<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Rádio Mineira Web &#187; Espaço Acadêmico</title>
	<atom:link href="http://www.radiomineira.com/index.php/category/espaco-academico/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.radiomineira.com</link>
	<description>A mineiridade em essência</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Nov 2011 18:36:30 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>22º Festival Internacional de Música  Colonial Brasileira e Música Antiga</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/07/22%c2%ba-festival-internacional-de-musica-colonial-brasileira-e-musica-antiga-2/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/07/22%c2%ba-festival-internacional-de-musica-colonial-brasileira-e-musica-antiga-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 13:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=4242</guid>
		<description><![CDATA[<p></p>
<p align="center">De 17 a 30 de julho em Juiz de Fora</p>
<p align="center">Começa evento com 30 concertos gratuitos, oficinas,</p>
<p align="center">palestras, master class e a presença de nomes reconhecidos</p>
<p align="center">da música nacional e internacional</p>
<p align="center">
<p align="center">Todas as informações sobre o Festival, inclusive releases e fotos, estão disponíveis no site www.promusica.org.br</p>
<p>O 22º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.divirta-se.uai.com.br/arquivos/uai_noticia/20110627112150585.jpg" alt="" width="570" height="310" /></p>
<p align="center">De 17 a 30 de julho em Juiz de Fora</p>
<p align="center">Começa evento com 30 concertos gratuitos, oficinas,</p>
<p align="center">palestras, master class e a presença de nomes reconhecidos</p>
<p align="center">da música nacional e internacional</p>
<p align="center">
<p align="center"><strong>Todas as informações sobre o Festival, inclusive releases e fotos, estão disponíveis no site </strong><strong><a href="http://www.promusica.org.br/" target="_blank">www.promusica.org.br</a></strong></p>
<p>O 22º Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, realizado pelo Centro Cultural Pró-Música, começa neste domingo, dia 17, e segue até 30 de julho, com mais de 30 concertos gratuitos em Juiz de Fora e oficinas de música das quais devem participar cerca de 700 alunos vindos de todas as partes do Brasil. A abertura dos concertos públicos será com o mundialmente respeitado Duo Assad, formado pelos irmãos Sérgio e Odair. O duo brasileiro se apresenta às 20h30, no Cine-Theatro Central. Na programação da noite, interpretação de composições do próprio Sérgio Assad, além de I. Albeniz, J. Rodrigo, A. Piazzolla, E. Nazareth, Antônio Carlos Jobim e E. Gismonti. Sérgio e Odair são referência para os violonistas, por terem criado um padrão de inovação para o violão com genialidade e expressão. Os Assad influenciaram vastamente a criação e introdução de novas músicas para dois violões. Sérgio vive nos Estados Unidos e Odair, na Bélgica, onde dedicam-se ao ensino da música.</p>
<p>Durante o Festival, o Cine-Theatro Central terá ainda outros seis concertos, sempre às 20h30. Um deles é muito esperado pelo público, que aguarda o espetáculo ímpar com instrumentos de época, que anualmente acontece na segunda noite do evento. É o recital da Orquestra Barroca do Festival, sob a regência de Luís Otávio Santos, que sobe ao palco no dia 18. A orquestra é formada por músicos de consolidada carreira internacional, que se unem com a missão de interpretar, de maneira original e, muitas vezes inédita, uma importante obra a cada ano. No concerto desta edição, o grupo vai executar composições do francês Jean-Philippe Rameau (1683-1764) e do italiano Francesco Geminiani (1687-1762).</p>
<p>Outros concertos serão realizados no Cine-Theatro Central: no dia 19, o Quarteto de Cordas Camargo Guarnieri e Piano, de São Paulo; no dia 20, o Quinteto Villa-Lobos, do Rio de Janeiro. No dia 23, será realizado o concerto da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, regida por Marcos Arakaki; e, no dia 24, aapresentação de Violino, Trompete e Orquestra Pró-Música, com solos de Daniel Guedes, no violino, Ronnie Ingle, no trompete, e regência do maestro Nelson Nilo Hack. No dia 30, o encerramento do Festival, no Cine-Theatro Central, terá a Orquestra Ouro Preto, sob a regência de Rodrigo Toffalo. O público vai se surpreender com a interpretação de 12 composições dos Beatles.</p>
<p>Além do Central, teatros, igrejas e ruas serão locais de apresentações noturnas e vespertinas durante duas semanas. Na programação vespertina, de segunda a sexta-feira, destacam-se os eventos programados para o palco montado especialmente para o Festival, no Calçadão da Rua Halfeld, às 17h30. No mesmo lugar, aos sábados, as apresentações serão às 11h30.</p>
<p>Nas igrejas, o destaque vai para a apresentação do grupo francês Doulce Mémoire, prevista para o dia 27 de julho, às 20h30, na Igreja do Rosário, no Bairro Granbery. Outros grandes momentos desta edição são os concertos temáticos. Entre eles, a execução de “A Arte da Fuga”, de J.S. Bach, no dia 21, na Igreja do Rosário, pelos cravistas Marcelo Fagerlande e Ana Cecília Tavares. Ainda nesta área temática, o público é convidado a assistir a execução integral de “Pièces de clavencin en concert”, de J.P. Rameau, pelo trio formado por Luis Otávio Santos (violinista barroco), Sérgio Álvares (gambista) e Bruno Procópio (cravista), no dia 25, na Igreja de São Sebastião, no Centro.</p>
<p>O grupo mineiro Uakti também apresenta-se nesta edição. Ele se apresenta no dia 22, na Igreja do Rosário, também às 20h30. Com um trabalho singular, ligado à música instrumental e à pesquisa de novas sonoridades, o Uakti faz uma apresentação imperdível em Juiz de Fora. O grupo utiliza extensa série de instrumentos artesanais confeccionados por seu diretor musical Marco Antônio Guimarães, a partir de materiais pouco convencionais, como vidros, tubos de PVC, borrachas, madeiras, cabaças e rodas de bicicletas. Em 32 anos de atuação, o Uakti tem percorrido uma trajetória de grande reconhecimento nacional e internacional, em especial pela música criada a partir deste instrumentos acústicos originais.</p>
<p><strong>Bate-papos, master class e palestras</strong></p>
<p>O Festival vai promover ainda bate-papos sobre os recitais, todas as noites, às 19h30. Antes das apresentações, o professor Rodolfo Valverde fará comentários sobre as atrações e os programas. Em cerca de 20 minutos, serão abordadas explicações e dicas sobre o programa que será executado e sobre o grupo/artista que estará se apresentando.</p>
<p>Também o conteúdo teórico desta e                                                  dição foi ampliado, com a realização de masterclass internacional e palestras, que vão acontecer no Colégio dos Jesuítas, mesmo local onde serão realizadas as oficinas de música para os alunos previamente inscritos.</p>
<p>O Master Class Internacional de Música Antiga será com o Doulce Mémoire, da França. No dia 28 de julho, das 10h às 12h e de 14h às 17h, o grupo ministra masterclass de flauta doce, luth et guitarre Renascentista e canto Renascentista. Entre as palestras, o professor Rodolfo Valverde vai falar sobre A Ópera: do nascimento aristocrático ao estilo veneziano, no dia 20h, às 10h; A Ópera Barroca Italiana: a Ópera Séria e a Era dos Castrati, no dia 21, às 10h; e ainda, no dia 22, no mesmo horário, o tema será A Ópera Barroca Francesa: a Tragédie – Lyrique e a Opera Ballet. O professor Luís Otávio Santos fala sobre Retória e Música: o artesanato musical do Barroco, no dia 25, às 11h; o professor Homero Magalhães Filho faz palestra no dia 26, também às 11h, com o tema As articulações para instrumentos de sopro preconizadas por Francesco Rognoni (1620) e, finalmente, o professor Paulo Bosísio apresenta o tema O violinismo no Brasil na segunda metade do século XIX, no dia 27 de julho, às 11h.</p>
<p>O 22° Festival é uma realização do Centro Cultural Pró-Música e tem o patrocínio de Petrobras, UFJF, ArcelorMittal, Cemig e Prefeitura de Juiz de Fora. O evento também conta com o apoio de Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Funalfa, Institut Français &#8211; Consulado Francês, Tribuna de Minas, Colégio dos Jesuítas, TV Panorama e Quilombo Comunicação. Acompanhe o Festival e todas as atividades do Pró-Música no Twitter – @promusicajf</p>
<p align="right"><strong>Assessoria Pró-Música (32) 3216-4787</strong></p>
<p align="right"><strong>Lilian Pace (32) 9112-5581</strong></p>
<p align="right"><strong>Fabiola Costa (32) 9982-2422</strong></p>
<p align="right"><strong>Fabiana Furtado (32)8831-8616</strong></p>
<p><strong>Confira a programação do Festival:</strong></p>
<p><strong>Concertos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 18</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2018%20-%20Orquestra%20Barroca%20do%20Festival.pdf" target="_blank">Orquestra Barroca do Festival -com instrumentos de época (MG)</a><br />
Regente: Luis Otávio Santos<br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 19</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2019%20-%20%20Quarteto%20de%20Cordas%20Camargo%20Guarnieri.pdf" target="_blank">Quarteto de Cordas Camargo Guarnieri e Piano (SP)</a><br />
Pianista convidado: Paulo Henrique Almeida<br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 20</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2020%20-%20Quinteto%20Villa-Lobos.pdf" target="_blank">Quinteto Villa-Lobos (RJ)</a><br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 21</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2021%20-%20A%20Arte%20da%20Fuga.pdf" target="_blank">“A Arte da Fuga”, de J. S. Bach</a><br />
Cravistas: Marcelo Fagerlande (RJ) e Ana Cecília Tavares (DF)<br />
20h30<br />
Igreja do Rosário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 22</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2022%20-%20Uakti.pdf" target="_blank">Grupo Uakti (MG)</a><br />
20h30<br />
Igreja do Rosário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 23</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2023%20-%20Orquestra%20Filarmonica%20de%20MG.pdf" target="_blank">Orquestra Filarmônica de Minas Gerais (MG)</a><br />
Regente: Marcos Arakaki<br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 24</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2024.pdf" target="_blank">Violino, Trompete e Orquestra Pró-Música (MG)</a><br />
Violinista: Daniel Guedes (RJ)<br />
Trompetista: Ronnie Ingle (EUA)<br />
Regente: Nelson Nilo Hack<br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 25</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2025%20-%20Pieces%20de%20clavecin%20en%20concert.pdf" target="_blank">J.P. Rameau – “Pièces de clavecin en concert” – Integral</a><br />
Violinista Barroco: Luís Otávio Santos (BR/SP)<br />
Gambista: Sérgio Álvares (BR/SP)<br />
Cravista: Bruno Procópio (BR/França)<br />
20h30<br />
Igreja de São Sebastião</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 26</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2026%20-%20Musicos%20de%20Capella.pdf" target="_blank">Músicos de Capella (MG)</a><br />
20h30<br />
Igreja do Rosário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 27</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2027%20-%20Doulce%20Memoire.pdf" target="_blank">Doulce Mémoire (França)</a><br />
Direção: Denis Raisin Dadre<br />
20h30<br />
Igreja do Rosário</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 28</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2028%20-%20Madrigal%20do%20Festival.pdf" target="_blank">Madrigal do Festival (MG)</a><br />
Direção: Homero Magalhães Filho<br />
20h30<br />
Igreja de São Sebastião</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 29</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2029%20-%20Orquestras%20do%20Festival.pdf" target="_blank">Orquestras do Festival (MG)</a><br />
Regentes: Ângela Pinto Coelho e Sérgio Dias<br />
20h30<br />
Teatro Pró-Música</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 30</strong></td>
<td><a href="http://www.promusica.org.br/festival2011/grupos/Dia%2030%20-%20Orquestra%20Ouro%20Preto.pdf" target="_blank">Orquestra Ouro Preto (MG)</a><br />
Regente: Rodrigo Toffolo<br />
20h30<br />
Cine-Theatro Central</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Programação no Calçadão da Halfeld:</p>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 18</strong></td>
<td>TRIUNVIRATO POWER TRIO<br />
Músicos da Orquestra de Jazz Pró-Música<br />
Sylvio Gomes (piano), Claudimar Maia (contrabaixo) e Pedro Crivellari(bateria)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 19</strong></td>
<td>GRUPO DE CHORO “BOLA NA TRAVE”<br />
Cazé (bandolim), Fernando César (violão de sete cordas), Fabrício Nogueira (cavaquinho), Márcio Gomes (ritmo) e Caetano (clarinete e sax)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 20</strong></td>
<td>CAMERATA JOVEM PRÓ-MÚSICA<br />
Regente: Guilherme Oliveira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 21</strong></td>
<td>BANDA DO 10º BATALHÃO DE INFANTARIA MOTORIZADA<br />
Regente: Tenente Ademir da Cunha</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 22</strong></td>
<td>Orquestra Escola Pró-Música<br />
Regente: Maria Cristina Santos Ferrarezi</p>
<p>CORAL PRÓ-MÚSICA<br />
Regente: Guilherme Oliveira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 23</strong></td>
<td>11h &#8211; ORQUESTRA DE JAZZ PRÓ-MÚSICA<br />
Regente: Sylvio Gomes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 25</strong></td>
<td>TUKA`S BAND</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 26</strong></td>
<td>GRUPO DE DANÇA “TABLADO ÁRABE”<br />
Direção: Cíntia Prado</p>
<p>GISA STENNER E BANDA</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 27</strong></td>
<td>GAITAS e VIOLÃO<br />
Luciano Baptista e Hamilton Moraes</p>
<p>19h30 – CORAL MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA<br />
Regente: Domício Procópio</p>
<p>CORAL CESAMA<br />
Regente: Carlos Alberto Romanelli</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 28</strong></td>
<td>BANDA MAZIC<br />
Coordenada pela professora Maria Alzira Coimbra Alves</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 29</strong></td>
<td>DUO MANDALA JAZZ<br />
Walker Souza e Alexandre Cortez</p>
<p>19h – BANDA CAVALO DE TRÓIA<br />
Alex Fabiany, Walker Souza e Pedro Vieira</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="50"><strong>Dia 30</strong></td>
<td>11 h – QUATRO NO TRIO<br />
Rafael Gonçalves, Adalberto Silva e Gladston Vieira</p>
<p>12h – BANDA DE ALUNOS DO FESTIVAL<br />
Regente: Erivaldo Fraga</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/07/22%c2%ba-festival-internacional-de-musica-colonial-brasileira-e-musica-antiga-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UFJF incorpora Pró-Música em solenidade, dia 9, no MAMM</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/06/ufjf-incorpora-pro-musica-em-solenidade-dia-9-no-mamm/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/06/ufjf-incorpora-pro-musica-em-solenidade-dia-9-no-mamm/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 19:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=4239</guid>
		<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), através da Pró-reitoria de Cultura (ProCult), realiza a incorporação do Centro Cultural Pró-Música, em solenidade que acontece na próxima quinta-feira, 9 de junho, às 10h30, no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM). O reitor Henrique Duque de Miranda Chaves Filho assina o termo oficial, que coroa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://i620.photobucket.com/albums/tt282/Pro_Musica/ProMusica.jpg" alt="" width="254" height="63" />A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), através da Pró-reitoria de Cultura (ProCult), realiza a incorporação do Centro Cultural Pró-Música, em solenidade que acontece na próxima quinta-feira, 9 de junho, às 10h30, no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM). O reitor Henrique Duque de Miranda Chaves Filho assina o termo oficial, que coroa de êxito negociações que remontam a 4 de setembro de 2008, data em que os dirigentes da entidade, Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos, solicitaram à Universidade uma análise sobre o assunto. Com o ato, o Pró-Música passa a ser Órgão Suplementar da Reitoria, com uma minuta de Regimento que procura disciplinar a missão e os objetivos do órgão, garantindo sua consonância com os interesses e a perspectiva histórica das duas instituições.</p>
<p>Segundo o reitor Henrique Duque, “ao longo de sua existência, UFJF e Centro Cultural Pró-Música construíram diversas parcerias e, agora que a Universidade acabou de completar 50 anos, resolveram investir na mais audaciosa parceria jamais sonhada pelas duas. Resolveram se unir, de maneira cabal e definitiva, em prol da cultura e da arte”.  E complementa: “A partir da doação de todo o patrimônio do Centro Cultural Pró-Música para o patrimônio da UFJF, aprovado pelo Egrégio Conselho Superior em 30 de março de 2011, nasce uma nova realidade para a música erudita, para os diversos campos de atuação cultural”.</p>
<p>O pró-reitor de Cultura da UFJF, José Alberto Pinho Neves, avalia que a incorporação confirma a credibilidade da UFJF que, de modo diferenciado, nos últimos anos, resgatou a importância da cultura como instrumento de inserção acadêmica, pesquisa e extensão. “O comprometimento do reitor Henrique Duque com este processo cultural levou-o a criar uma Pró-reitoria de Cultura, que vem atuando tal como o galo cantador do poema “Tecendo a manhã” de João Cabral de Melo Neto, que eclode seu canto harmonizado a outros cantos, tecendo o amanhã cultural da terra de Murilo Mendes. Esta incorporação, união de valores e sucesso consolidados, constitui-se num diálogo constante entre a UFJF e a sociedade pela voz da cultura”, ressalta.</p>
<p>Presidente do Centro Cultural Pró-Música desde a sua fundação, em 1971, Maria Isabel de Sousa Santos declara que se trata de um ganho que vai além das duas instituições envolvidas. &#8220;Com o atendimento da UFJF à proposta de incorporação do Pró-Música, através da doação de seu patrimônio material e imaterial, tenho a convicção que não só as atividades desenvolvidas pela nossa instituição manterão o nível de qualidade praticado nestes 40 anos de existência: Mais do que isto, enxergo o natural e inevitável crescimento dos trabalhos aqui desenvolvidos. Portanto, ganha o Pró-Música, ganha a UFJF e, o mais importante, ganha a cidade de Juiz de Fora e a região&#8221;.</p>
<p><strong>Vocações em sinergia</strong></p>
<p>É importante observar que, em trecho do parecer final do Conselho Superior da UFJF, a conselheira relatora Diva Chaves Sarmento assinala que os estudos realizados pelas Comissões designadas para analisar a proposta de incorporação permitem perceber a sinergia entre os propósitos das duas instituições no que concerne à promoção e à divulgação da cultura da região. “A criação do Instituto de Artes e Design, na UFJF, compreendendo, entre outros, o curso de música, assinala interesses comuns. Entende-se que o acervo e a experiência acumulada pelo Pró-Música podem ampliar os campos de ação da Universidade nas áreas da pesquisa, do ensino e da extensão”, argumenta.</p>
<p>Ministro da Educação no Governo Itamar Franco, Murílio de Avellar Hingel analisa esse importante passo da incorporação com o entusiasmo de quem assistiu à criação do Centro Cultural Pró-Música, sonhada pelo casal Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos, com o apoio de outros idealistas. “Quarenta anos após a aventura cultural, social e educativa, alcança sua maturidade com trabalhos arrojados, como o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, situando Juiz de Fora, Minas e Brasil no centro de grandes realizações. Esse momento especial contribuirá para a continuidade das ações, assegurando à UFJF decisiva aproximação com a sociedade, cumprindo sua finalidade no campo da extensão”.</p>
<p>Prefeito de Ouro Preto e membro da Academia Mineira de Letras, Ângelo Oswaldo, que também foi crítico de arte e secretário de Cultura durante o governo Itamar Franco em Minas Gerais, prevê que, ao ser incorporado à UFJF, o Pró-Música consagra o que era vocação e destino, uma prática superior e uma meta incontornável. “A UFJF conta com o esplêndido Museu de Arte Murilo Mendes, cuja ampliação e dinamização tive o prazer de conferir e saudar, em momento polêmico. Mais um avanço extraordinário se registra nessa incorporação. Vibram todos os que acreditam, como creio plenamente, que só há educação, de fato, em quadro cultural como o que se demarca na Universidade de Juiz de Fora”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Um avanço esperado</strong></p>
<p>Chefe de Gabinete do ministro Murílio Hingel, entre os anos 1992 e 1994, Carlos Xavier lembra que o primeiro contato direto com a produção do Pró-Música se deu através do CD com a gravação da Orquestra e do Coral do III Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que trouxe o Credo e a Missa em Mi Bemol Maior de José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita. Segundo ele, o resultado de toda essa contribuição ao desenvolvimento cultural do país é justamente o acolhimento do Pró-Música pela Universidade. “Uma consequência natural, como foi a criação do Centro de Estudos Murilo Mendes, hoje Museu de Arte Murilo Mendes. É a garantia da conservação do imenso acervo já conquistado e da continuação do trabalho de educação musical que resulta da atuação do Pró-Música”, analisa.</p>
<p>O jornalista Wilson Cid ressalta “a grande importância de se transferir à UFJF o patrimônio e o prestígio que o Pró-Música capitalizou ao longo de sua existência e atividade ininterrupta. “Em primeiro lugar, porque fica patente o reconhecimento da instituição federal a um empreendimento cultural, cuja importância não tem similar na história da cidade”. Segundo ele, trata-se de uma grande herança, em razão da qual são devidos os cumprimentos ao reitor Henrique Duque, que preside a tão importante transição. Outro ponto que o jornalista acha pertinente abordar está relacionado a seu sincero desejo de que a UFJF confira ao Pró-Música “a mesma dedicação e o mesmo amor à causa que marcaram a vida de seus fundadores”.</p>
<p>Com a poesia que lhe é peculiar, o pintor Carlos Bracher atenta para este momento histórico como de grandes benefícios culturais e um exemplo de desprendimento. “Talvez terei assistido, em vida, dos mais comoventes momentos de generosidade, quando o Pró-Música, exemplo inconteste de uma vasta obra humana e musical, seja agora, após quatro décadas de diuturna entrega, ofertado pronta e dadivosamente à Universidade Federal de Juiz de Fora”. E completa: “Na verdade, este não é o significado maior que a arte nos propõe?”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> Momento histórico</strong></p>
<p>A Universidade e o Pró-Música vivem um momento histórico, que se estende em importância à comunidade, ultrapassando fronteiras, o que já vem sendo feito através de promoções como o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, que chega à sua 22ª edição no próximo mês de julho, com a UFJF como patrocinadora.</p>
<p>Representando a direção do Pró-Música, Júlio César de Souza Santos lembra que, em 1971, seus pais e um grupo de colaboradores sob a liderança do pianista Arnaldo Estrella começaram a realizar um concerto mensal  de música erudita na cidade. Daí surgiu o Centro Cultural Pró-Música, associação de utilidade pública municipal, estadual e federal. “Deste sonho realizado nasceu o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga e o Projeto Ação Social Através da Música”, conta, lembrando ainda as séries mensais Clássicos Pró-Música, Terças Musicais e Música nas Igrejas, além das exposições em sua Galeria Renato de Almeida.</p>
<p>Souza Santos relaciona ainda que a Escola de Artes Pró-Música, que concede bolsas de estudo com empréstimo de instrumentos, é outra ação permanente. Nos cursos livres formam-se continuamente valores para destacadas orquestras do país ou para os próprios grupos da associação. Paralelamente, a entidade mantém, além da Orquestra Barroca, Sinfônica, de Câmara, Escola, Pré-Escola, de Jazz, e o Quarteto Spalla Pró-Música, além de Coral, Camerata Jovem e Músicos de Capela. Com os parceiros da iniciativa privada, começaram os eventos de abrangência nacional e internacional, surgindo os consagrados concursos nacionais de piano e de cordas, o Pró-Jazz Festival e o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Solenidade: Assinatura do termo de incorporação do Centro Cultural Pró-Música pela UFJF</p>
<p>Data: 9 de junho, às 10h30</p>
<p>Local: Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM)</p>
<p>Endereço: Rua Benjamin Constant, 790, Centro, Juiz de Fora, MG</p>
<p>Contatos: (32) 3229-9070 (MAMM) e (32) 2102-3964 (ProCult)</p>
<p><strong>Histórico Pró-Música</strong></p>
<p>No início dos anos 1970, mais precisamente em 1971, o casal Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos e um grupo de colaboradores liderados pelo pianista Arnaldo Estrella começaram a tornar realidade o sonho de dar à cidade de Juiz de Fora (MG) um concerto mensal  de música erudita. Do sonho do recital mensal surgiu o Centro Cultural Pró-Música, uma associação sem finalidade lucrativa, de utilidade pública municipal, estadual e federal. Deste sonho realizado nasceu o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga e o Projeto Ação Social Através da Música.</p>
<p>Conhecido no Brasil e no exterior por promover o Festival e pelo trabalho de formação de músicos de orquestra, o Centro Cultural Pró-Música é um dos raros exemplos de trabalho contínuo em prol da cultura sem ligação direta com o poder público. São quatro décadas – que se completam no final deste ano &#8211; de atividades ininterruptas na formação de músicos e de público além da abertura de mercado para músicos eruditos. Além de realizar o Festival que projetou a cidade de Juiz de Fora – Minas Gerais – no cenário cultural para o Brasil e o para o mundo, o Pró-Música permanece em contínua atividade 12 meses por ano. O centro promove as séries mensais Clássicos Pró-Música, Terças Musicais e Música nas Igrejas, além de exposições em sua Galeria Renato de Almeida -  principal espaço para mostra de artes plástica em Juiz de Fora nas  décadas de 70 e 80.</p>
<p>A Escola de Artes Pró-Música, onde funciona seu projeto de bolsas de estudo com empréstimo de instrumentos, é outra destas ações permanentes. Em seus cursos livres e através do acesso dos alunos a professores de referência formam-se continuamente novos valores para algumas das mais destacadas orquestras no cenário da música de concerto do país ou para os próprios grupos da associação.</p>
<p>Paralelamente à consolidação da escola de artes, a entidade trabalhou para criar e manter grupos próprios. Hoje são dez formações estáveis, entre orquestras e conjuntos de câmara. Além da internacionalmente conhecida Orquestra Barroca, são mantidos pelo centro cultural as orquestras Sinfônica, de Câmara, Escola, Pré-Escola, de Jazz, e o Quarteto Spalla Pró-Música, além de Coral, Camerata Jovem e Músicos de Capela.</p>
<p>Com a participação de parceiros da iniciativa privada, o centro cultural passou também a investir em eventos de abrangência nacional e internacional. Assim surgiram os consagrados concursos nacionais de piano e de cordas, o Pró-Jazz Festival e o próprio Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.</p>
<p>Desde a fundação, a direção do Pró-Música estava atenta a um movimento ainda nascente no Brasil, o da música antiga. O primeiro rebento foi o conjunto Pro Musica Antiqua, criado em 1978. A partir daí, a instituição investiu na aquisição de instrumentos apropriados &#8211; até mandou construir violinos barrocos, já que não havia exemplares no país – e na formação de novos grupos voltados para o repertório.</p>
<p>A criação do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga – com a primeira edição aberta em 8 de julho de 1990 -  veio como conseqüência natural desta patente vocação do centro cultural para a música antiga. Em 22 anos, que completa em 2011, o evento cristalizou estes objetivos e os ampliou tornando o trabalho realizado em Juiz de Fora referência nacional e mundial no ensino e interpretação da música colonial e antiga.</p>
<p>Nesta história de muitas dificuldades, leais parcerias e inúmeros resultados culturais para o país, o Centro Cultural recebeu o reconhecimento de público e crítica, mas também a confirmação do sucesso desta trajetória através de prêmios de importância nacional e internacional. Em 1994, foi agraciado com a Insígnia da Inconfidência, concedida pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Em 2000, o Festival recebeu o prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade do Ministério da Cultura, através do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), na categoria preservação de bens móveis e imóveis. A distinção, de caráter nacional, é oferecida anualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN a ações de preservação do patrimônio cultural brasileiro que, em razão da sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, façam-se dignas de registro, divulgação e reconhecimento.</p>
<p>Em 2002, o Pró-Música recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura por sua contribuição na divulgação mundial da cultura brasileira. A insígnia concedida pela Casa Civil da Presidência da República e pelo Ministério da Cultura é o maior prêmio que uma instituição dedicada à cultura no Brasil pode alcançar. De todas as ordens existentes em Portugal e no Brasil, esta é a única destinada especificamente a honrar e estimular a cultura, o que a torna ainda mais representativa para uma associação, sem fins lucrativos, que mantém um trabalho constante nas áreas cultural, artística, educacional e social e que, através dos Festivais de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, conseguiu projetar a cultura brasileira no exterior. Já em 2007, o agraciado foi o violinista barroco e diretor artístico do Festival, Luís Otávio Santos, pelo reconhecido trabalho de divulgação da cultura brasileira no exterior. O Mérito Comendador Henrique Guilherme Fernando Halfeld, foi concedido pela Prefeitura de Juiz de Fora em 2006.</p>
<p>Foi assim que, com a participação de inúmeros colaboradores e admiradores, a proposta inicial de compromisso para a realização de um concerto por mês se transformou em um verdadeiro complexo de atividades culturais com espaço próprio- um teatro com capacidade para 500 pessoas- e cerca de 3.800 eventos realizados. Uma verdadeira obra de idealismo e persistência construída com o objetivo de conquistar um avanço na capacidade de produzir cultura em nosso País.</p>
<p>Julio Cesar de Souza Santos</p>
<p><strong>Pela continuação da cultura</strong></p>
<p>A história pesquisada com justiça e isenta de qualquer parcialidade é elemento que deve ser respeitado. Hoje o Centro Cultural Pró-Música fecha um ciclo de constantes e ininterruptos trabalhos na área da cultura e da educação, na formação de público e de músicos com importantes benefícios sociais para a cidade de Juiz de Fora. Aqui, a instituição conquistou o respeito, a admiração e o apoio de centenas de milhares de cidadãos juiz-foranos.</p>
<p>O Pró-Música chega aos seus 40 anos como fruto do propósito e do idealismo da família Sousa Santos. Sonho transformado em luta, em um doar-se consciente que produziu resultados hoje marcantes na vida cultural da cidade. A partir da força da juventude de seus idealizadores, da crença no poder da arte, foi edificada, durante quatro décadas, esta organização civil sem fins lucrativos com atuação verdadeiramente pública.</p>
<p>Assim é que, conscientes do dever cumprido e desejosos de que o Pró-Música possa continuar a existir, os diretores procuraram a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), na pessoa do Magnífico Reitor Henrique Duque de Miranda Chaves Filho, propondo que a instituição – de poder universal – encampasse o trabalho até aqui realizado, mantendo-o e – esta é nossa convicção – tornando-o ainda maior.</p>
<p>Para isto, foi proposta a doação, sem nenhum ônus financeiro para a UFJF, de todo o patrimônio material – prédio do Teatro Pró-Música, os demais bens existentes – e o legado de sua marca e de suas realizações. A proposta foi acolhida de imediato pelo reitor – homem visionário e de grande espírito empreendedor –, trabalhada nos últimos anos em conjunto pela direção do Pró-Música e pela Pró-Reitoria de Cultura, através do pró-reitor José Alberto Pinho Neves, e, agora, aprovada pelo Conselho Superior da UFJF.</p>
<p>Aqui se encerra este primeiro ciclo de nossos trabalhos.</p>
<p>Assinam esta página histórica para a comunidade seus diretores.</p>
<p>Maria Isabel de Sousa Santos, Presidente</p>
<p>Júlio César de Sousa Santos, Vice-presidente</p>
<p>Hermínio de Sousa Santos, Secretário-geral</p>
<p><strong>Música: o enlevo da alma</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>A Universidade Federal de Juiz de Fora ainda desfrutava da sua juventude institucional quando foi criado em Juiz de Fora o Centro Cultural Pró-Música, que veio a nos ensinar algumas lições. Primeira lição: que a música erudita pode e deve ser difundida para todos; que a música antiga não tem fronteiras, independe de classe, crença, ou de qualquer outro fator discriminatório, bastando apenas que seja apresentada a todos.</p>
<p>Segunda lição: antes mesmo dos movimentos sociais, das ONGs, da conscientização da sociedade civil, brasileiros em Juiz de Fora se uniram com um objetivo comum e, valente e abnegadamente, construíram um patrimônio que ultrapassou fronteiras. Um patrimônio cultural de grande relevo e importância, projetando a cidade de Juiz de Fora para o Brasil e para o Mundo.</p>
<p>Terceira lição: esses mesmos abnegados combatentes pela cultura atacaram em diversas frentes, levando cultura e disponibilizando a arte em suas mais diversas manifestações para todos os públicos e para todas as gentes.</p>
<p>Ao longo de sua existência, UFJF e Centro Cultural Pró-Música construíram diversas parcerias e, agora que a Universidade acabou de completar 50 anos, resolveram investir na mais audaciosa parceria jamais sonhada pelas duas. Resolveram se unir, de maneira cabal e definitiva, em prol da cultura e da arte. A Universidade, agora com seu curso de música, com um bacharelado interdisciplinar de artes voltado para as mais diversas manifestações do espírito humano, com diversas formas de atuar no palco cultural da cidade de Juiz de Fora, seja no Cine-Theatro Central, seja no Museu de Arte Murilo Mendes e em diversos outros projetos permanentes ou temporários, e o Pró-Música, com suas atividades de extensão musical, com seu coral, orquestra, conjuntos de câmara, e festival dedicado à mantença da música colonial brasileira, e tantas outras ações culturais nos mais diversos campos, são, agora, uma única e sólida Instituição.</p>
<p>A partir da doação de todo o patrimônio do Centro Cultural Pró-Música para o patrimônio da UFJF, aprovado pelo Egrégio Conselho Superior em 30 de março de 2011, nasce uma nova realidade para a música erudita, para os diversos campos de atuação cultural.</p>
<p>Sabemos, como bem disse Guimarães Rosa, que “o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”. Nós, Universidade Federal de Juiz de Fora e Pró-Música, a partir de agora, construiremos juntos o nosso caminhar, faremos travessias por entre as veredas dessas “minas dos matos gerais”, continuando a levantar a bandeira da cultura, do enlevo do espírito. O real se fará, portanto, nesse caminhar entre as veredas, não mais sozinhos ou em parceria, mas formando um único e mesmo caminho.</p>
<p>E assim continuaremos espalhando luz, levando conhecimento, não mais na aridez da ciência, mas com os acordes musicais que embalam a alma.</p>
<p>Henrique Duque de Miranda Chaves Filho, Reitor da UFJF</p>
<p><strong>Quatro décadas de cultura</strong></p>
<p>No início dos anos 1970, mais precisamente em 1971, o casal Maria Isabel e Hermínio de Sousa Santos começou a tornar realidade o sonho de dar à cidade de Juiz de Fora (MG) um concerto mensal gratuito de música clássica. Quarenta anos depois, é fácil perceber que os dois mineiros nunca pararam de sonhar e tornaram a cidade referência no país e no mundo quando o assunto é música de concerto, especialmente música colonial e antiga, e formação de músicos e de plateias. Do sonho do recital mensal surgiu o Centro Cultural Pró-música e, deste sonho realizado, nasceu o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga.</p>
<p>O prestígio de Maria Isabel e Hermínio no cenário da música de concerto sempre se evidenciou com abrangência. Em 1975, o conceito de que desfrutavam era invejável, como comprova a declaração de Nelson Freire, um dos maiores pianistas do mundo: “Tenho a mais profunda admiração pelo maravilhoso trabalho feito pelo Centro Cultural Pró-Música em prol da música. Que outros sigam este exemplo!”</p>
<p>Concretizada e consolidada a primeira etapa, a direção do Centro Cultural Pró-Música resolveu galgar outros degraus: a formação de músicos. Quando contratou o jovem Homero de Magalhães Filho para ministrar seu primeiro curso – flauta doce -, os diretores nem podiam imaginar que plantavam a semente da Escola de Artes Pró-Música, celeiro de novos talentos, que, nos anos 2000, teria quase dois mil alunos, sendo que 300 dos quais bolsistas do projeto “Ação social através da música”, que impulsiona a formação de novos valores que ocupam o espaço em destacadas orquestras nacionais ou nos próprios grupos estáveis da instituição.</p>
<p>Desde sua fundação, a realização de concertos mensais gratuitos que integram o programa de formação de plateias muito contribuiu para consolidar no imaginário coletivo da terra de Murilo Mendes a presença da instituição.</p>
<p>Sem ligação direta com as esferas governamentais, sempre buscando parceiros de credibilidade na iniciativa pública e privada, o Centro Cultural Pró-Música funciona como verdadeiro centro de produção de cultura com realizações aplaudidas e premiadas. O prestígio é marca da instituição, contemplada por duas vezes com a Ordem do Mérito Cultural, reconhecimento da Presidência da República a contribuições para a divulgação da cultura brasileira no país e no exterior.</p>
<p><strong> O percurso da união</strong></p>
<p>Em carta-ofício ao Magnífico Reitor Henrique Duque de Miranda Chaves Filho, em 4 de setembro de 2008, os dirigentes do Centro Cultural Pró-música solicitaram um estudo sobre a possibilidade de a instituição ser incorporada pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Por Portaria nº 88 de 5 de fevereiro de 2009, o Magnífico Reitor constituiu Comissão formada por representantes da UFJF, do Pró-música e do Ministério da Educação para promover estudo de incorporação pela UFJF do Centro Cultural Pró-música. Em cumprimento à portaria, em 14 de junho de 2009, a Comissão sugeriu ao Magnífico Reitor a Minuta do Protocolo de Intenções a ser firmado entre as partes envolvidas, compatível com o Estatuto do Centro Cultural Pró-música e com o Estatuto e Regimento Geral da UFJF. Atendendo à sugestão da Pró-reitoria de Cultura, o Magnífico Reitor nomeou, pela Portaria nº 739, de 20 de agosto de 2010, nova Comissão, composta por representantes das partes envolvidas, da Fundação Museu Mariano Procópio (MAPRO), da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FADEPE-JF), para efetuar verificação do melhor modelo de incorporação, analisar ativos e passivos do Pró-Música; promover o levantamento do seu patrimônio; apresentar sugestão de proposta jurídico-cultural; bem como minuta do Regimento e Plano Diretor a serem aprovados pelo Conselho Superior da UFJF. Em 17 de setembro de 2010, a Comissão encaminhou ao Magnífico Reitor o estudo detalhado do seu objetivo para análise e providências cabíveis. Dando continuidade ao processo, a Secretaria-Geral da UFJF solicitou relato e parecer à Conselheira Profa. Dra. Diva Chaves Sarmento que, submetidos à apreciação do Conselho Superior da UFJF, lograram aprovação em 30 de março de 2011.</p>
<p>Parecer Da Profa. Dra. Diva Chaves Sarmento, Conselheira-Relatora Do Processo De Incorporação Do Centro Cultural Pró-Música À Ufjf.</p>
<p>O Centro Cultural Pró-Música, fundado no ano de 1971, constituiu-se como sociedade civil sem finalidade lucrativa registrada sob o no. 318 às folhas 140 a 140 verso do Livro A-1 do Registro Civil das Pessoas Jurídicas de Juiz de Fora. A Associação foi reconhecida de Utilidade Pública em âmbito Federal pelo Decreto no. 86.238/81, em âmbito Estadual pela Lei no. 6.017/72 e em âmbito Municipal pela Lei no. 4.000/72. O Centro Cultural Pró-Música, desde sua criação, tem atuado de forma determinada na difusão da música, principalmente a música antiga e erudita e formação musical de novas gerações. Os estudos realizados pelas Comissões designadas para analisar a proposta de incorporação do Pró-Música à UFJF permitem perceber a sinergia entre os propósitos das duas instituições no que concerne à promoção e divulgação da cultura da região. A criação do Instituto de Artes e Design, na UFJF, compreendendo, entre outros, o curso de música, assinala interesses comuns. Entende-se que o acervo e a experiência acumulada pelo Pró-Música pode ampliar os campos de ação da Universidade nas áreas da pesquisa, do ensino e da extensão. [...] A proposta é incorporar o Pró-Música como Órgão Suplementar da Reitoria, e a Minuta de Regimento procura disciplinar a missão e os objetivos do órgão garantindo que estejam em consonância com os interesses e a perspectiva histórica das duas instituições.</p>
<p>Pelo exposto e nos termos em que se define a proposta, sou favorável a que o Conselho Superior da UFJF manifeste-se pela solicitada incorporação. SMJ.</p>
<p>Diva Chaves Sarmento, Conselheira-relatora</p>
<p><strong>Assessoria Pró-Música (32) 3216-4787</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Lilian Pace (32) 9112-5581</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fabiola Costa (32) 9982-2422</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2011/06/ufjf-incorpora-pro-musica-em-solenidade-dia-9-no-mamm/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Problemas com o Mercado Livre</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/problemas-com-o-mercado-livre/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/problemas-com-o-mercado-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 11:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=661</guid>
		<description><![CDATA[<p>Por Jorge Araujo</p>
<p>Já há algum tempo tenho verificado que o número de reclamações com o Mercado Livre vem aumentando consideravelmente. Eu mesmo, que nos primórdios, já cheguei a comprar e até vender alguns produtos no site de leilões, deixei de o fazer em virtude de na última vez em que anunciei um produto tive tantos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Jorge Araujo</p>
<p>Já há algum tempo tenho verificado que o número de reclamações com o Mercado Livre vem aumentando consideravelmente. Eu mesmo, que nos primórdios, já cheguei a comprar e até vender alguns produtos no site de leilões, deixei de o fazer em virtude de na última vez em que anunciei um produto tive tantos dissabores para cancelar uma venda de um comprador notoriamente inidôneo que acabei pagando para não me incomodar, no entanto com a promessa de nunca mais negociar no <em>site</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Tenho verificado, contudo, alguns problemas mais  <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">importantes</span> e que acho que não se encontram devidamente esclarecido.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro, e talvez mais importante, foi reproduzido no mês de setembro em uma lista Monetização, destinada ao diálogo entre blogueiros sobre formas de rentabilizar a sua atividade. Noticiava-se, então, a ocorrência da condenação de um <em>webmaster </em>ao ressarcimento a um consumidor lesado por um vendedor cadastrado no Mercado Livre simplesmente por ter exibido em sua página o anúncio que conduziu à compra. Esta situação foi levada à discussão no fórum do Mercado Livre que, contudo, não soube dar uma solução ao caso, ainda que apresentado apenas de forma hipotética.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisando brevemente não se pode, de fato, verificar acerca da veracidade do caso. No entanto ele é bastante plausível. Ou seja na medida em que um <em>blogueiro </em>ou <em>webmaster </em>tem um proveito econômico (ou avaliável economicamente) por exibir anúncios de determinada empresa, ele pode ser demandado na  <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">Justiça</span> em decorrência de prejuízos que isso possa causar a terceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que muitos vão bradar:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">- <strong><em>Ok, mas o meu lucro é ínfimo e não me permite sequer contratar um  <span style="border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;">advogado</span> para me defender, pois o meu “lucro” às vezes é de meros centavos!</em></strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No entanto tal defesa, que eu sei verdadeira, não servirá para isentar o proprietário da página e mercado <strong>sócio </strong>da obrigação de indenizar. Até se poderá considerar que a responsabilidade principal é da empresa de leilões, até porque o seu proveito é maior, mas isso não significa que o consumidor lesado seja, sequer, obrigado a chamar a empresa para a sua lide, sendo perfeitamente legal que o condenado seja o mero expositor do anúncio que poderá, posteriormente, e se for o caso, demandar regressivamente do Mercado Livre seu ressarcimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás a própria denominação da posição do afiliado &#8211; <strong>de sócio</strong> &#8211; já demonstra o grau de responsabilidade que a empresa lhe coloca, o que certamente será considerado pelo julgador ao estabelecer a sua obrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim ao se resolver publicar determinada forma de publicidade deve-se estar atento para estas vicissitudes, sob pena de acabar tendo um prejuízo muito superior ao eventual lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro problema que está me chamando a atenção e do qual também tomei conhecimento através das listas de discussão são as exclusões de mercado sócios, com a indisponibilidade dos valores por eles depositados em suas contas do Mercado Pago. Em relação a tal assunto estou em  contato com alguém do Mercado Livre, que já sinalizou estar interessado em esclarecer os fatos, mas ainda não se manifestou objetivamente sobre o tema. Não havendo maiores esclarecimentos no curso desta semana, publicarei aqui o que já apurei sobre o assunto, sempre, claro, resguardando a possibilidade de ouvir o “outro lado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se observar, ademais, que o Mercado Livre não tem um atendimento muito bom quer com seus usuários, quer mesmo com os seus mercado sócios, como se pode verificar do <em>site </em>Reclame Aqui, que registra que quas 20% das reclamações efetuadas no <em>site </em>não tem respostas e que estas, quando ocorrentes, têm uma média de tempo para serem apresentadas de quase sessenta dias e, ainda assim, com índice de solução de menos de 60%, o que o coloca, segundo a página, com uma avaliação de RUIM.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: www.jus.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/problemas-com-o-mercado-livre/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A desrazão tributária</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/a-desrazao-tributaria/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/a-desrazao-tributaria/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 21:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[A desrazão tributária]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=645</guid>
		<description><![CDATA[<p class="tautor">Roberto Wagner Lima Nogueira</p>
<p class="tquali">mestre em Direito Tributário, professor do Departamento de Direito Público das Universidades Católica de Petrópolis (UCP) , procurador do Município de Areal (RJ), membro do Conselho Científico da Associação Paulista de Direito Tributário (APET).</p>
<p align="justify">&#8220;A fé e a razão (fides et ratio) constituem como      que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="tautor">Roberto Wagner Lima Nogueira</p>
<p class="tquali">mestre em Direito Tributário, professor do Departamento de Direito Público das Universidades Católica de Petrópolis (UCP) , procurador do Município de Areal (RJ), membro do Conselho Científico da Associação Paulista de Direito Tributário (APET).<a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6602" target="_blank"></a></p>
<p align="justify"><script type="text/javascript"><!--
  GA_googleFillSlot("revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280");
// --></script><script src="http://pubads.g.doubleclick.net/gampad/ads?correlator=1236807546860&amp;output=json_html&amp;callback=_GA_googleAdEngine.setAdContentsBySlotForSync&amp;impl=s&amp;prev_afc=0&amp;a2ids=JIUQ&amp;cids=I5Aos8&amp;client=ca-pub-2170522420769788&amp;slotname=revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280&amp;page_slots=revista_tributario_texto_topo_728x90%2Crevista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280&amp;cust_params=&amp;cookie=ID%3D8619267213bd9fac%3AT%3D1236806922%3AS%3DALNI_Mbdhh2Sida-OHpPvqRBQuXqPbAOug&amp;ga_vid=1519287584.1236806950&amp;ga_sid=1236806950&amp;ga_hid=2086566044&amp;ga_fc=true&amp;url=http%3A%2F%2Fjus2.uol.com.br%2Fdoutrina%2Ftexto.asp%3Fid%3D6602&amp;ref=http%3A%2F%2Fjus2.uol.com.br%2Fdoutrina%2Flista.asp%3Fassunto%3D414&amp;lmt=1236807546&amp;dt=1236807548564&amp;cc=100&amp;u_h=800&amp;u_w=1280&amp;u_ah=770&amp;u_aw=1280&amp;u_cd=32&amp;u_tz=-180&amp;u_his=9&amp;u_java=true&amp;u_nplug=25&amp;u_nmime=124&amp;flash=9.0.115"></script><em>&#8220;A fé e a razão (</em><em>fides et ratio) constituem como      que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação      da verdade. Foi Deus quem colocou no coração do homem o desejo de conhecer a      verdade e, em última análise, de conhecer a ele, para que, conhecendo-o e      amando-o, possa chegar também à verdade plena sobre si próprio.&#8221;</em></p>
<div class="ad ad1"><em><script type="text/javascript"><!--
_GA_googleAdEngine.createDOMIframe('google_ads_div_revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280' ,'revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280');
// --></script></em></div>
<blockquote>
<p align="left"><em>Carta Encíclica </em><em>Fides et Ratio, do Sumo Pontífice      João Paulo II, 7ª ed. São Paulo: Paulinas, 2004, p. 5.</em></p>
</blockquote>
<hr />
<p class="tj"><em><strong>1. Articulações preambulares.</strong></em></p>
<p class="tj"><em>Sem dúvida alguma é dominante no Brasil uma total </em><em><strong>desrazão tributária</strong> e até mesmo </em><em><strong>indignidade tributária</strong>,  ofendendo assim o art. 1º, inciso III da Constituição Federal, que trata do </em><em> <strong>Princípio da Dignidade da Pessoa Humana</strong> como </em><em><strong>Fundamento</strong> da República Federativa do Brasil, na medida em que o tributo aqui é arrecadado  em benefício dos mais ricos ou dos detentores dos </em><em><strong>fatores reais de poder</strong> (</em><em>O que é uma Constituição. Ferdinand Lassale, Belo Horizonte: Líder,  2002), ou noutro dizer, o tributo (como recurso financeiro) não se destina  essencialmente aos mais pobres. Ademais de a carga tributária ser altíssima, ela  não é revertida em benefício dos mais necessitados.</em></p>
<p class="tj"><em>Onde estará a nossa razão que permite tamanha  desrazão tributária?</em></p>
<p class="tj"><em>No ranking de Pobreza Humana elaborado pela ONU  (Organização das Nações Unidas), que faz parte do Relatório de Desenvolvimento  Humano de 2004, cujo objetivo é a análise das condições de bem-estar social em  177 países, o Brasil está na 18ª posição no índice de Pobreza Humana. Numa lista  de 95 países em desenvolvimento, o Brasil ficou atrás de Paraguai, Colômbia,  Chile, Venezuela e Uruguai, com 11,8% das pessoas vivendo na pobreza. Esse  indicador de Pobreza Humana, leva em consideração as chances de se viver até os  40 anos, a taxa de pessoas sem acesso à água tratada e a parcela de crianças  menores de 5 anos abaixo do peso. (1)</em></p>
<p class="tj"><em>É neste quadro social que este estudo se insere,  procurando margear o conceito do </em><em>tributo frente aquilo que vamos chamar  de nossa </em><em>desrazão tributária, desrazão esta que chega às raias da ofensa  ao princípio jurídico da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III da CF).</em></p>
<p class="tj"><em>Noutro afirmar, o tributo é visto sob sua  perspectiva teleológica. Qual o fim visado pela arrecadação do tributo? Qual o  papel do tributo arrecadado frente à tamanha desigualdade social? Não obstante  nossa altíssima carga tributária, também somos geradores de uma profunda miséria  social, por que?</em><em> Manfredo A. de Oliveira (2) já advertira que,</em></p>
<blockquote>
<p class="tj"><em>A convivência da miséria e da pobreza aponta      para o escândalo moral, que emerge como fruto de um novo ethos social,      aquele que faz do cultivo da própria individualidade o valor supremo (&#8230;);      o individualismo cada vez mais acentuado torna muitos insensíveis ao fosso      escandaloso entre os níveis altíssimos de concentração de renda e as      condições de vida miseráveis de milhões de brasileiros.</em></p>
</blockquote>
<p class="tj"><em>O iter delineado almeja correlacionar a idéia do  tributo na sociedade pós-moderna, com o conceito do caráter social do gasto  público, e por conseguinte o efeito social esperado por este gasto, i.e,  distribuição de renda e diminuição da desigualdade social. Tributo que não gera  diminuição de desigualdade social é tributo ilegítimo porque malversado.  Analisaremos a questão posta elegendo como base empírica o gasto público do  Governo Federal</em><a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6602" target="_blank">&#8220;&#8230;&#8230;.Leia mais&#8230;&#8230;.</a></p>
<p class="tj">Palavras chaves: Impureza tributária, Gasto público, OCDE, PIB, Ética e miséria social, Tributo, Estado, Burocacia fiscal, Fiscalização orçamentária, legalidade do gasto público, legalidade, legitimidade, economicidade</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/a-desrazao-tributaria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Caos tributário brasileiro</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/o-caos-tributario-brasileiro/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/o-caos-tributario-brasileiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 21:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Caos tributário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=642</guid>
		<description><![CDATA[
<p class="tautor">Andrei Lapa de Barros Correia</p>
<p class="tj">80");
procurador federal em Campina Grande (PB), lotado no órgão de arrecadação da Procuradoria Geral da Fazenda</p>
<p>&#8220;Proponho-me a abordar brevemente a caótica sistemática  tributária brasileira como um sintoma das deformações muito maiores – sociais e  econômicas – que se verificam no Brasil. Não se trata aqui, como assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tautoria">
<p class="tautor">Andrei Lapa de Barros Correia</p>
<p class="tj"><script type="text/javascript">80");
</script><script src="http://pubads.g.doubleclick.net/gampad/ads?correlator=1236807123522&amp;output=json_html&amp;callback=_GA_googleAdEngine.setAdContentsBySlotForSync&amp;impl=s&amp;prev_afc=0&amp;a2ids=JIUQ&amp;cids=IgxX-s&amp;client=ca-pub-2170522420769788&amp;slotname=revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280&amp;page_slots=revista_tributario_texto_topo_728x90%2Crevista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280&amp;cust_params=&amp;cookie=ID%3D8619267213bd9fac%3AT%3D1236806922%3AS%3DALNI_Mbdhh2Sida-OHpPvqRBQuXqPbAOug&amp;ga_vid=1519287584.1236806950&amp;ga_sid=1236806950&amp;ga_hid=814820446&amp;ga_fc=true&amp;url=http%3A%2F%2Fjus2.uol.com.br%2Fdoutrina%2Ftexto.asp%3Fid%3D10201&amp;ref=http%3A%2F%2Fjus2.uol.com.br%2Fdoutrina%2Flista.asp%3Fassunto%3D414&amp;lmt=1236807122&amp;dt=1236807124637&amp;cc=100&amp;u_h=800&amp;u_w=1280&amp;u_ah=770&amp;u_aw=1280&amp;u_cd=32&amp;u_tz=-180&amp;u_his=9&amp;u_java=true&amp;u_nplug=25&amp;u_nmime=124&amp;flash=9.0.115"></script>procurador federal em Campina Grande (PB), lotado no órgão de arrecadação da Procuradoria Geral da Fazenda</p>
<p><em>&#8220;Proponho-me a abordar brevemente a caótica sistemática  tributária brasileira como um sintoma das deformações muito maiores – sociais e  econômicas – que se verificam no Brasil. Não se trata aqui, como assunto  principal, de falar sobre as incoerências internas e defeitos de redação da  legislação e, principalmente, do código tributário nacional. </em></div>
<div class="ad ad1"><script>_GA_googleAdEngine.createDOMIframe('google_ads_div_revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280' ,'revista_tributario_texto_agregado_esquerda-topo_336x280');</script></div>
<p class="tj"><em>As obscuridades, antíteses e incoerências que se vêem nas  leis são sintomas em segundo grau do que chamo caos tributário. Enfim, as  deficiências formais nas leis apontam deficiências no sistema tributário que,  por sua vez, apontam problemas na estruturação do país. </em></p>
<p class="tj"><em>Sintoma aqui é utilizado como elemento revelador de alguma  situação, ou seja, um aspecto perceptível de uma realidade maior. Claro que a  visão que se lança a partir de um aspecto será enviesada. Porém, esse  perspectivismo é inevitável e declarado, não tendo pretensão de visão integral.  Tem, isso sim, pretensão de apontar a possibilidade de se verem as estruturas a  partir de pequenos traços seus.</em></p>
<p class="tj"><em>A confecção de um conjunto normativo tendente à ambiguidade e  à extorsão tributária revela mais que ignorância formal dos instrumentos de  técnica legislativa. Aponta, sim, o desejo de assim proceder e a conveniência  dessa ordem para aqueles que atuam nos seus limites. Contudo, os custos começam  a recomendar uma revisão e o desmonte de certas posições&#8221;</em>.<a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10201" target="_blank">Leia mais</a></p>
<p class="tj">Palavras chaves: Código Tributário,  Liberalismo, Estado, Carga tributária brasileira, Dirigismo estatal,</p>
<hr />
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/o-caos-tributario-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Trabalhos acadêmicos</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/trabalhos-academicos/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/trabalhos-academicos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 12:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Conclusão de Curso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=597</guid>
		<description><![CDATA[<p>&#8220;Segundo Severino (2002), os trabalhos didáticos exigidos, sobretudo, nos cursos de graduação, seguem um caráter universal de estruturação lógica e de organização metodológica, ou seja, são procedimentos que ainda fazem parte intrínseca da formação técnica ou científica do estudante. Os trabalhos, desde então, segundo o autor, dependerão “principalmente de seus objetivos e de natureza do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Segundo Severino (2002), os trabalhos didáticos exigidos, sobretudo, nos cursos de graduação, seguem um caráter universal de estruturação lógica e de organização metodológica, ou seja, são procedimentos que ainda fazem parte intrínseca da formação técnica ou científica do estudante. Os trabalhos, desde então, segundo o autor, dependerão “principalmente de seus objetivos e de natureza do próprio objeto abordado, assim como em função de exigências específicas de cada área do saber humano” (SEVERINO 2002 p. 129).</p>
<p><strong>O resumo<br />
</strong><br />
O resumo acadêmico tem vários objetivos, dentre eles o de estimular a leitura minuciosa, possibilitando que o aluno consiga uma assimilação completa de seu conteúdo. Pode-se resumir uma obra completa, um texto e/ou capítulo. O resumo de uma obra pode ser feito por meio de um esboço, seguindo o próprio sumário em questão. A melhor receita para fazer um resumo é seguir o critério do desenvolvimento de um texto: introdução, desenvolvimento e conclusão.</p>
<p>Quando o aluno realiza o resumo de uma obra, estará seguindo o plano original do autor ou o próprio projeto levantado pelo autor, com isso o aluno estará desvendando, desde então, o objeto, o problema e os objetivos levantados pelo autor.</p>
<p>O aluno ao resumir um texto com as próprias palavras deve manter-se fiel às idéias do autor em questão (SEVERINO, 2002; CARVALHO, 2003; HÜHNE, 2002).<br />
É importante lembrar que esse tipo de resumo diferencia-se do resumo técnico-científico.</p>
<p>O resumo técnico-científico, segundo Severino (2002), consiste na apresentação concisa do conteúdo de um trabalho de cunho científico (livro, artigo, dissertação, tese etc.) e tem a finalidade específica de passar ao leitor uma idéia completa do teor do documento analisado. Esse tipo de resumo, geralmente, é solicitado para publicação ou apresentação em eventos culturais etc. nesse sentido, o resumo deve ser redigido em um só parágrafo, com o máximo de 200 a 250 palavras e deverá conter introdução, desenvolvimento e conclusão. Este tipo de trabalho se centra na extração das idéias básicas do(s) autor (es) informando qual a natureza do trabalho, indicando o objeto tratado, os objetivos visados, as referências teóricas de apoio, os procedimentos metodológicos adotados e as conclusões/os resultados a que se chegaram.&#8221; &#8230;&#8230;&#8230;.<a href="http://www.monografias.brasilescola.com/regras-abnt/" target="_blank">Leia mais</a></p>
<p style="margin: 20px 0pt 0pt;"><em>Por <strong>Marina Cabral da Silv<em>a</em></strong></em></p>
<p style="margin: 20px 0pt 0pt;"><em><strong><em>Palavras chaves: Regras ABNT, TCC, trabalho conclusão de curso, monografias, teses, projeto pesquisa.</em><br />
</strong></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/trabalhos-academicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma análise da Previdência Brasileira a partir da Seguridade Social prevista na Constituição Federal</title>
		<link>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/uma-analise-da-previdencia-brasileira-a-partir-da-seguridade-social-prevista-na-constituicao-federal/</link>
		<comments>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/uma-analise-da-previdencia-brasileira-a-partir-da-seguridade-social-prevista-na-constituicao-federal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 12:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>J. Begatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.radiomineira.com/?p=593</guid>
		<description><![CDATA[<p>Por: ALINE RIBEIRO DE FREITAS </p>
<p>&#8220;Resumo: A Constituição Federal determina no seu título “Da Ordem Social” os princípios da Seguridade Social e de suas áreas, que são a previdência social, a saúde e a assistência social, bem como suas fontes de financiamento do sistema.</p>
<p>Introdução</p>
<p>Considerando-se o conceito constitucional é possível notar que a Seguridade Social objetiva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: <span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span style="font-size: xx-small;">ALINE RIBEIRO DE FREITAS </span></span></span></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;Resumo: A Constituição Federal determina no seu título “Da Ordem Social” os princípios da Seguridade Social e de suas áreas, que são a previdência social, a saúde e a assistência social, bem como suas fontes de financiamento do sistema.</span></span></p>
<p>Introdução</p>
<p>Considerando-se o conceito constitucional é possível notar que a Seguridade Social objetiva assegurar saúde, previdência e assistência. De forma que se pode afirmar que a Seguridade Social é gênero, da qual são espécies a Saúde, a Previdência e a Assistência Social.<br />
Normalmente nota-se a confusão entre os conceitos de Previdência e Assistência Social, sendo necessário observar que cada uma das áreas da Seguridade Social tem princípios próprios e diferente objetivos. Os artigos 193 a 204, da Constituição Federal norteiam os princípios regentes da seguridade social e de cada uma de suas áreas.<br />
As sociedades modernas terão, a partir de agora, uma parcela considerável de suas populações constituída por idosos e a forma como se estruturarão os sistemas previdenciários será um dos principais elementos de estabilidade social.<br />
A evolução da Previdência Social no Brasil sempre esteve relacionada ao contexto socio-econômico e político onde se insere Daí os momentos de menores ou maiores abrangências da proteção social ofertada, passando por várias mudanças envolvendo o grau de cobertura, o elenco de benefícios ofertados e a fontes de financiamento do Sistema.<br />
De modo geral os sistemas universais de previdência amparam toda a população nas contingências de velhice, invalidez e morte.&#8221;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230; <a href="http://www.monografias.brasilescola.com/direito/uma-analise-previdencia-brasileira.htm" target="_blank">Leia mais</a></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Palavras chaves: Direito previdenciário, Previdéncia Social, Seguridade, Aposentadoria, Constituição 1988<br />
</span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.radiomineira.com/index.php/2009/03/uma-analise-da-previdencia-brasileira-a-partir-da-seguridade-social-prevista-na-constituicao-federal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

