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	<title>Rádio Mineira Web &#187; Meio ambiente</title>
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	<description>A mineiridade em essência</description>
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		<title>In&#237;cio da piracema aumenta restri&#231;&#245;es da pesca nos rios de Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 15:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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<p>O Instituto Estadual de Florestas (IEF) publicou, nessa quinta-feira (28), as portarias 222, 223 e 224 que regulamentam a pesca nas Bacias Hidrográficas do Leste do Estado e dos rios Grande, Paranaíba e São Francisco. A regulamentação diz respeito às normas para pesca no período da Piracema, época em que os peixes sobem para as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>&#160;</h4>
<p>O Instituto Estadual de Florestas (IEF) publicou, nessa quinta-feira (28), as portarias 222, 223 e 224 que regulamentam a pesca nas Bacias Hidrográficas do Leste do Estado e dos rios Grande, Paranaíba e São Francisco. A regulamentação diz respeito às normas para pesca no período da Piracema, época em que os peixes sobem para as cabeceiras dos rios para se reproduzirem.</p>
<p align="center"><img style="margin: 3px 10px 3px 0px" src="http://www.itaporahoje.com/images/news/image/piracema.jpg" /></p>
<p>As normas fixam o dia 1º de novembro de 2010 como início das restrições de pesca e o dia 28 de fevereiro como final. Com as portarias, a pesca de espécies nativas está proibida em todo o Estado, a de espécies exóticas (com origem em outros países) e alóctones (com origem em outros estados) está restrita a três quilos diários ou por jornada de pesca, por pescador. A pesca amadora e de subsistência, embarcada e desembarcada, são permitidas desde que observadas as restrições constantes nas portarias e demais legislações em vigor.</p>
<p>O gerente de Pesca e Proteção à Fauna Aquática do IEF, Marcelo Coutinho Amarante, observa que as portarias das Bacias do São Francisco e Leste determinam que fica proibida, durante o período da Piracema, a prática de atos de pesca para todas as categorias no perímetro compreendido entre mil metros acima e mil abaixo das barragens, usinas hidrelétricas, cachoeiras e corredeiras. Já na Bacia Hidrográfica dos rios Grande e Paranaíba, a portaria 223 estabelece o perímetro compreendido entre 1,5 mil metros acima e a abaixo.</p>
<p>A pesca profissional e a utilização de embarcações, petrechos, equipamentos e instrumentos de pesca estão definidos nas portarias de acordo com a Bacia. “Alguns locais têm algumas especificações, exemplo disso é que no trecho do rio das Velhas e seus afluentes, desde suas nascentes até a desembocadura do rio São Francisco, assim como locais onde o curso d’água possua largura igual ou inferior a 20 metros, a pesca profissional é proibida”, ressalta Amarante.</p>
<p>O gerente do IEF explica que as restrições na pesca durante o período da piracema têm como objetivo garantir que os peixes nativos da região possam procriar em seu período de reprodução. “O período piracema é fundamental para a reposição das espécies que vivem nos rios, barragens e represas do Estado”, afirma.</p>
<p><strong>Piracema</strong></p>
<p>A palavra piracema é de origem tupi e significa &quot;subida do peixe&quot;. Refere-se ao período em que os peixes buscam os locais mais adequados para desova e alimentação. O fenômeno acontece todos os anos, coincidindo com o início do período das chuvas, entre os meses de novembro e fevereiro.</p>
<p>A pesca é uma atividade de subsistência e os pescadores amadores devem portar a carteira de pesca, que pode ser obtida nas unidades de atendimento do IEF em todo o Estado ou pelo site do Instituto. A carteira deve ser renovada anualmente.</p>
<p>As pessoas físicas e jurídicas que comercializam, exploram, industrializam, armazenam e fabricam produtos e petrechos de pesca devem se registrar junto ao IEF. Os estoques de peixe in natura, congelados ou não, provenientes de águas continentais, existentes nos frigoríficos, peixarias, colônias e associações de pescadores devem ser informados ao IEF. A exigência também incide sobre os estoques armazenados por pescadores profissionais, entrepostos, postos de venda, depósitos e câmaras frias em posse de feirantes, ambulantes, bares, restaurantes, hotéis e similares.</p>
<p>As portarias 222, 223 e 224, os formulários de declaração de estoque, as orientações para o registro de atividade e emissão da Carteira de Pesca Amadora estão disponíveis na seção pesca da <a href="http://www.ief.mg.gov.br/pesca/">página do IEF na internet</a>.</p>
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		<title>5 de junho Dia Internacional do Meio Ambiente. O que voc&#234; tem feito por ele?</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 16:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[COTIDIANO]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Celebrado de várias maneiras com paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades, esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://www.radioculturasd.com.br/wp-content/uploads/2010/06/meio-ambiente.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2302" alt="" src="http://www.radioculturasd.com.br/wp-content/uploads/2010/06/meio-ambiente.jpg" width="96" height="128" /></a>O meio ambiente e a ecologia passaram a ser uma preocupação em todo o mundo, em meados do século XX. Celebrado de várias maneiras com paradas e concertos, competições ciclísticas ou até mesmo lançamentos de campanhas de limpeza nas cidades, esse dia é aproveitado em todo o mundo para chamar a atenção política para os problemas e para a necessidade urgente de ações.     <br />Podemos, cada um de nós, fazer a nossa parte para a preservação das condições mínimas de vida na Terra, hoje e no futuro, ou seja, investir mais naquilo que temos de valioso, que é a nossa inteligência, para aprender a consumir menos o que precisamos economizar: os recursos naturais. E é sempre bom lembrar que o Brasil, identificado como um dos nove países-chave para a sustentabilidade do planeta, já é considerado uma superpotência ambiental!</p>
<p style="text-align: justify">E você? O que tem feito para proteger e preservar o nosso planeta? Qual a sua dica, a sua lição, o seu projeto? Plantou árvores, reciclou? Deixe seu comentário.</p>
<p><a href="http://www.radioculturasd.com.br/" target="_blank">Da redação do Jornal da Cultura</a></p>
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		<title>Igam amplia monitoramento da qualidade da &#225;gua em Minas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 09:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) instalou, em 2009, 20 pontos de monitoramento da qualidade das águas superficiais nas bacias hidrográficas dos rios Jequitinhonha (8), Mucuri (3), Pardo (2), e nas Bacias do Leste (7). Com os novos pontos, Minas Gerais passa a ter 487 estações de amostragem. Em 2010, a previsão é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) instalou, em 2009, 20 pontos de monitoramento da qualidade das águas superficiais nas bacias hidrográficas dos rios Jequitinhonha (8), Mucuri (3), Pardo (2), e nas Bacias do Leste (7). Com os novos pontos, Minas Gerais passa a ter 487 estações de amostragem. Em 2010, a previsão é instalar outros 10 pontos na bacia do rio Paranaíba. </p>
<div align="center">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="330" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="330"><a href="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2010/01/rio_das_velhas_na_foz_do_sao_francisco1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="rio_das_velhas_na_foz_do_sao_francisco[1]" border="0" alt="rio_das_velhas_na_foz_do_sao_francisco[1]" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2010/01/rio_das_velhas_na_foz_do_sao_francisco1_thumb.jpg" width="439" height="330" /></a> </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="330">
<p align="center">Foz do Rio as Velhas no Rio São Francisco, um dos pontos de monitoramento</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>A ampliação e a operação da rede de monitoramento são metas do Projeto Estruturador Consolidação da Gestão de Recursos Hídricos em Bacias Hidrográficas e teve, em 2009, um investimento de cerca de R$ 1,5 milhão. Para a criação de novos pontos em 2010 e o aperfeiçoamento do monitoramento das águas superficiais e subterrâneas no Estado, estão previstos aproximadamente R$ 2 milhões. “A ampliação da rede é importante para que o Instituto possa identificar melhor a origem dos poluentes observados nas águas e propor ações de melhoria”, destaca a diretora de Monitoramento e Fiscalização Ambiental do Igam, Marilia Melo.</p>
<p>A diretora ressalta que os novos pontos permitem ao Igam monitorar, além dos rios principais das bacias do Jequitinhonha, Mucuri e Pardo, alguns de seus afluentes.&#160; A criação de novos pontos nas bacias do Leste também representou um avanço importante para o monitoramento das águas no Estado. “Esta região não possuía nenhum ponto de coleta”, informa Marilia Melo. Nas Bacias do Leste serão monitorados os rios Buranhém, Jucuruçú, Itanhém, São Mateus e Itabapoana.</p>
<p>De acordo com Marilia Melo, os dados do monitoramento são estratégicos para fundamentar e orientar as decisões dos gestores na área de recursos hídricos, além de apoiar o planejamento de fiscalização do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema). “Com o resultado do monitoramento auxiliamos a fiscalização, pois é possível levantar os pontos mais críticos da bacia e qual o tipo de empreendimento pode estar causando danos aos cursos d’água”, completa.</p>
<p><strong>Monitoramento</strong></p>
<p>O Igam, por meio do Projeto Águas de Minas, é responsável pelo monitoramento da qualidade das águas superficiais e subterrâneas de Minas Gerais. Em execução desde 1997, o projeto disponibiliza uma série histórica da qualidade das águas no Estado e gera dados indispensáveis ao gerenciamento dos recursos hídricos. Atualmente, Minas possui 487 pontos de monitoramento de água superficial e 48 de água subterrânea.</p>
<p>As coletas de água são feitas a cada trimestre, com um total de quatro campanhas anuais. Nas amostras são realizadas análises físico-químicas, hidrobiológicas e ecotoxicológicas pela Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaminas.mg.gov.br" target="_blank">Agência Minas</a></p>
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		<title>Cobran&#231;a pelo uso de recursos h&#237;dricos come&#231;a em janeiro em Minas Gerais</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 18:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A partir de janeiro de 2010, mais de 2.500 usuários de água no Estado passarão a contribuir com o pagamento pelo uso dos recursos hídricos. A medida se iniciará pelas bacias dos rios das Velhas, na região Central, Araguari, no Triângulo Mineiro, e Piracicaba e Jaguari, no Sul de Minas. A decisão pela implementação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de janeiro de 2010, mais de 2.500 usuários de água no Estado passarão a contribuir com o pagamento pelo uso dos recursos hídricos. A medida se iniciará pelas bacias dos rios das Velhas, na região Central, Araguari, no Triângulo Mineiro, e Piracicaba e Jaguari, no Sul de Minas. A decisão pela implementação da cobrança foi dos comitês das respectivas bacias, que têm entre os conselheiros representantes de usuários de água, de instituições da sociedade civil e de poderes públicos, municipal e estadual.</p>
<p>“A cobrança vai incidir apenas sobre os usos outorgáveis como as captações, derivações e extrações, em grandes quantidades, das águas de rios, lagos e poços, praticados, por exemplo, pelas empresas de saneamento, indústrias e irrigantes”, explica a diretora de Gestão de Recursos Hídricos do <a href="http://www.igam.mg.gov.br" target="_blank">Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam)</a>, Luiza de Marillac Camargos. Os usos outorgáveis são aqueles considerados significantes nessas bacias, ou seja, as captações de águas superficiais acima de um litro de água por segundo e as captações de águas subterrâneas acima de 10 metros cúbicos por dia.</p>
<p>O boleto da cobrança será emitido pela <a href="http://www.fazenda.mg.gov.br" target="_blank">Secretaria de Estado de Fazenda (SEF)</a> e encaminhado para os endereços que constam nos processos de outorga de direito de uso da água do Estado. “Equipes de cadastradores já estão percorrendo as três bacias hidrográficas para atualizar os dados dos usuários e usos outorgados pelo IGAM”, acrescenta Luiza de Marillac. Os usuários também podem procurar o Instituto para alterar dados ou retificarem os valores de captação de água informados nos processos de outorga, evitando, assim, o pagamento de um valor maior que o efetivamente utilizado. </p>
<p>Luiza de Marillac informa, ainda, que o agente financeiro responsável pela análise, contratação e gerenciamento das operações financeiras a serem realizadas com os recursos arrecadados da Cobrança será o Banco do Brasil, como determina a Deliberação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), número 215, de 15 de dezembro de 2009. A Deliberação determina ainda que as Entidades Equiparadas a Agência de Bacia Hidrográfica dos respectivos comitês atuem como agente técnica. Elas terão a atribuição de analisar projetos, obras, programas e estudos que pretendam obter apoio financeiro dos recursos oriundos da cobrança pelo uso da água.</p>
<p><strong>Histórico</strong></p>
<p>A metodologia de cobrança pelo uso da água nas bacias hidrográficas dos rios Araguari e Velhas foi aprovada no dia 19/08/09 pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), e na bacia dos rios Piracicaba e Jaguari em 26/03/09. A proposta de metodologia foi apresentada pelos respectivos comitês, após uma série de estudos de viabilidade financeira e consultas públicas.&#160; Em todas as bacias os valores foram definidos considerando três diferentes tipos de usos de água: captação, consumo e lançamento de efluentes.</p>
<p>Na bacia do rio das Velhas, o preço unitário foi fixado em R$ 0,01 para captação, R$ 0,02 para consumo e R$ 0,07 para lançamento. “O Comitê estabeleceu um índice de cobrança reduzido para o setor agropecuário e para o setor da mineração por suas características peculiares”, informa Ana Cristina Silveira, diretora-geral da AGB Peixe Vivo, a agência de bacia que será responsável pela aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso da água na bacia do rio das Velhas.</p>
<p>A previsão é de que mil usuários de água outorgados pelo Igam recebem os boletos de cobrança no primeiro trimestre de 2010. “O dinheiro será repassado para a AGB Peixe Vivo que, por sua vez, vai repassá-los para os projetos que forem definidos como prioritários pelo CBH Velhas”, afirma Ana Cristina. A previsão anual de arrecadação é de R$ 9 milhões por ano.</p>
<p>Na bacia do rio Araguari, a previsão é de que 1,5 mil usuários outorgados pelo Igam recebam os boletos em 2010, o que resultará em uma arrecadação anual de quase R$ 5,5milhões. O preço unitário foi fixado em R$ 0,01 para captação de água superficial por metro cúbico, R$0,0115 para água subterrânea, R$ 0,02 para consumo, R$0,015/ m3 para transposição de bacia e R$ 0,10 por quilograma de DBO (demanda bioquímica de oxigênio) para lançamento de efluente. “A medida prevê a redução dos valores cobrados de irrigantes que adotarem práticas agrícolas sustentáveis”, explicou o presidente do CBH Araguari, Wilson Akira Shimizu. O comitê deverá, ainda, regulamentar em até três anos a cobrança pelo uso da água de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs).</p>
<p>Na bacia dos rios Piracicaba e Jaguari, aproximadamente 20 usuários receberão o boleto no próximo ano. A previsão é de uma arrecadação anual em torno de R$ 120 mil. O preço unitário foi fixado em R$ 0,01 por metro cúbico para captação de água superficial, R$ 0,0115 para água subterrânea, R$ 0,02 para consumo, R$0,015 para transposição de bacia e R$ 0,10 por quilograma de DBO para lançamento de efluentes.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaminas.mg.gov.br" target="_blank">Agência Minas</a></p>
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		<title>Parque do Rio Doce recebe chancela como &#225;rea &#250;mida internacional</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 16:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo em Minas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Parque Estadual do Rio Doce foi aceito este mês na relação das áreas úmidas internacionais, ambientes considerados um dos mais importantes para a conservação da diversidade biológica. A unidade de conservação administrada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), localizada na região do Vale do Aço de Minas Gerais, será a primeira área do Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.parquesdeminas.mg.gov.br/rio_doce.html" target="_blank">Parque Estadual do Rio Doce</a> foi aceito este mês na relação das áreas úmidas internacionais, ambientes considerados um dos mais importantes para a conservação da diversidade biológica. A unidade de conservação administrada pelo <a href="http://www.ief.mg.gov.br" target="_blank">Instituto Estadual de Florestas (IEF)</a>, localizada na região do Vale do Aço de Minas Gerais, será a primeira área do Estado e nona localizada no Brasil a fazer parte da Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional, a Lista Ramsar. O reconhecimento oficial está previsto para fevereiro de 2010, quando será realizada a cerimônia de designação do sítio.</p>
<div align="center">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="560" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="560"><a href="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/12/pq20est.20do20rio20doce1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="pq%20est.%20do%20rio%20doce[1]" border="0" alt="pq%20est.%20do%20rio%20doce[1]" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/12/pq20est.20do20rio20doce1_thumb.jpg" width="541" height="360" /></a> </td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="560">Foto da Lagoa Dom Helvécio, no centro do parque. O Parque Estadual do Rio Doce localiza-se nos municípios de Pingo D´água, Dionísio e Marliéria</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
<p>São consideradas zonas úmidas, áreas de pântanos e corpos de água, naturais ou artificiais, permanentes ou temporários. Os termos da convenção foram definidos em 1971, na Cidade iraniana de Ramsar e, inicialmente, visavam à conservação de zonas úmidas e de aves aquáticas. Com o decorrer do tempo, a área total passou a ser observada como um sistema de apoio à vida para a biodiversidade.</p>
<p>Os países que aderem à Convenção de Ramsar participam de um processo destinado a identificar os sítios em seus territórios com o objetivo de prestar especial atenção a sua conservação e a seu uso sustentável. São signatários da convenção 158 países, cuja lista inclui 1.757 Sítios Ramsar, num total de aproximadamente 161 milhões de hectares.</p>
<p>O gerente do Parque Estadual do Rio Doce, Marcus Vinícius de Freitas, observa que o reconhecimento como Sítio Ramsar é uma chancela à importância da unidade para a conservação da biodiversidade da região. “O parque está inserido em uma região que se configura como o terceiro maior ecossistema lacustre do Brasil, perdendo apenas para o Pantanal e a Amazônia”, afirma. Freitas informa que a medida garantirá uma divulgação internacional para o parque que será importante para atrair pesquisas e investimentos.</p>
<p>A região possui 40 lagoas naturais, com destaque para a Lagoa Dom Helvécio, com 6,7 Km2 e profundidade de até 32,5 metros. As lagoas abrigam uma grande diversidade de peixes, que servem de importante instrumento para estudos e pesquisas da fauna aquática nativa. A Mata Atlântica que domina a unidade é morada de espécies da avifauna como o chauá, jacu-açu, saíra e animais ameaçados de extinção como a onça pintada e o monocarvoeiro, maior primata das Américas.</p>
<p>A diretora de Áreas Protegidas do IEF, Nádia da Silva Araújo, observa que mesmo sendo uma unidade de conservação criada por Decreto Estadual a inclusão na lista dos Sítios Ramsar é um reconhecimento pelos organismos internacionais e do governo federal da importância do parque. “A proposta para inclusão do parque foi defendida pelo Ministério do Meio Ambiente junto ao secretariado da Convenção Ramsar”, explica. Nádia lembra, ainda, que o parque, por abrigar a maior área de Mata Atlântica de Minas, é considerado Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p>O Brasil é considerado o quarto país do mundo em superfície na Lista Ramsar. Possui oito zonas úmidas consideradas Sítios de Importância Internacional, o que equivale a cerca de 6,5 milhões de hectares. Além do Parque Estadual do Rio Doce, a Reserva de Desenvolvimento Sustentado Mamirauá (AM), a Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense (MA), o Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), a Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses (MA), Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luiz (MA), a Ilha do Bananal, no Parque Nacional do Araguaia (TO), o Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense (MT) e a Reserva Particular do Patrimônio Natural do Sesc Pantanal.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaminas.mg.gov.br" target="_blank">Agência Minas</a></p>
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		<item>
		<title>Meio ambiente, é possível que sejamos todos irmãos&#8230;..</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/12/meio-ambiente-e-possivel-que-sejamos-todos-irmaos/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 11:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Como podemos vender algo que não nos pertence&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"> (Cacique Seatle em 1854)</p>
<p>No momento de discussão em Kopenhagen sobre o meio ambiente, vale a pena ler o relato do Cacique Seatle em 1854. O curioso que no século XIX a sabedoria do chefe indígena já chamava atenção para o relacionamento do homem, meio ambiente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #ff0000;">&#8220;Como podemos vender algo que não nos pertence&#8221;</span></em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em><span style="color: #ff0000;"> (Cacique Seatle em 1854)</span></em></strong></p>
<p>No momento de discussão em Kopenhagen sobre o meio ambiente, vale a pena ler o relato do Cacique Seatle em 1854. O curioso que no século XIX a sabedoria do chefe indígena já chamava atenção para o relacionamento do homem, meio ambiente, Deus, Natureza, etc&#8230;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Meio ambiente" src="http://www.baixaki.com.br/imagens/wpapers/BXK17007_manacial-hidrico_serra-do-mar_graciosa_parana_brasil_maio-2005-p.prd-17007-by-bbelle800.jpg" alt="" width="296" height="237" /></p>
<p><em><strong>O Homem pertence à Terra</strong><br />
Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Não conseguimos compreender esta idéia. Se o frescor do ar e a limpidez brilhante da água não nos pertencem, como podemos vendê-los?</em></p>
<p>Em 1854, o presidente dos Estados Unidos propôs uma grande área de terra dos índios peles-vermelhas, prometendo uma reserva para que nela eles pudessem viver. A resposta do Cacique Seattle é tida como uma profunda declaração de amor ao Meio Ambiente, brotada do coração puro e simples de um índio cheio de reconhecimento à Natureza por tudo de bom que ela dá ao homem.</p>
<p>“Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Não conseguimos compreender esta idéia. Se o frescor do ar e a limpidez brilhante da água não nos pertencem, como podemos vendê-los?</p>
<p>Cada pedaço desta terra é sagrado para a nossa gente. Cada ponta brilhante de um pinheiro, toda a praia de areia, cada névoa nos bosques ao escurecer, cada lugar claro, sem árvores, no meio da floresta e cada inseto zumbindo são sagrados na memória de nossa gente. O córrego, que procura seu caminho entre as árvores, carrega consigo lembranças de nossos antepassados.</p>
<p>Os mortos do homem branco, quando vão caminhar entre as estrelas, esquecem a região de seu nascimento. Nossos mortos nunca esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe dos índios peles-vermelhas. Somos partes da terra e ela parte de nós. As flores, que exalam perfumes, são nossas irmãs. Os veados, os cavalos, a águia grande, todos são nossos irmãos. As pontas das rochas, os sulcos nos valos, o calor do corpo do cavalo, o homem, todos pertencem á mesma família.</p>
<p>O grande chefe branco manda dizer que deseja comprar nossas terras, o que é um pedido grande demais feito a nós. Também que vai reservar para nós, um lugar onde possamos viver de modo confortável. Também que vai ser nosso pai e que nós vamos ser seus filhos, mas isto não vai ser, pois esta terra é sagrada para nós.</p>
<p>Esta água limpa correndo em curvas nos córregos e rios não é simplesmente água, mas o sangue de nossos antepassados. Se vendermos a terra ao homem branco, ele vai ter de lembrar-se e vai ter de ensinar às suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo fingindo figuras de rosto na água pura do lago fala de acontecimentos e memórias da vida de nosso povo. O murmúrio da água é a voz de nosso pai.</p>
<p>Os rios são nossos irmãos e matam a nossa sede. Transportam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra ao homem branco este vai ter de ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos. E o homem branco vai ter de dedicar aos rios a mesma bondade que dedicaria a qualquer irmão.</p>
<p>Sabemos que o homem branco não compreende nosso modo de ser. Uma porção da terra, para ele, representa o mesmo que outra porção, pois ele é aqui um estrangeiro que vem à noite e tira da terra o de que precisa. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga e, quando a conquista, simplesmente segue em frente, sem se importar, deixando as sepulturas de seus pais para trás. Não pensa duas vezes e rouba da terra o que seria de seus filhos. A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, roubadas, vendidas como colares coloridos. Seu apetite vai terminar por devorar a terra, deixando somente um deserto.</p>
<p>Nossos costumes são diferentes e, por isso, não compreendo. A visão de suas cidades é dolorosa para os olhos do homem de pele-vermelha. Talvez isto aconteça pelo fato de ser o homem de pele-vermelha um selvagem. Não compreendo.</p>
<p>Não acontece um canto silencioso nas cidades do homem branco. Não existe nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar e flores na primavera, ou o harmonioso bater das asas de um inseto. Por ser um selvagem, não compreendo isto.</p>
<p>O ruído somente parece um insulto aos ouvidos. E o que resta da vida se um homem não puder ouvir o grito solitário do pássaro ou a algazarra dos sapos à noite, ao redor de uma lagoa? Sou um homem de pele-vermelha e não compreendo isto. O índio prefere o murmúrio suave do vento correndo na superfície do lago e o aroma do próprio vento, limpo por uma chuva de meio-dia ou perfumado pelos pinheiros.</p>
<p>O ar é precioso para o homem de pele-vermelha, pois todas as coisas fazem parte do mesmo sopro Parece que o homem branco não presta atenção no ar que respira. Como um homem em agonia, depois de muitos dias, é insensível ao mau cheiro. Mas, se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar. se de que o ar nos é precioso, que afeta com seu espírito todo ser vivente que sustenta. O vento que deu aos nossos antepassados seu primeiro respirar é o mesmo que recebe seu último suspiro. E. se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve mantê-la como é e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir deliciar-se com o vento açucarado pelas flores dos campos.</p>
<p>Portanto, vamos pensar em sua proposta de comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, vamos impor uma condição. o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.</p>
<p>Talvez seja pelo fato de eu ser um selvagem que não compreendo qualquer outra forma de agir. Vi mais de mil búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os matou de um trem em movimento. Sou um selvagem. Deve ser por isto que não compreendo como é que o cavalo-de-ferro soltando fumaça possa ser mais importante que o búfalo, que só matamos para que possamos permanecer vivos.</p>
<p>O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito, pois o que quer que ocorra aos animais, breve vai também acontecer também ao homem. Existe uma ligação em tudo</p>
<p>O homem deve ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós. Para que respeitem a terra, deve ensinar a seus filhos que a terra foi enriquecida com as vidas dos nossos antepassados. que ela e nossa mãe. Tudo aquilo que acontece a terra, acontecerá também aos filhos dela. Se os homem cospem no solo, estão cuspindo neles mesmos.</p>
<p>Sabemos que a terra não pertence ao homem O homem, sim, é que pertence à terra. Sabemos que todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Existe uma ligação em tudo.</p>
<p>O que vier a acontecer com a terra recairá sobre os filhos dela. Não foi o homem que fez o tecido da vida. Ele é simplesmente um de seus fios. O que quer que faça ao tecido, estará fazendo a si mesmo.</p>
<p>Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele, de amigo para amigo, não pode estar livre do destino comum. Afinal é possível que sejamos irmãos. Veremos. Uma coisa sabemos, que o homem branco poderá vir a descobrir um dia que o nosso Deus é o mesmo Deus. Poderá pensar que possui Deus, como deseja possuir nossa terra, mas isto não é possível. Ele é o Deus do homem e Sua compaixão é igual para o homem de pele-vermelha e para o homem branco A terra é preciosa para Deus e ofender a terra é desprezar seu Criador. Os homens brancos também passarão, talvez mais cedo que todas as outras tribos. Contaminam suas camas e uma noite serão sufocados pelos seus próprios desejos.</p>
<p>Mas, quando da desaparição do homem branco, ele brilhará intensamente iluminado pela força do Deus que o trouxe a esta terra e, por alguma razão especial, deu a ele domínio sobre a terra e sobre o homem de pele-vermelha. Tal destino é um mistério para nós, pois não compreendemos a razão de todos os búfalos serem mortos, os cavalos selvagens serem todos domados, os recantos secretos da floresta ficarem cheios do cheiro de muitos homens e a vista dos morros fecundos ficar tapadas por fios que falam. Desapareceram.</p>
<p>Onde está o arvoredo?</p>
<p>Onde está a águia?</p>
<p>Desapareceram.</p>
<p>E o final da vida. E o princípio da sobrevivência.</p>
<p>João Begatti(Juiz de Fora) e Dante(São Paulo)</p>
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		<title>Alerta em rela&#231;&#227;o ao futuro do planeta abre o debate na 1&#170; CNSA</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quebradeira de Coco indicado ao Prêmio Nobel da Paz e especialistas discutiram questões problemas de infraestrutura, saúde e meio ambiente do Brasil</p>
<p>Teve canto, dança e confraternização. Teve também protestos, aplausos e a simplicidade da quebradeira de coco, que arrancou palmas da plateia. E muitos alertas em relação ao futuro do planeta Terra. A 1ª Conferência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/12/cnsa1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="cnsa[1]" border="0" alt="cnsa[1]" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/12/cnsa1_thumb.jpg" width="244" height="188" /></a>Quebradeira de Coco indicado ao Prêmio Nobel da Paz e especialistas discutiram questões problemas de infraestrutura, saúde e meio ambiente do Brasil</p>
<p>Teve canto, dança e confraternização. Teve também protestos, aplausos e a simplicidade da quebradeira de coco, que arrancou palmas da plateia. E muitos alertas em relação ao futuro do planeta Terra. A 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) começou hoje (10/12) com dezenas de delegados formando uma roda e cantando, de mãos dadas, uma das músicas-temas do encontro. Por volta das 9h45, o grande auditório abriu espaço à democracia: representantes de quase todas as unidades da Federação saudaram o público e se apresentaram, em clima de cordialidade. </p>
<p>Filósofo, teólogo, cientista social e educador popular, Ivo Poletto levou à 1ª CNSA sua experiência com movimentos sociais de todo o país e avisou: “Precisamos compreender que não somos os únicos seres vivos que existem no planeta. É preciso que superemos a visão antropocêntrica das ciências sociais”, defendeu, ao referir-se à idéia errônea, do ponto de vista ambiental, de que o homem é o centro de todas as coisas. “Por termos organizado todos os meios de consumo com base em nossos interesses, colocamos em risco a saúde da Terra”, acrescentou. </p>
<p>Para Poletto, o homem precisa estabelecer o diálogo e a complementaridade com a Terra, “também um ser vivo”. Foi nesse tom de preocupação que o sociólogo dissociou a saúde nos distintos biomas brasileiros. “É muito diferente pensar a saúde na Amazônia ou pensá-la no pampa. Ou pensar a saúde no cerrado e na caatinga”, explicou. “Se queremos propor uma política que integre ambiente e saúde, precisamos pensar as condições dessa relação em cada bioma”, recomendou. </p>
<p>O especialista afirmou que apenas medidas sanitárias não são suficientes para essa integração. “Precisamos de construir medidas que recomponham, na medida do possível, a saúde da Terra”, disse. Poletto encerrou sua participação na palestra magna com a advertência de que o clima deve fazer 1 bilhão de refugiados na próxima década e concluiu: “Se queremos ter uma melhor saúde para nós, precisamos mudar nossa relação com a Terra”.</p>
<p>A segunda palestrante do dia usou palavras simples para emocionar. A quebradeira de coco Raimunda Gomes da Silva encampa, há duas décadas, uma luta em prol das mulheres da região do Bico do Papagaio, no estado do Tocantins, e em defesa do cerrado e da atividade econômica envolvendo o babaçu. A gente luta em defesa da vida, pelo babaçu e pelo cerrado, que tem nossas plantas medicinais e nossas águas, disse, após pedir desculpas por não ter diploma. O discurso de Raimunda revelou-se poderosa ferramenta de denúncia social. Para combater todo esse sofrimento no país e no mundo, precisamos de políticas públicas e de uma população organizada, pediu. Esta luta é de todo mundo, é do maior ao mais pequeno, acrescentou, sendo ovacionada pelo público. </p>
<p>Depois de pedir que todos se conscientizem da necessidade de se lutar por um Brasil melhor, a quebradeira de coco indicada ao Prêmio Nobel da Paz fez uma advertência. Nós vamos morrer tudo junto. Quem tá matando nós é nós mesmo. Nossos tataranetos vão ver papagaio apenas pintado na parede, afirmou, mais uma vez emocionando a plateia.</p>
<p>O último participante da palestra magna levou à 1ª CNSA uma problemática do cotidiano bastante relacionada à saúde ambiental e humana: o saneamento básico. Professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Leo Heller disse que o consumo de água no planeta leva a grandes impactos no meio ambiente e na saúde da população. Segundo ele, o saneamento reproduz a desigualdade social e, ao mesmo tempo, pode causar riscos à saúde humana, por meio da ingestão de água, manejo inadequado de resíduos sólidos, entre outros. Temos de investir fortemente na melhoria do sistema público de saneamento. A falta de saneamento é um problema de política pública, ressaltou. Heller destacou os Planos Municipais de Saneamento Básico e o Plano Nacional de Saneamento como alternativas para que as políticas de saneamento sejam permanentes e contínuas. </p>
<p><b>1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental</b></p>
<p><b>Local: Associação Atlética Lúdico-recreativa, Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Conjunto 53. </b></p>
<p><b>Data e horário: </b><b>9 a</b><b> 12 de dezembro das 8h às 18h.</b></p>
<p><b>Assessoria de Imprensa da 1ª CNSA</b></p>
<p><b>Suzane Duraes e </b><b>Ubirajara Rodrigues</b> <b>61/3213-8083</b></p>
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		<title>Cemig promove encontro sobre gest&#227;o de reservat&#243;rios em Juiz de Fora</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[COTIDIANO]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig registrou público de aproximadamente 400 pessoas nas seis apresentações sobre os procedimentos operativos de suas usinas, realizadas este ano no interior do Estado. Juiz de Fora foi o município escolhido para encerrar o clico de palestras em 2009, que acontece na próxima quinta-feira (3), a partir das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig registrou público de aproximadamente 400 pessoas nas seis apresentações sobre os procedimentos operativos de suas usinas, realizadas este ano no interior do Estado. Juiz de Fora foi o município escolhido para encerrar o clico de palestras em 2009, que acontece na próxima quinta-feira (3), a partir das 9 horas, no auditório da Empresa na Rua Espírito Santo, 354 – Centro. Na oportunidade, serão debatidos assuntos inerentes às hidrelétricas de Marmelos, Joasal e Paciência.</p>
<p>O encontro, voltado para a imprensa, lideranças comunitárias e representantes dos municípios da área de influência das usinas, busca informar a comunidade sobre o planejamento e condução dos processos das hidrelétricas, principalmente em períodos de cheias, ou mesmo de seca severa, que podem causar eventuais alterações nas rotinas operacionais. Serão abordadas ainda as práticas preventivas e de segurança dos reservatórios de modo a não oferecer riscos tanto para pessoas quanto para propriedades e meio ambiente. Desde 2005, a Companhia realiza esse trabalho com as comunidades da área de influência dos reservatórios, por meio do Programa Plano de Integração.</p>
<p>Segundo o hidrometeorologista da Cemig, Alexander Goncalves da Silva, a Empresa mantém um canal aberto de comunicação com os órgãos de Defesa Civil estadual e municipais, prefeituras e o Corpo de Bombeiros, além de outras entidades que prestam auxílio às comunidades em situação de risco na área de influência da usina. “Fornecemos informações estratégicas sobre a previsão meteorológica, a situação do reservatório e o comportamento das vazões. Esses dados são suma importância para a tomada de decisões por parte dos órgãos responsáveis”, explica.</p>
<p>Durante a programação, que se estende por toda a manhã, os convidados assistem a um vídeo institucional, seguindo-se de palestras sobre operação de reservatórios, segurança de barragens e ações ambientais no âmbito do Programa Peixe Vivo. O público presente poderá participar de visita guiada às usinas de Marmelos e Paciência, além de almoço oferecido pela Cemig.</p>
<p><b>Usinas:</b></p>
<p><b></b></p>
<p><b>- Marmelos</b></p>
<p>A hidrelétrica tem capacidade instalada de 4 MW e está localizada em Juiz de Fora, no Rio Paraibuna. Iniciou suas operações em 1915, conta com cinco unidades geradoras e não possui reservatório, pois trata-se de usina a fio d’água. O comprimento total da barragem é de 51 metros e a altura é de oito metros.</p>
<p><b>- Joasal</b></p>
<p>Com capacidade instalada de 8,4 MW, também está localizada em Juiz de Fora, no Rio Paraibuna. Iniciou suas operações em 1950, conta com cinco unidades geradoras e não possui reservatório, pois trata-se de usina a fio d’água. O comprimento total da barragem é de 35 metros e a altura é de quatro metros.</p>
<p><b>- Paciência</b></p>
<p>Localizada em Matias Barbosa, no Rio Paraibuna, a hidrelétrica apresenta capacidade instalada de 4 MW. Iniciou suas operações em 1930, conta com três unidades geradoras e não possui reservatório, pois trata-se de usina a fio d’água. O comprimento total da barragem é de 55 metros e a altura é de nove metros.</p>
<p>Fonte: Superintendência de Comunicação Social da CEMIG.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>MEIO AMBIENTE &#201; O TEMA DA 2&#170; SIPAT DO INSTITUTO DE LATIC&#205;NIOS C&#194;NDIDO TOSTES</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>
</p>
<p> 
<p>A Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (CIPA) do Instituto de Laticínios Cândido Tostes realiza a partir de hoje, 16 à sexta-feira, 20, a 2ª Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (SIPAT) com o tema “CIPA e você a favor do meio ambiente”. Por meio de palestras e ações elaboradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>
</p>
<p> </b>
<p>A Comissão Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (CIPA) do Instituto de Laticínios Cândido Tostes realiza a partir de hoje, 16 à sexta-feira, 20, a 2ª Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho (SIPAT) com o tema “CIPA e você a favor do meio ambiente”. Por meio de palestras e ações elaboradas especialmente para a ocasião, a comissão quer orientar e conscientizar funcionários e alunos do curso técnico para a importância da prevenção de acidentes e de doenças no ambiente de trabalho. A expectativa é de participem cerca de 180 pessoas dos Centros de Ensino, Pesquisa e Administração. </p>
<p>As novidades preparadas para este ano começam com o próprio tema meio ambiente, escolhido pelos funcionários que se manifestaram através da caixa de sugestões disponibilizada na portaria do ILCT. Segundo o presidente da CIPA, Daniel Arantes Pereira, a programação será totalmente voltada para a realidade de Juiz de Fora, na tentativa de que os participantes possam identificar as situações que vivenciam no dia-a-dia. “Vamos falar sobre coleta seletiva, uso racional da água e economia doméstica”, afirma. </p>
<p><b>Ginástica laboral e valorização da imagem da EPAMIG </b>
</p>
<p>Para começar bem o dia, a 2ª SIPAT preparou outra novidade para os funcionários e alunos, que poderão participar da ginástica laboral na abertura das palestras, durante toda a semana. A apresentação da Banda 2 de Ouro da Polícia Militar também promete momentos de descontração ao evento, que contará ainda com sorteio de diversos brindes, oferecidos por parceiros do Instituto. </p>
<p>Para alertar sobre os cuidados com a saúde, a 2ª SIPAT dará continuidade às ações iniciadas no ano passado. Em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas Suprema, que novamente cedeu alunos para apoiar o evento, os funcionários e alunos poderão fazer avaliação postural. Encerrando as atividades, na sexta-feira, haverá lanche e confraternização. </p>
<p>Ana Cristina Ajub    <br />Ascom EPAMIG ILCT     <br />(32)3224-3116 ramal 205     <br />Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais &#8211; EPAMIG </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Aberta 1&#170; Confer&#234;ncia Estadual de Sa&#250;de Ambiental de MG</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Cerca de 800 pessoas, de vários municípios de Minas Gerais, participam da 1ª Conferência Estadual de Saúde Ambiental (CESA), aberta hoje (3), em Belo Horizonte. A conferência tem o objetivo de definir diretrizes para políticas públicas integradas destinadas à área da saúde ambiental. O evento acontece até amanhã (4) na Serraria Souza Pinto, na Av. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 800 pessoas, de vários municípios de Minas Gerais, participam da 1ª Conferência Estadual de Saúde Ambiental (CESA), aberta hoje (3), em Belo Horizonte. A conferência tem o objetivo de definir diretrizes para políticas públicas integradas destinadas à área da saúde ambiental. O evento acontece até amanhã (4) na Serraria Souza Pinto, na Av. Assis Chateaubriand, 809, Floresta. </p>
<p>Pela manhã, participaram da mesa de abertura o diretor do Departamento de Recursos Hídricos, João Bosco Senra; o subsecretário estadual de Vigilância em Saúde, Luiz Felipe Caram; a <strong>diretora de Qualidade Ambiental do</strong><strong> </strong>IBAMA,<b> </b><strong>Sandra Regina Rodrigues Klosovski; o coordenador adjunto da Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA), Geraldo Vitor de Abreu; além dos respectivos representantes do Ministério das Cidades, Ministério da Saúde e da Agência Nacional das Águas, Marta Sinoti, Cícero Góes e Maurício Azevedo.</strong></p>
<p><strong>“A </strong>Conferência Nacional de Saúde Ambiental vai mapear os principais problemas de saúde causados pelos efeitos da degradação ambiental. Também revelará quais ações devem ser prioritárias em cada estado, região, microrregião a partir das propostas discutidas nos municípios”, afirma o coordenador adjunto da CNSA, Geraldo Vitor de Abreu.</p>
<p>“Minas tem muito para contribuir com o país. Essa é uma das conferências com maior número de participantes. Esperamos que a conferência atenda aos anseios e prioridades da população e oriente os governos, no sentido de garantir uma melhor qualidade de vida para as comunidades”, diz Geraldo.</p>
<p>Segundo Cícero Góes, já ocorreram mais de 200 conferências municipais e regionais no país. Além de 25 estaduais e uma distrital. Na avaliação dele, todas foram positivas. “Essas conferências preparatórias para a etapa nacional contribuirão para estabelecer uma nova política pública intersetorial e integrada”, afirma Góes. </p>
<p>Marta Sinoti, na sua fala, ressaltou a participação dos três ministérios (Saúde, Meio Ambiente e Cidades) e seus respectivos conselhos na realização das conferências municipais e estaduais. Para ela, “além de integrar o diálogo, a conferência tem o desafio de transformar as ações em prática”.</p>
<p>O subsecretário estadual de Vigilância em Saúde, Luiz Felipe Caram, destacou que o meio ambiente e a saúde estão interligados. &quot;Saúde não é só ausência de doença, e sim ter qualidade de vida&quot;, afirmou. Segundo ele, tem aumentado, em alguns locais, o número de casos de dengue e leishmaniose. &quot;Todos devem fazer a sua parte. A limpeza do quintal é um exemplo de como contribuir no combate a doenças como a dengue&quot;.</p>
<p>Durante <strong>dois dias, os participantes de Minas Gerais debaterão mais de 400 propostas originadas nas etapas preparatórias. Deste total, serão encaminhadas seis diretrizes e 12 ações estratégicas para a plenária nacional. O evento será encerrado com a eleição de 58 delegados, que representarão o estado na </strong>1ª CNSA, entre os dias 9 e 12 de dezembro, em Brasília. <strong></strong></p>
<p><b>ENVOLVIMENTO – </b>Nas conferências, diferentes setores da sociedade discutem suas preocupações e responsabilidades, bem como apresentam reivindicações e sugestões. Ao final desses trabalhos, os delegados eleitos na etapa estadual participam da plenária nacional, onde são aprovadas as propostas e diretrizes apontadas pelos estados.</p>
<p>O envolvimento da sociedade nesse debate contribuí na busca por alternativas e soluções para o problema da degradação ambiental, causada pelo atual modelo de consumo e que tem refletido negativamente na própria condição de vida e de saúde do ser humano. A poluição do ar nas cidades, o uso indevido do solo, a falta de saneamento básico em muitos municípios são conseqüências desse desenvolvimento. Diante isso, fica claro que meio ambiente, infraestrutura e saúde são temas completamente indissociáveis.</p>
<p>A relação entre a degradação do meio ambiente a saúde há décadas é foco de estudos em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 18% das doenças e óbitos prematuros no Brasil estão relacionados a problemas ambientais. </p>
<h6>PROGRAMAÇÃO</h6>
<h6>Local:<i> </i>Serraria Souza Pinto, na Av. Assis Chateaubriand, 809, Floresta, Belo Horizonte</h6>
<p><b>Data: </b>03 e 04 de novembro de 2009</p>
<p><b><u>Dia 03/11/2009 (3ª feira)</u></b></p>
<p><b>07:00</b> &#8211; Início do credenciamento e café de boas-vindas</p>
<p><b>16:00</b> &#8211; Encerramento do credenciamento</p>
<p><b>09:00</b> &#8211; Mesa de abertura</p>
<p><b>09:30</b> &#8211; Aprovação do Regulamento</p>
<p>10:00 &#8211; Mesa Temática <b>Desenvolvimento e sustentabilidade socioambiental no campo, na cidade e na floresta</b></p>
<p><b>Expositores:</b></p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; José Carlos Carvalho &#8211; Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Alexandre de Lima MST</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; COORDENADOR: Júlio Cezar Pereira de Souza &#8211; CESMG</p>
<p><b>11:30</b> &#8211; Debate</p>
<p><b>12:00</b> &#8211; Almoço</p>
<p><b>14:00</b> &#8211; Mesa Temática II <b>Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumos nos territórios</b></p>
<p><b>Expositores:</b></p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Gustavo Werneck &#8211; ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE SAÚDE COLETIVA </p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; ELIZABETH COSTA DIAS &#8211; UFMG </p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; José Maria dos Santos &#8211; CUT</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <b>COORDENADOR: MEIO AMBIENTE </b></p>
<p><b>15:30 &#8211; </b>Debate</p>
<p><b>16:00 &#8211; </b>Grupos de trabalho</p>
<p><b>19:00 &#8211; </b>Encerramento</p>
<p><b><u>Dia 04/11/2009 (6º Feira)</u></b><u></u></p>
<p>08:00 &#8211; Mesa Temática III <b>Democracia, educação, saúde e ambiente: polítias para a construção de territórios sustentáveis</b></p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Apollo Heringer Lisboa &#8211; fundador do Projeto Manuelzão</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Renato Quintino &#8211; coordenador da Agenda 21 Estadual</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; LEO HELLER &#8211; UFMG</p>
<p>·&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; COORDENADOR: Marta Alves Larcher &#8211; Promotora de Justiça </p>
<p><b>09:30</b> &#8211; Debate</p>
<p><b>10:00 </b>- Grupos de Trabalho</p>
<p><b>12:00 -</b> Almoço</p>
<p><b>14:00 -</b> Plenária Final</p>
<p><b>16:00 -</b> Eleição dos Delegados </p>
<p><b>18:00</b> &#8211; Encerramento</p>
<p><b>Assessoria de Imprensa da 1ª CNSA</b></p>
<p><b>Suzane Durães </b></p>
<p><b>61- 9225.7197</b></p>
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		<title>Sociedade debate Plano Integrado da Bacia do Rio Doce</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Após 18 meses de estudos, pesquisas e elaboração, o Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce chega à etapa final. No período de 22 de outubro a 6 de novembro, a sociedade da bacia, em Minas Gerais e Espírito Santo, conhecerá a versão consolidada do plano com diretrizes, metas e programas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após 18 meses de estudos, pesquisas e elaboração, o Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce chega à etapa final. No período de 22 de outubro a 6 de novembro, a sociedade da bacia, em Minas Gerais e Espírito Santo, conhecerá a versão consolidada do plano com diretrizes, metas e programas de investimento para a região. </p>
<p><a href="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/10/130317050_055cf4c096_o1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="130317050_055cf4c096_o[1]" border="0" alt="130317050_055cf4c096_o[1]" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/10/130317050_055cf4c096_o1_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a>     <br />A primeira consulta será no dia 21 de outubro, em São Gabriel da Palha, no Espírito Santo; seguida de Coronel Fabriciano, região do Vale do Aço, Minas Gerais, 22 de outubro. Ainda em Minas Gerais, serão realizadas reuniões em Caratinga, 23 de outubro; Governador Valadares, 29 de outubro; Ponte Nova, 3 de novembro; Manhuaçu, 4 de novembro; Açucena, 5 de novembro, e, novamente, em Governador Valadares, 6 de novembro. No Espírito Santo, além de São Gabriel, as consultas também acontecerão em Afonso Cláudio, 26 de outubro, e Colatina, 27 de outubro. </p>
<p align="justify"><a href="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/10/800pxRio_Doce1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="800px-Rio_Doce[1]" border="0" alt="800px-Rio_Doce[1]" src="http://www.radiomineira.com/wp-content/uploads/2009/10/800pxRio_Doce1_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a>     <br />“Nesta etapa é fundamental a participação da sociedade, porque é o momento de se concluir os trabalhos e definir metas e programas para a bacia”, explica a gerente de Planejamento de Recursos Hídricos do <a href="http://www.igam.mg.gov.br" target="_blank">Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam)</a>, Célia Fróes. Nas consultas, também serão discutidas propostas de enquadramento dos 16 principais cursos de água da região. “O enquadramento é o estabelecimento do nível de qualidade a ser alcançado ou mantido em um corpo d&#8217;água e não tem, necessariamente, que estar baseado na qualidade atual dos corpos hídricos, mas sim na qualidade desejável”, acrescenta Célia.     <br />Após as reuniões públicas, o Consórcio Ecoplan/Lume, contratada para elaboração do Plano, tem até 30 de dezembro para concluir o documento e incorporar as sugestões, tecnicamente viáveis, dos participantes. Após a conclusão dos trabalhos, a versão final do Plano será apresentada aos comitês afluentes do rio Doce para aprovação. Em 2010, o documento será submetido ao Comitê da Bacia do Rio Doce e, em Minas Gerais, ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos para deliberação. A previsão de execução do Plano é a partir do segundo semestre de 2010 e o horizonte de implementação dos programas e ações é de 10 anos. </p>
<p align="justify">O plano integrado é um instrumento de gestão das águas, que contempla metas comuns para a bacia do rio Doce, além de intervenções que devem ser empreendidas para recuperação e preservação dos recursos naturais e diretrizes para implementação dos demais instrumentos de gestão. Ele abrange seis bacias afluentes mineiras e três no Espírito Santo, e está sendo elaborado por meio de uma parceria entre o Igam, Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (Iema) e a Agência Nacional de Águas (ANA), com o apoio dos Comitês de Bacia Hidrográfica. </p>
<p><b>Bacia Hidrográfica </b>    <br />A Bacia Hidrográfica do Rio Doce possui uma área de drenagem de aproximadamente 86.715 km², dos quais 86% pertencem ao Estado de Minas e 14% ao Espírito Santo, abrangendo 230 municípios e uma população de cerca de 3,5 milhões de habitantes. </p>
<p>O rio Doce nasce em Minas Gerais, nas serras da Mantiqueira e do Espinhaço. Suas águas percorrem cerca de 850 km até atingir o oceano Atlântico, no povoado de Regência, no Espírito Santo. Os principais afluentes do rio Doce pela margem esquerda são os rios do Carmo, Piracicaba, Santo Antônio, Corrente Grande e Suaçuí Grande, em Minas Gerais; São José e Pancas, no Espírito Santo. Na margem direita são os rios Casca, Matipó, Caratinga/Cuieté e Manhuaçu, em Minas Gerais; Guandu, Santa Joana e Santa Maria do Rio Doce, no Espírito Santo. </p>
<p><b>Calendário de Reuniões</b>    <br />21/10/2009 – São Gabriel da Palha – Espírito Santo     <br />Bacia Hidrográfica do rio São José     <br />Local: Escola Ilda Ferreira da Fonseca Martins     <br />Horário: 9h     <br />Endereço: rua 7 de setembro, 427 &#8211; Centro &#8211; São Gabriel da Palha / ES     </p>
<p>22/10/2009 – Coronel Fabriciano – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Piracicaba     <br />Local: Campus Unileste-MG     <br />Horário: 8h30     <br />Endereço: avenida Tancredo Neves, 3500, bairro Universitário – Coronel Fabriciano / MG     </p>
<p>23/10/2009 – Caratinga – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Caratinga     <br />Local: Auditório interno da UNEC–Centro Universitário de Caratinga- Campus II     <br />Horário: 9h     <br />Endereço: BR-116, sem número, bairro das Graças – Caratinga / MG     </p>
<p>26/10/2009 – Afonso Cláudio – Espírito Santo    <br />Bacia Hidrográfica do rio Guandu     <br />Local: Auditório do Sindicato Rural Patronal (ao lado da Escola São José, próximo a Casa de Artesanato Municipal)     <br />Horário: 9h     <br />Endereço: Avenida Eliezer Lacerda Fafá, 46, bairro São Tarcísio &#8211; Afonso Cláudio / ES     </p>
<p>27/10/2009 – Colatina – Espírito Santo    <br />Bacia Hidrográfica do rio Santa Maria do Doce     <br />Local: Auditório da Sanear     <br />Horário: 9h     <br />Endereço: Rua Benjamim Costa, 105, bairro Marista – Colatina / ES     </p>
<p>29/10/2009 – Governador Valadares – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Doce     <br />Local: Prefeitura Municipal de Governador Valadares-MG     <br />Horário: 9h     <br />Endereço: Rua Marechal Floriano, 905, 5º andar – Centro – Governador Valadares / MG     </p>
<p>03/11/2009 – Ponte Nova – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Piranga     <br />Local: Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do rio Piranga (Amapi)     <br />Horário: 13h     <br />Endereço: Rua Jaime Pereira, 127 – bairro Progresso (Pacheco) &#8211; Ponte Nova / MG     </p>
<p>04/11/2009 – Mutum – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Manhuaçu     <br />Local: Casa de Cultura     <br />Horário: 13h     <br />Endereço: Rua Dom Cavati 375 A &#8211; Centro – Mutum / MG     </p>
<p>05/11/2009 – Açucena – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Santo Antônio     <br />Local: Auditório da Prefeitura Municipal de Açucena     <br />Horário: 13h     <br />Endereço: Rua Benedito Valadares, 23, Centro, Açucena / MG     </p>
<p>06/11/2009 – Governador Valadares – Minas Gerais    <br />Bacia Hidrográfica do rio Suaçuí     <br />Horário: 13h     <br />Endereço: Rua Orbis Clube, 20, 5º andar, Edifício Banco do Brasil – Centro – Governador Valadares/MG</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaminas.mg.gov.br" target="_blank">Agência Minas</a></p>
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		<title>Meio ambiente: Governo do Estado implanta carona solid&#225;ria para diminuir a polui&#231;&#227;o</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/09/meio-ambiente-governo-do-estado-implanta-carona-solidria-para-diminuir-a-poluio/</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 20:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Foi lançado nesta sexta-feira (25), Dia Nacional do Trânsito, o projeto MelhorAr, um sistema de gerenciamento de caronas que está sendo implantado no Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema). O objetivo, além de aproximar servidores, é diminuir a emissão de CO2 e minimizar os impactos no trânsito de Belo Horizonte. O evento aconteceu na sede [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado nesta sexta-feira (25), Dia Nacional do Trânsito, o projeto MelhorAr, um sistema de gerenciamento de caronas que está sendo implantado no <a href="http://www.semad.mg.gov.br" target="_blank">Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema).</a> O objetivo, além de aproximar servidores, é diminuir a emissão de CO2 e minimizar os impactos no trânsito de Belo Horizonte. O evento aconteceu na sede do Sisema. </p>
<p align="center"><img height="231" src="http://blog.estadao.com.br/blog/media/POLUICAO.JPG" width="308" /> </p>
<p>Durante o lançamento, o subsecretário de Inovação e Logística da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Thiago Grego, ressaltou a importância do MelhorAr e da efetiva participação dos servidores do Sisema no projeto. “O objetivo é, acima de tudo, gerar uma mobilidade sustentável. Evitar o uso individual de um veículo e priorizar o transporte coletivo”, afirma. </p>
<p align="center"><img src="http://www.agenciaminas.mg.gov.br/admin/fotos/25092009030937melhorar-ag.jpg" /> </p>
<p>Grego ressalta, também, que o projeto incentiva a carona solidária entre pessoas que moram próximas ou na rota das outras. “Trabalhamos num órgão verticalizado e muitas pessoas desconhecem que o colega mora próximo à sua casa”, explica. </p>
<p align="center"><img height="233" src="http://g1.globo.com/Noticias/Carros/foto/0,,21951862-EX,00.jpg" width="327" /> </p>
<p>Para Lincoln Paiva, diretor da agência Believe Sustainability, idealizadora do projeto, a mobilidade sustentável está ligada a aspectos econômicos, sociais e ambientais. “Esperamos que o projeto se amplie para que Belo Horizonte se torne uma cidade mais sustentável, com menos poluição. Para isso, precisamos do engajamento dos servidores”, destaca. </p>
<p>Já para o presidente da <a href="http://www.feam.br" target="_blank">Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam)</a>, José Cláudio Junqueira, além de minimizar os impactos ambientais, o MelhorAr é um projeto que estimula a solidariedade e o convívio social. “É uma oportunidade de dar carona e conhecer outras pessoas”. Segundo ele, é importante que outras atitudes sustentáveis sejam adotadas pelo Sisema. “Precisamos trabalhar para economizar energia com elevadores e diminuir a emissão de gases provocada pela frota de veículos oficiais”, completa.     <br />Inicialmente, 30 servidores que demonstrarem interesse em participar do projeto serão selecionados para um piloto. Entre os benefícios que vão ser oferecidos para as pessoas que oferecerem carona estão sendo estudados a criação de um banco de horas e a oferta de uma vaga gratuita.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agenciaminas.mg.gov.br" target="_blank">Agência Minas</a></p>
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