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Vestibular de medicina da UFJF tem o maior ponto de corte dos últimos anos

No maior vestibular da história da Universidade Federal de Juiz de Fora, o estudante que tentou uma vaga na faculdade de medicina entre os não cotistas, ou seja, o grupo C, teve que fazer, no mínimo, 81,5% da prova para passar. No ano passado o ponto de corte do curso foi 75%. Medicina teve disputa recorde este ano, foram 75 candidatos por vaga, ou seja, quase 39% de todos os inscritos no grupo C optaram pela graduação. Entre os cursos em geral, houve aumento dos pontos mínimos na maior parte deles.
O curso de filosofia, entre não cotistas, teve o mínimo de pontos necessários para ingresso aumentado de 13% do exame para 42%. Já em letras noturno, entre negros oriundos de escolas públicas (grupo A), o ponto de corte saltou de 24% para 51% da prova. Também no grupo A, o ponto de corte da comunicação social chama a atenção: chegou a 51% da prova, contra 26% no ano passado.
O uso do Enem na composição da nota final este ano e a realização de provas específicas na segunda fase – ajudam a explicar a disputa mais acirrada.
UFJF ainda não definiu se continua a utilizar o Enem em suas próximas seleções. 
Excedentes devem esperar edital no dia 19
Para quem teve pontuação próxima da nota de corte do curso escolhido, a nova chance de ingressar na será dia 19 de março, quando sai o primeiro edital com os nomes dos excedentes
No próximo vestibular e módulos do programa de ingresso seriado, A primeira etapa, está marcada para o final de novembro para que haja distanciamento com a segunda fase, e, toda a seleção seja finalizada antes da virada do ano.

Da redação do Jornal da Cultura

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