aumento no número de contas rejeitadas pode estar relacionado ao crescimento das exigências em cima das prefeituras.<br />
Para este ano, diz, a associação está trabalhando com uma previsão pessimista por causa da queda na arrecadação municipal. “Cai a arrecadação, mas não se pode cortar pessoal na mesma proporção. Aí, o município ultrapassa o limite de gasto com pessoal e tem as contas rejeitadas”, prevê. De acordo com Salvador, a AMM vai promover um encontro no próximo dia 11 para buscar uma solução para o problema e outro, no final de setembro, para tentar aproximar os órgãos de fiscalização das prefeituras.</p>
<p>Fonte: www.hojeemdia.com.br</p>
<p>Considerações: Em meu modesto jeito de entender, é necessário que as contas públicas sejam mais bem tratadas neste país. O TCE, por mais bem intensionado que esteja não tem condições de fiscalizar sozinho todos os municípios, digo fiscalizar mesmo, com auditorias nos locais e não como é feito hoje em dia, as prefeituras enviam as suas contas para o TCE e ele aprova ou não.  As contas das prefeituras precisam passar pelo crivo de auditorias externas licitadas pelo governo estadual ou federal e com poderes de fazer devassas nas contas públicas, fazendo cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal em sua íntegra.</p>
<p>J.Begatti</p>
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		<title>Contabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 10:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Diversos de nossos articulistas]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa pode ser obrigada a manter escrituração contábil completa </p>
<p>Deputado quer mudar regra para empresas tributadas com base no lucro presumido.</p>
<p>Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4774/09, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que obriga as empresas tributadas com base no lucro presumido a manterem escrituração contábil completa. A proposta altera a Lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Empresa pode ser obrigada a manter escrituração contábil completa <a href="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SgSyfMEVLkI/AAAAAAAAEkY/z0Zn0dma2dY/s1600-h/Contabilidade.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333584107598589506" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 200px; height: 167px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SgSyfMEVLkI/AAAAAAAAEkY/z0Zn0dma2dY/s200/Contabilidade.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Deputado quer mudar regra para empresas tributadas com base no lucro presumido.</p>
<p>Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4774/09, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que obriga as empresas tributadas com base no lucro presumido a manterem escrituração contábil completa. A proposta altera a Lei 8.981/95.</p>
<p>Atualmente, as empresas tributadas pelo lucro presumido são obrigadas a manter apenas o livro-caixa, que é uma forma de escrituração mais simples, onde são registradas apenas as entradas e saídas de dinheiro.</p>
<p>A escrituração é um procedimento contábil mais completo e envolve o registro de todas as operações financeiras (incluindo as feitas com bens e direitos), além de informações sobre o ramo de atuação da empresa, as contribuições previdenciárias pagas, os resultados apurados, a distribuição dos lucros, entre outras.</p>
<p>MudançaPara o deputado, a mudança na Lei 8.981 é necessária porque ela está em desacordo com a legislação brasileira. Ele ressalta que o Código Civil, que é de 2002, tornou a escrituração contábil obrigatória para todas as empresas sediadas no País. Somente os pequenos empresários &#8211; com faturamento anual de R$ 36 mil &#8211; estão fora dessa regra.</p>
<p>&#8220;O projeto contribui para a uniformização da legislação&#8221;, disse Faria de Sá. Ele lembra que a inexistência de uma escrituração contábil completa traz graves prejuízos para a empresa. Por exemplo, em ações trabalhistas, o ônus da prova (exigência de provar) recai sempre sobre a empresa que não possui a escrituração.</p>
<p>TramitaçãoA proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.<br />
Fonte: Agência Cãmara</p></div>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-3800428022129999584?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>25 de abril, Dia da Contabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 20:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Salézio Dagostim* 
Talvez você não saiba, mas no dia 25 de abril comemora-se o Dia da Contabilidade. Nesse dia, nasceu o Senador João Lyra Tavares, patrono da contabilidade no Brasil, e a lembrança da data é uma forma de prestar uma homenagem a esse homem que, no Congresso Nacional, defendeu a regulamentação da profissão contábil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Salézio Dagostim* <a href="http://2.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SfNwiKtQzmI/AAAAAAAAEdQ/HrdUWCgjKnE/s1600-h/Contabillidade.bmp"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328726516401491554" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right;" src="http://2.bp.blogspot.com/_EkcwHcajpBU/SfNwiKtQzmI/AAAAAAAAEdQ/HrdUWCgjKnE/s200/Contabillidade.bmp" border="0" alt="" width="80" height="90" /></a><br />
Talvez você não saiba, mas no dia 25 de abril comemora-se o Dia da Contabilidade. Nesse dia, nasceu o Senador João Lyra Tavares, patrono da contabilidade no Brasil, e a lembrança da data é uma forma de prestar uma homenagem a esse homem que, no Congresso Nacional, defendeu a regulamentação da profissão contábil. A regulamentação ocorreu através do Decreto nº 20.158, de 30.06.1931, que organizou o ensino comercial no Brasil.</div>
<div>25 de abril não é o dia do contador, profissional graduado em Ciências Contábeis, cujo dia é celebrado em 22 de setembro. Também não é o dia do técnico em contabilidade, profissional formado pelas escolas profissionalizantes de nível médio, cujo dia é o 20 de novembro. No dia 25 de abril, comemora-se o Dia da Contabilidade. Os contadores e os técnicos em contabilidade, profissionais que atuam nesse campo, devem sentir-se orgulhosos nesse dia. É a contabilidade, através de suas técnicas de registro, que possibilita que as pessoas jurídicas conheçam e divulguem sua situação econômica, financeira e patrimonial, possibilitando que o mundo dos negócios seja operado. É através da contabilidade que se apuram custos, despesas, receitas, ativo, passivo, PIB, arrecadação de impostos, salários, contribuições, etc. Além disso, é a contabilidade que apura lucros ou prejuízos, o que fornece subsídios para que as empresas prosperem com segurança. Quando há problemas, é a contabilidade que acena para as soluções.</div>
<div>É por isso que se diz que a contabilidade é a fiel companheira dos negócios. Ela registra o patrimônio, ausculta o movimento, descreve o giro, grava as transformações e evidencia os resultados, previne os riscos, acautela prejuízos, estimula a expansão, evita a imprudência, impede a imprecisão, revela confidências, pune o ilícito, exalta a lisura, evidencia a ganância, aconselha no presente e orienta para o futuro. Por isso, ela é ignorada, temida e evitada pelos desonestos e pelos incompetentes, pois a contabilidade pode, a qualquer momento, apontar as falhas, os erros ou os crimes praticados contra a sociedade. Assim, se há problemas, a contabilidade acusa, e, imediatamente, busca-se a solução.</div>
<div>Porém, nem tudo é festa. Isso por que o termo “contabilidade” vem sendo substituído, premeditadamente, pelo termo “contabilista” por alguns profissionais da área, o que acaba por dar a este termo uma ideia de categoria profissional, no intuito de que o técnico seja confundido com o contador. Tudo isso protagonizado por certos profissionais vindos de outras áreas — economistas, administradores, advogados, entre outros —, que atuam no órgão de fiscalização profissional, e intitulam-se representantes dos técnicos em contabilidade, pretendendo assim atuar livremente no campo profissional dos contadores, sem a devida fiscalização da parte daquele órgão governamental.</div>
<div>Essa confusão premeditada tem provocado, por suas repercussões negativas, uma estagnação no ensino das Ciências Contábeis, pois com essa perda do status do contador e desvalorização da contabilidade, muitos jovens talentosos têm deixado de seguir a profissão, com receio de serem confundidos com um profissional de formação secundária.</div>
<div>Apesar disso, é com muito orgulho que os contadores e técnicos em contabilidade devem comemorar, no dia 25 de abril, o Dia da Contabilidade.</p>
<p>*Salézio Dagostim é Professor do Unilasalle e presidente do Sindicato dos Contadores do Estado do Rio Grande do Sul</p></div>
<div><img src="http://res1.blogblog.com/tracker/7439133530673083883-1403663166274289817?l=carlosferreirajf.blogspot.com" alt="" width="1" height="1" /></div>
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